Categoria: Coluna

  • Dida Nascimento no Reggae Baixada

    Dida Nascimento no Reggae Baixada

    Até o dia 28, o SESC São João de Meriti (RJ) recebe a Mostra Reggae Baixada, que tem o objetivo de resgatar a história do reggae na Baixada Fluminense, onde surgiram, no final da década de 80, bandas como Cidade Negra e Negril. O movimento na região, optou militar pelas questões raciais, sociais e pela paz, e a mostra quer levar ao conhecimento da população a trajetória dos grupos que fizeram a diferença na região por meio desse gênero musical.

    Na última terça feira, 17/5, houve um Talk Show, com troca de ideias sobre o movimento, espatáculo teatral, exibição do filme Reggae na Praça, de Tiago Araújo e Ventolído José, do coletivo Novo Cinema Marginal. Além de troca de ideias, teatro e exibição de filme, houveram performances musicais dos percussores do reggae na Baixada Fluminense  e ex-integrantes das bandas Cidade Negra e KMD-5, Ras Bernardo e Dida Nascimento.

    Saiba mais sobre a programação da Mostra aqui.

    Dida Nascimento será uma das atrações da próxima edição do Mixtureba Enraizados, que acontecerá dia 23, no Espaço Cultural Sérgio Porto, que fica na Rua Humaitá, 163 – Humaitá Rio de Janeiro – RJ.

    Ouça uma de suas canções:
    [soundcloud width=”100%” height=”81″ params=”” url=”http://api.soundcloud.com/tracks/15054308″] Nação Híbrida [Dida Nascimento] by enraizados

    Saiba mais sobre seu trabalho:
    http://www.myspace.com/didanascimento
    Twitter: @didanascimento
  • O Polivalente Alessandro Buzo

    O Polivalente Alessandro Buzo

    Um dos principais representantes da literatura marginal no país. Autor de 7 livros, organizador do Sarau Suburbano, realizado em sua livraria, “Suburbano Convicto”, roteirista do Filme “Profissão MC”, que foi exibido dentro e fora do país, e foi premiado com a Medalha Galgo Alado, no Festival de Gramado. Apresentador do Quadro Suburbano Convicto, no programa “Manos e Minas”, da TV Cultura. Confira a entrevista com o polivalente Alessandro Buzo:

    Como foi seu envolvimento com a literatura?
    Alessandro Buzo: Com a literatura, deixei de ser apenas leitor e passei a ser escritor, quando lancei meu primeiro livro, 100% independente em dezembro de 2000. “O TREM – BASEADO EM FATOS REAIS” abriu as portas de um outro mundo na minha vida, novas perspectivas e oportunidades. Me orgulho de não ter deixado nenhuma delas passar batido e essa disposição de estar em vários lugares, fazendo várias coisas, está fazendo a diferença hoje.

    E como surgiu a ideia do livro ?
    Escrevi um texto chamado “Ferrovia Nua e Crua”. Muita gente leu no próprio trem que eu pegava todo dia pra ir trabalhar, eu mesmo distribui em xerox pra rapa. Depois começaram a dizer: – “Porque você não escreve o livro do trem?”
    Escrevi e publiquei, mesmo não tendo referência e tendo que aprender tudo sozinho.

    Você iniciou a edição do Fanzine “Boletim do Kaos”, qual a importância do fanzine?
    Lancei (junto com meu primo Magu), o Zine Boletim do Kaos, em 2001, pra divulgar meu primeiro livro. Foram (em 5, 6 anos…151 edições); e depois em 2009, virou jornal. Como jornal foram 9 edições (mensal), 10 mil exemplares, com distribuição gratuita, fez um grande barulho, mas com fim do apoio que tínhamos, deixamos de circular, mas ainda estamos correndo atrás de novos parceiros.

    Você promove o evento Favela Toma Conta, fale um pouco sobre o evento…
    Um dos eventos de rua (gratuitos), mas importante do país. Porque foram 23 edições desde 2004, sempre na rua, de graça. Com grandes nomes do Rap Nacional… Só pra citar 10 deles: Realidade Cruel, Dexter, Trilha Sonora do Gueto, DMN, Dudu de Morro Agudo, Thaíde, Expressão Ativa, Ndee Naldinho, MC Marechal e Sandrão (RZO). Só pra citar dez.

    Em 2011 você lançou “Hip-Hop – Dentro do Movimento”, pela coletânea Tramas Urbanas, que tem a curadoria da Heloísa Buarque de Holanda, como se deu o projeto?
    Fui no Fórum Social Mundial em janeiro de 2010 em Canoas-RS, estava na mesma mesa da Heloisa Buarque, falei pra ela do meu projeto, ela relutou um pouco, mas depois viu que era um livro inédito e apoiou.

    Você é um dos principais representates da literatura marginal no Brasil, como anda o gênero no país?
    Vai muito bem, obrigado. Na verdade, está bombando a cena, dezenas de SARAUS só na cidade de São Paulo, vários livros sendo publicados, alguns por editoras, outros independentes e ainda com dinheiro do VAI (PMSP), PROAC (Gov. do Est. SP), enfim… Cada um do seu jeito, fazendo a diferença.
    Pensavam que não sabíamos nem ler e estamos escrevendo nossos livros.

    Como surgiu a ideia do Filme Profissão MC e como está sendo o retorno?
    Eu tinha a idéia e passei um ano tentando convencer a DGT Filmes a entrar no projeto que não tinha captado nenhum real. Depois que o Toni Nogueira chegou e disse: – Eu e você vamos fazer esse filme. Passei a correr atrás do elenco e o filme ficou muito bom, sem nenhum dinheiro. O retorno é que faz mais de 1 ano que lançamos e o Profissão MC não para de ser exibido, em todo país. Ganhou a “Medalha Galgo Alado” no Festival de Gramado, chegou longe demais.

    Na última Semana, o Sarau Suburbano, realizado na Livraria Suburbano Convicto, completou 1 ano, como foi a comemoração?
    Uma noite mágica… Quem viveu ta ligado. O Sarau Suburbano tem uma trajetória meteórica em 1 ano, além de estar acontecendo 2 vezes por mês na Livraria Suburbano Convicto do Bixiga, participou de eventos como a Virada Cultural, Circuito SESC de Artes, SESC Na Rua, Feira do Livro de Canoas-RS. Tudo isso em 1 ano, foda.

    Quais são os projetos para 2011?
    Seguir fazendo o Sarau no Bixiga, duas vezes por mês. Lançar mais 2 livros: “Do Conto a Poesia” e “Pelas Periferias do Brasil – VOL 5”… Viabilizar “Profissão MC II”; Seguir apresentando o meu quadro no Programa Manos e Minas, da TV Cultura. Enfim… Já é coisa demais. Mas podem pintar outras coisas.

    Buzo, muito obrigado pela entrevista, gostaria que deixasse uma mensagem aos leitores do Portal Enraizados.
    Amigos, vamos ler. Conhecimento é poder.

    Alessandro Buzo será uma das atrações da próxima edição do Mixtureba Enraizados, que acontecerá dia 23, no Espaço Cultural Sérgio Porto, que fica na Rua Humaitá, 163 – Humaitá Rio de Janeiro – RJ.

    Saiba mais sobre seu trabalho:
    http://www.buzo.com.br/
    www.buzo10.blogspot.com
    /
    Twitter: @Alessandrobuzo

  • Liderança do Enraizados SP agredido pela PM

    Liderança do Enraizados SP agredido pela PM

    Ontem (08), antes de dormir, twittei a seguinte frase: “- Hoje começa um novo ciclo. Aos amigos digo: – Cês tão bem; e aos inimigos: – Cês tão fudidos!”.
    Logo pela manhã cheguei ao Espaço Enraizados, para trabalhar, e na minha cabeça só vinha a palavra GUERRA!!!
    Então fui para o twitter e lancei as seguintes frases:
    ” – A arte da guerra consiste em vencer o inimigo sem combater.”, do Sun-Tzu;
    e a frase ” – As batalhas são ganhas ou perdidas por generais e não por oficiais e soldados”, de Ferdinand Foch.

    Então comecei a ler meus email e surpreendente recebi a mensagem abaixo, vinda do Enraizados SP:

    Guerra é guerra.
    Durante a contagem regressiva para a Caminhada da Paz – que será no dia 27/05 – a polícia mostra, ainda uma vez, quem é e a que veio. Na última sexta-feira, 06/05, Maciel Mota de Almeida, de 35 anos, uma importante liderança comunitária da região do Parque Bristol e arredores, foi pública e brutalmente agredido por policiais da Força Tática.

    Terno, como é conhecido, acompanhava a ação dos PMs que punham fim em um baile funk que vinha, literalmente, “tirando o sono” dos moradores da Rua Jorge Morais, Parque Bristol, Zona Sul de São Paulo. Ironicamente, a vítima havia acabado de postar em seu blog (http://futebolrapesamba.blogspot.com) um elogio à ação dos soldados quando, em uma abordagem surpreendente e truculenta, foi agredido a socos e revidou. Sua reação causou grande tumulto, pois a população – vendo o ato de covardia – teria entrado na briga.

    O episódio gerou uma denúnica na corregedoria, para os soldados, e um boletim de ocorrência por desacato à autoridade, para Terno. Veja, na íntegra, seu depoimento:
    http://malocapraquetequero.blogspot.com/2011/05/desacatar-ou-desabafar-autoridades.html

    Pra quem não tá ligado(a), o Terno é uma das lideranças do Enraizados SP, uma pessoa tranquila, consciente e justa. Que desenvolve um projeto muito importante com as crianças e jovens do Parque Bristol, em São Paulo.
    Fiquei perplexo com o acontecido e sei que é a hora de fazer alguma coisa, não preciso ir para as ruas dar porrada na polícia, mas posso agir de forma inteligente e articulada, com outros Enraizados do Brasil, para que essas pessoas sejam punidas. Não preciso ir na jugular do Soldado, pois a culpa é do General.

    Nosso papel agora é usar de nossa influência para fazer com que essas mensagens cheguem a todos os meios de comunicação e autoridades possíveis, para que os culpados por essa covardia não saiam mais uma vez impunes e ainda fiquem coagindo pessoas inocentes, lembrem-se, se os soldados fazem isso é porque os generais permitem.

    É a nossa hora de mostrar, de forma inteligente, que somos unidos de todas as formas e também independente delas, é hora de somarmos nossas forças.

  • “Ter 20 de carreira, faz a diferença”. Entrevista com Japão (Viela 17)

    “Ter 20 de carreira, faz a diferença”. Entrevista com Japão (Viela 17)

    “Ter 20 de carreira, faz a diferença”. Essa é a frase com a qual o rapper Japão (Viela 17), inicia a canção “AH TAH”, prévia do seu novo disco. Confira a entrevista com um dos linhas de frente do Rap nacional, que acompanhou e fez parte da consolidação do rap em Brasília:

    Marcão: Você acompanhou a consolidação da cultura Hip-Hop em Brasília, como foi ver a cena se firmando, e como ela está atualmente?
    Japão:
    Brasília sempre foi um pólo importante para o Hip Hop desde a metade dos anos 80, onde apontou alguns grupos de rap, DJs de baile e Crew de Break, sou desta geração e acompanhei muitas mudanças, atualmente os elementos do Hip Hop estão ainda mais fortes, muitos grupos brasilienses freqüentaram a cena do Hip-Hop paulista, carioca, sulista e nordestino, facilitando assim a expansão do nosso movimento e cultura.

    Brasília está sempre na mídia, por ser palco de escândalos políticos, apesar disso, a cidade possui uma cena cultural muito forte, e que luta pra mostrar esse lado da cidade que nem todos conhecem. Qual a importância disso?
    Se preocupar com a cena política é dever de todos os brasileiros, eu particularmente já estou descrente há anos, vejo na cultura que pratico um modo de disfarçar tal descontentamento e mudar o rumo da estória agindo culturalmente, Ceilândia, por exemplo é conhecida pelo rap que faz e não pelos escândalos políticos, o Plano Piloto e Guará são conhecidas pelas bandas de rock e reggae que se espalharam para todo Brasil, Sobradinho e outras cidades, pelos esportistas e tal, e por ai vai, a cultura brasiliense é mais forte do que toda esta cachorrada política que está ai.

    Junto com o Viela 17, você cantou no aniversário da cidade, para um pouco mais de 1,3 milhões de pessoas. Em algum momento antes ou durante a apresentação, se sentiu com uma grande responsabilidade?
    Sempre sinto um frio na barriga de tocar na cidade em que moro e represento, fui convidado por Daniela Mercury pessoalmente para representar o rap no aniversário de 50 anos da capital que vivia em meio a escândalos políticos, mas cumpri minha missão de uma forma digna e respeitosa a toda população, a responsabilidades sempre pesa mais a partir de quando tocamos em casa.

    Você trabalhou ao lado de GOG e DJ Raffa, que são duas pessoas que representam e contribuem muito para com o Hip-Hop. Como é trabalhar com os dois?
    O Gog e o Raffa sempre foram parceiros musicais, cada um em sua função, é claro. Com o Raffa foi o ponto de partida para minha inserção ao mundo da cultura Hip-Hop, foi através dele que conheci o rap e me profissionalizei musicalmente, o Raffa também me apresentou o Gog e então ingressei ao grupo onde aprendi muitas coisas e também ajudei a concretizar o grupo como um dos linhas de frente do Rap Nacional montando o alicerce de minha carreira.

    O Viela 17 possui muitas canções que mesclam outros gêneros musicais como samba, funk, reggae, entre outros. Qual a importância dessa mesclagem?
    Sou um cara que sempre fui fiel ao Funk Groove dos anos 70, mas gosto muito de misturar todas as tendências musicais que são ouvidas em comunidade, gosto de mudar, fazer algo diferente e de inovação, algo que o rap sempre precisa para se manter vivo.

    Você lançará seu primeiro disco solo, como está sendo o processo de criação?
    O CD está sendo produzido e dirigido com muita calma, não tenho pressa para terminá-lo com urgência, este CD é muito importante, tenho ele como um marco importantíssimo para minha vida e carreira, na qual farei usando tudo que sempre sonhei, e fazer geral dançar e entreter.

    Como surgiu a ideia do videoclipe “AH TAH”?
    O vídeo surgiu a partir de uma parceria com uma empresa e a vontade de lançar algo inicial para mostrar como será o CD que lançarei até outubro de 2011, o vídeo faz alusão ao aniversário de 40 anos de Ceilândia, minha comunidade, a comemoração dos meus 20 anos de carreira e a vontade de fazer algo em prol do meu filho que não para de me falar “AH TAH”, em tudo que peço pra ele fazer, ou quando não concorda com algo que falo… (Risos).

    Confira o videoclipe “AH TAH”, do rapper Japão:
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=o0g-jpFzYjY’]

    Como está sendo o retorno do projeto?
    Este ano estou feliz com tudo que está acontecendo, precisava amadurecer muito as ideias profissionais e pessoais, o retorno como sempre no rap nacional é lento, mas satisfatório.

    Além do disco, quais são os projetos pra 2011?
    Estou neste ano de 2011, com o projeto do CD, a gravação do meu 1º DVD e alguns projetos sociais tais como: Roda de Rap que será feito nas unidades prisionais juvenis e a caravana Hip-Hop contra o Crack que será um mesclado de apresentações artísticas, palestras e discotecagem em todas as cidades satélites do DF.

    Japão, valeu mesmo pela entrevista, deixe sua mensagem aos leitores do Portal…
    “Não se pode ter tudo quando seu pensamento foge do ato de amar o próximo! Para todos que apóiam o Rap Nacional: VIDA, para os que reprovam: AH TAH!”

    Confira o trabalho do rapper japão em seu site: http://japaoviela17.com.br/

  • DeDeus MC lança clipe e marca mês dos trabalhadores

    DeDeus MC lança clipe e marca mês dos trabalhadores

    Lançado hoje, o primeiro videoclipe da DeDeus MC faz alusão à condição do trabalhador brasileiro e desafia o machismo do rap.

    Destino. Foi assim, sentindo o próprio, que DeDeus MC pensou em fazer a música e o videoclipe que chega hoje às ruas.

    Com direção de Mel Duarte, o material audiovisual marca o primeiro ano de carreira da MC que tem três sons gravados e conquista pelo diferencial de uma voz marcante e uma música crítica.

    Em alusão ao Dia do Trabalhador – comemorado em 1º de maio – o videoclipe traz a batalha do dia-a-dia dos trabalhadores brasileiros, a situação política do país e como o refrão diz: “Medo de falar? Não!”

    Filmado durante seis dias por vários cantos de São Paulo, como o centro da cidade, o Ibirapuera e o Beco da Saudade, na zona norte, o clipe destaca tema e imagens fortes, que mostram a DeDeus MC pronta para arriscar e passar a mensagem.

    Quem aprova e comenta o trabalho é Julia Rocha, que na sexta-feira (29) foi de Campinas para São Paulo apenas para assistir ao pré-lançamento do clipe na Rinha dos MCs. “Acho muito bom ver o trabalho dela, que é mulher, fazendo isso, dando a cara a tapa, sem medo”, diz.

    Já o rapper Mamuti elogia a postura da MC após ter visto o clipe também no pré-lançamento. “É bem loco. Como diz o poeta: é um tapa na cara da sociedade, porque o rap é um movimento machista e acaba sendo racista às vezes e ela chega metendo o pé na porta, dizendo que não tem medo de nada. Pode vir, que estamos pro que vier”, define.

    Confira o videoclipe “Destino”, da DeDeus MC:
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=xT0s40Zi2WM’]

    Exibições

    Além do lançamento oficial pela internet, o clipe será exibido hoje no Cineclube Luz, Câmera e Reflexão da Cia. Bella de Artes em Poços de Caldas. Isso acontece porque o ciclo envolve documentários e o primeiro deles é o “Favela Rising” que trata justamente do cotidiano na periferia, assim como o clipe.

    Já no próximo dia 10 de maio o clipe será lançado no Sarau Suburbano Convicto, promovido por Alessandro Buzo e que nesta próxima edição inova com o projeto Super Tela, que deve acontecer uma vez por mês para exibir curtas, documentários, filmes e clipes.

    Links:
    Depoimentos do pré-lançamento: http://youtu.be/TTO_xEs0YWA?hd=1
    Teaser do clipe: http://youtu.be/-l7MYS_QOpo?hd=1
    Blog: http://dedeusmc.blogspot.com/
    Mypace: www.myspace.com/dedeusoficial
    Twitter: @DeDeusMC

  • Clipes de Rap são exibidos em ciclo de documentários

    Clipes de Rap são exibidos em ciclo de documentários

    Os clipes “Um Brinde” e “Destino” são exibidos junto com documentário Favela Rising em ciclo que discute produção cultural da periferia.

    Em maio serão exibidos documentários no cineclube Luz, Câmera, Reflexão do ICCBA (Instituto Cultural Cia Bella de Artes). O primeiro, nesta terça, (3) será Favela Rising, que será comentado antes da exibição pela jornalista Jéssica Balbino, que também exibirá os videoclipes Um Brinde, do grupo Inquérito, com direção de Vras77 que fala sobre a indústria do álcool e o clipe Destino, da DeDeus MC , com direção de Mel Duarte, lançado nacionalmente hoje, que fala sobre o Dia do Trabalhor. A jornalista discutirá também a respeito da cultura produzida nas periferias do país. Dirigido por Jeff Zimbalist e Matt Mochary, Favela Rising é uma produção norte-americana filmada no Rio de Janeiro em 2005. O documentário mostra a luta de Anderson Sá para estabelecer o movimento cultural AfroReggae para levar cultura e justiça social às favelas cariocas. Sá é um ex-criminoso que perdeu a

    migos e familiares na chacina de Vigário Geral e que resolveu, portanto, levar oficinas de arte e reciclagem àquele local, abandonado pelo poder público, com o intuito promover inclusão social. As sessões do cineclube têm entrada franca e às terças-feiras, às 20 horas, no Teatro Nicionelly Carvalho, no Instituto Cultural Cia Bella de Artes. A curadoria é do professor Lucas Marciano e do jornalista Daniel Souza Luz.

    SERVIÇO
    Instituto Cultural Cia Bella de Artes fica à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan, Poços de Caldas – MG
    Mais informações: (31) 3715-5563.

    Depoimentos sobre o clipe Destino: http://migre.me/4pUZ6
    Videoclipe Um Brinde: http://youtu.be/ZAaQlpwRgeo?hd=1
    Teaser do clipe Destino: http://youtu.be/-l7MYS_QOpo?hd=1

  • Criolo lança “Nó Na Orelha”

    Criolo lança “Nó Na Orelha”

    Considerado por muitos, o álbum mais esperado do ano, “Nó na Orelha”, do rapper Criolo Doido (que agora assina apenas como Criolo) foi lançado virtualmente hoje.
    Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, o disco não se limita ao rap, e se mescla a outros gêneros, ressaltando a importância de saber que rap é música.
    O disco será lançado fisicamente em CD e Vinil, em Maio.

  • DeDeus MC – Destino

    DeDeus MC – Destino

    Para marcar seu primeiro ano de carreira, a DeDeus MC lançará o videoclipe do single “Destino”, no próximo mês. Tendo apenas três sons gravados, a MC não tem medo de arriscar e se mostra pronta para passar sua mensagem através do rap. Apesar do nome artístico, “DeDeus” não faz som gospel, embora ela dispense rótulos.

    Filmado durante seis dias por vários cantos de São Paulo, como o centro da cidade, o Ibirapuera e o Beco da Saudade, na Zona Norte, o videoclipe, com temas e imagem forte, é dirigido por Mel Duarte. “Destino é a música que semrpe quis compor… Forte, boas rimas e mensagem… O clipe já foi todo filmado e agora estamos editando! Tá lindo demais”, afirma a MC, que pretende, a curto prazo, lançar uma mixtape e a longo prazo, um disco.

    Confira o teaser do videoclipe “Destino”, de DeDeus MC:
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=-l7MYS_QOpo’]

    Saiba mais sobre DeDeus MC no Myspace: www.myspace.com/dedeusoficial

  • “The Mexican”, o Hard que se tornou o Hino dos “B. Boys” em todo o mundo…

    “The Mexican”, o Hard que se tornou o Hino dos “B. Boys” em todo o mundo…

    Funk (anos 70), Soul, Rock, Jazz, Soca, Salsa, Calypso, Reggae, Techno Pop Europeu e variados ritmos Africanos sempre fizeram parte da eclética trilha sonora dos B. Boys, desde a popularização das Block Parties trazidas da Jamaica pelo ilustre “DJ Kool Herc”. Com o desenvolvimento da técnica conhecida por back-to-back durante os anos 70 pelo próprio Herc – que consistia no aproveitamento dos trechos instrumentais de duas réplicas de um mesmo álbum, dando o sentido de uma extensa linha de groove –, tais gêneros se fundiram culminando no primeiro passo para a música eletrônica, que ficou conhecida como “Breakbeat”. Dentro da gigantesca e complexa árvore da Black Music, o Breakbeat está compreendido pelos seguintes ritmos: Hip-Hop (Electrofunk inicialmente), Dancehall, Uptempo e Grime

    A partir dos anos 80 outros ritmos se associaram à rica trilha sonora dos B. Boys, como foi o caso do “House Music” (Electrofunk, Disco, Synthpop e Deep) e o “Urban Contemporary” (R&B Contemporâneo, Rap e Flogger), isto sem falar no “Miami Bass” (de Miami) e no “Freestyle Music” ou “Latin Freestyle” (de Nova York) desenvolvidos a partir do Electrofunk de “Afrika Bambaataa”.

    Diante de toda esta fonte inesgotável de sons variados apoiados por muitos DJs-produtores ao longo da história do Hip-Hop, como uma banda inglesa de Hard Rock anos 70, caiu na graça dos dançarinos de rua do mundo inteiro e inexplicavelmente até os dias atuais faz o diferencial nas rodas de Break…?!

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    Este é caso de “The Mexican”, faixa do álbum “First Base”, de 1973 (primeiro álbum de carreira da banda inglesa de Hard Rock “Babe Ruth”), que se tornou uma das experimentações de “Alan Sharlock”, líder, compositor e guitarrista da banda, pois fugia aos padrões do Hard e ia ao encontro de novas propostas sonoras. Em The Mexican, percebem-se nitidamente influências da obra do imortal maestro e compositor “Ennio Morricone” (artista de vasto currículo em trilhas sonoras para a sétima arte) para o tema principal do filme de faroeste “Por uns Dólares a Mais” (For a Few Dollars More), de 1965, do diretor italiano “Sergio Leone”, com “Clint Eastwood” no papel principal de “Monco”, um caçador de recompensas. Mas as influências não param por aí: The Mexican se tornou ainda mais

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    atraente em 1984, quando a criatividade do DJ John “Jellybean” Benitez, que buscava novas sonoridades para as pistas de dança, veio à tona ao remixá-la, tendo o privilégio de contar com a participação especial da cantora original da banda, Jenny Haan”. Como uma luva, The Mexican ganhou uma vida nova graças às influências latinas de Jellybean (natural do South Bronx), conquistando naquele ano o primeiro lugar na “Billboard Dance Charts”. Jellybean também é responsável por retrabalhar renomes do cenário musical como “Jocelyn

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    Brown”, “Whitney Houston”, “George Benson” e “Madonna” além de contribuir para a trilha dos filmes “Flasdance”, “Footloose”, “Top Gun” e “De Volta para o Futuro”.

    E como uma Fênix renasce das cinzas, a dupla de DJs conterrâneos de Babe Ruth, “Deekline” e “Tim Healey” ressuscitaram The Mexican em uma versão eletrônica mais moderna, trazendo também na nova bagagem um vídeo produzido na Austrália por “Tanya Babic”, que contou com o apoio da crew local “Robotek”.

    Ter The Mexican como um clássico do Hip-Hop através dos B. Boys aponta a cada momento que o Movimento é algo híbrido, capaz de associar-se a muitas culturas ao mesmo tempo, sem desligar-se de suas raízes afro-diaspóricas. Um brinde a democracia consciente do Real Hip-Hop…

    Rocks Tha House!

  • Entre quadrinhos e Hip-Hop, com Alexandre de Maio

    Entre quadrinhos e Hip-Hop, com Alexandre de Maio

    Ele é um polivalente nato, consegue aliar jornalismo, quadrinhos, Hip-Hop e Design. Iniciou sua carreira publicando a revista “Rap Brasil”, com um misto de matérias sobre cultura hip-hop e Histórias em Quadrinhos. Lançou os quadrinhos “Os inimigos não mandam flores”, com texto do escritor Ferréz. Desenvolveu diversos trabalhos como capas de discos, livros, sites e videoclipes. Ministrou oficinas de quadrinhos. Fez videorreportagens para o portal online da Folha de São Paulo. Em parceria com o Itaú Cultural e ao lado de Alessandro Buzo, lançou o Jornal Boletim do Caos. Ministrou oficinas de videorreportagem no Pontão de Cultura Preto Ghóez, executado pelo Movimento Enraizados. Atualmente trabalha no site “Catraca Livre”, Revista Raça e no projeto Jovens Alconscientes em Heliópolis, SP. Saiba mais sobre Alexandre de Maio, acompanhando a entrevista:

    Marcão: Como surgiu o interesse por desenho e HQs?
    Alexandre: Foi de forma natural, desde pequeno saía da escola e ia para minha casa ou para casa de algum amigo para passar a tarde desenhando. Com 10 anos já fazia algumas HQs sobre o pessoal da classe.

    E o envolvimento com a cultura Hip-Hop? Como se deu a criação da Revista Rap Brasil? E como era feita a distribuição?
    Eu já ouvia Racionais, mas o envolvimento maior foi quando eu comecei a fazer HQ de letras de RAP. Mandei pros Racionais sem conhecê-los e o Ice Blue me ligou, me convidou para ir na sua casa. Daí em diante botei fé que poderia fazer uma HQ com algumas paginas de matérias com grupos de RAP. O projeto se desenvolveu e assim, nasceu a revista RAP Brasil em 1999. A revista era distribuída em bancas como todas as revistas para o país inteiro.

    Jornalismo, Hip-Hop e Quadrinhos… Qual a importância dessa junção?
    Hoje faço no site Catraca Livre, o Jornalismo em Quadrinhos, para fazer matérias sobre cultura. As 3, são linguagens que juntas se potencializam, e tem mais força.

    Confira a matéria intitulada HQ da Periferia com Alexandre de Mayo e Marcelo d Salete:
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=3eWvT0sLq3Q’]

    Como surgiu o Boletim do Kaos?
    Eu tinha uma ideia de fazer uma revista sobre Literatura Periférica por ter visto nascer a Cooperifa, O Buzo, e o Ferréz. Aí, me juntei com Buzo, que conseguiu um patrocínio da Itaú Cultural e resgatamos o nome do Fanzine que ele fazia. Mas infelizmente o patrocínio acabou e tivemos que parar com a publicação.

    Você é um polivalente nato, como é trabalhar ao lado de outro polivalente, como Alessandro Buzo?
    Além da gente trabalhar junto somos vizinhos tambem, mas com essa polivalentia nossa  as vezes ficamos meses sem se ver.
    Mas semana passada fizemos um churras nervoso.

    Fale um pouco sobre seus trabalhos na Folha, Catraca Livre e Revista Raça…
    No Catraca Livre e Folha faço videorreportagem sobre o que tem de gratuito ou a preço popular na cidade de são paulo, incluindo mais a parte de cultura. No Catraca também desenvolvo o Jornalismo em Quadrinhos. Na revista Raça Brasil, faço pautas ligadas a arte urbana, educação e hip hop.

    O que é o Projeto Jovens Alconscientes?
    É um projeto que faço a coordenação pedagógica em Heliópolis, a maior favela de Sâo Paulo.
    A ideia do projeto e levar ao jovem informação sobre o álcool. Desenvolvemos varias atividades e pesquisas sérias já comprovaram que estamos mudando a consciência dos jovens da comunidade. A Atividade mais famosa é Balada Black, uma festa que toca funk, rap e eletrônico, e tem um publico de mais 800 pessoas e não entra álcool, mostrando pros jovens que é possível se divertir sem beber.

    Como é a experiência de compartilhar o que você faz, ministrando oficinas?
    É bem legal, apesar de não ser uma especialidade minha, mas pra mim sempre foi natural compartilhar o que sei.

    Alexandre, valeu mesmo pela entrevista, tamo junto sempre, gostaria que deixasse uma mensagem aos leitores do Portal Enraizados…
    Salve os leitores do Portal Enraizados, um dos grandes disseminadores de informação do Rio de Janeiro. Vida a longa a esse projeto que vem capacitando muitos jovens a utilizar as ferramentas de comunicação. “O crescimento do nosso Brasil passa pelo domínio dos jovens dos meios de comunicação. Para poder se expressar, se divertir e reivindicar o que é nosso por direito.”