Tag: DorgoDJ

  • Nada acontece por acaso e não existe um destino traçado para nós.

    Nada acontece por acaso e não existe um destino traçado para nós.

    Odeio pensar na ideia de não termos controle sobre a vida, a ideia de que existe um destino nos esperando, é de certa forma assustadora.
    Nossas vidas são baseadas em escolhas, cada um tem o controle sobre sua própria vida e as escolhas nos levam a determinados destinos.
    O que é chamado de acaso é na verdade, as escolhas de outras pessoas te levando a outro destino, isso por que vivemos em sociedades capitalistas e sempre um pequeno grupo de afortunados fazem escolhas que vão afetar vidas de milhares de pessoas.

     

    As minhas escolhas podem não garantir o meu próprio destino.

    Vou me usar como exemplo, eu escolhi ser Dj, trabalhar com isso, viver disso, mas sou obrigado a trabalhar em coisas completamente diferente, para pagar as contas e por comida dentro casa, fazendo com que, muitas vezes eu não consiga exercer minha função como Dj mesmo dando o máximo do máximo, mas eu não abaixo a cabeça, as minhas escolhas coincidiram com as de outras pessoas e me trouxeram aqui, basta eu saber disso pra focar em priorizar minhas escolhas e deixar bem claro que, eu vou viver como Dj, vou ser um dos mais brabos e ter meu trampo valorizado.
    Essas são minhas escolhas e esse será meu destino.

    Faça suas escolhas, pense antes de tomar decisões.

    Antes de votar em qualquer político por ter colocado asfalto ou por ter lhe dado 50 reais, pense em quanto isso pode mudar a sua vida, pense em tudo que você já abriu mão por um misero salário mínimo e principalmente estude as propostas antes de se decidir.

     

     

    #MudarDeOpiniãoéLegal !!

    #ForaTemer

  • Em aniversário de 2 anos RapFree Jazz presenteia a Baixada Fluminese

    Em aniversário de 2 anos RapFree Jazz presenteia a Baixada Fluminese

    O RapFree Jazz é um evento realizado pelo Coletivo FALA a dois anos, com o intuito de ser itinerante e levar os acontecimentos da Baixada Fluminense para a própria Baixada através das artes.
    Quando eu digo artes é porque o RapFree Jazz faz uma junção de todas as artes, se tem alguma expressão artística que ainda não rolou no evento é porque ainda não passou na cabeça deles, mas quando passar…
    Em seus dois anos de vida o RapFree Jazz já teve diversas intervenções artísticas como:
    Rap com dj e mc, break, graffiti, exposições de fotos, artesanato, projeções, poesia, bandas de diversos gêneros e até mesmo esporte já rolou no Free Jazz.

    O RapFree Jazz é a troca de conhecimento, de afeto, de curiosidade e de música, é um evento que engloba muitos âmbitos, é voltado pra cultura do Hip Hop mas ao mesmo tempo ele abraça outros públicos, pois além do Rap, rola Funk, Reggae, samba, entre outros.

    A principal propostas do evento é a Jam Sessions onde os Mc’s rimam em cima, fazendo improvisos ou mandando um som, muitas vezes rola até a final da Batalha em cima da Jam, como já presenciei e foi simplesmente mágico.

    A próxima edição do RapFree Jazz será no próximo sábado dia 16 de Setembro a partir das 18:00 horas na Praça do Galo, Duque de Caxias, será a edição de aniversário com direito a uma Batalha de Mc’s temática com Dj Jeff Jay, batalha all style com Dj Tecnykko no comando das pick-ups, exposições, dança com grupo MOVIMENTE-SE, apresentação Acústico do Mc Silva KS e pra fechar com chave de ouro, intervenção do Literatura das ruas, com direito a uma biblioteca comunitária, distribuição de poesias ou letras de rap dos artistas locais e shows de Dorgo Dj e Einstein Mc.

    Se você já conhece o Coletivo Fala ou o RapFree Jazz não precisou nem ler essa coluna pra decidir ir ao evento, mas caso você ainda não conheça presencialmente, não deixe de ir, porque depois vai ficar chorando arrependido.

     

    Baixada Fluminense no bagulho!!!

  • Baixada Fluminense é sinônimo de empreendedorismo

    Baixada Fluminense é sinônimo de empreendedorismo

    A Baixada Fluminense tem um dos maiores índices de desemprego do país, segundo dados da Casa Fluminense divulgados em Abril de 2016, cerca de 195 mil pessoas ficaram desempregadas nesse período, de lá pra cá o índice só aumentou, hoje são cerca de 1.300.000 desempregados.

    Com tantos desempregados, não só na Baixada Fluminense, mas em todo o país, acaba se destacando quem pensa fora da caixinha.

    Pensar fora da caixinha não é algo simples, sair da zona de conforto é tão difícil quanto arrumar um emprego, mas mesmo em tempos de crise alguns conseguem, e nesse caso, pensar fora da caixinha é empreender.

    Empreendedorismo é ter a disposição de resolver problemas, ter ideias inovadoras, habilidade de organizar e liderar pessoas, mas a parte principal é ter determinação.

    Para os moradores da Baixada Fluminense empreender não é novidade, pois eles só tem duas escolhas: ser um trabalhador comum que enriquece o patrão; ou empreender pra ter uma vida melhor e mais digna. Lógico que não é fácil, mas pra quem vive na margem tudo é difícil e mesmo com tantas dificuldades pode se ver um aumento considerável no empreendedorismo da região.

    A juventude é a principal responsável por esse aumento, tendo em vista o quanto é difícil ganhar dinheiro, os jovens apresentam ótimas ideias de empreendedorismo com o passar do tempo. Temos ótimos exemplos como: o Bh Studio que é um estúdio onde o músico pode comprar desde o instrumental até gravar e lançar um videoclipe; o Brechó Original Bxd que é um brechó itinerante e online já há bastante tempo e pretende lançar sua marca Original Baixada no próximo ano; a Páia da Boa que  foi criada pelo Mc e Beatmaker, Gustavo Baltar com o intuito de ser sua fonte de renda e hoje já é um negócio mais bem estruturado, trabalhando com encomendas e com vagas abertas para revendedores.

    Se estiver desempregado e se interessar em ser um revendedor Páia da Boa pode entrar em contato com Baltar ou Dorgo.

    Existem outros empreendimentos que não foram citados mas que tem um impacto positivo assim como esses, no próximo domingo dia 3 de Setembro acontecerá a Feira Gambiarra na Praça do Skate de Nova Iguaçu com exposição de artesanato, brechós, culinária caseira e artesanal. Uma grande parte desses empreendedores estará lá pode ser uma ótima oportunidade de conhece-los, fazer umas comprinhas consciente nos brechós, comer umas delícias culinárias e curtir as apresentações das Dj’s Moonjay, Lari Hill e kakao. Vale apena conferir!

    Se você gostou da coluna, leia as últimas onde falei sobre o transporte público e a cultura na Baixada Fluminense e na próxima quinta tem mais.

    Nunca desista do seu sonho, independente de qual seja esse sonho, você pode realiza-lo.

    Nunca ignore uma ideia, são das ideias mais loucas que nascem as melhores coisas.

    Nunca duvide de você, pois apenas você pode se impedir de conquistar o que quer.

  • Conheça o projeto Literatura da Ruas

    Conheça o projeto Literatura da Ruas

    O Literatura das ruas é um projeto que tem como objetivo mesclar a literatura com as artes das ruas, através de intervenções literárias em eventos de cultura urbana como: rodas culturais, saraus de poesia, entre outros.

    As Intervenções literárias contam com:

    • Uma biblioteca comunitária que incentiva a troca de livros e o consumo da literatura marginal produzida nas periferias do Brasil.
    • Distribuição de poesias e letras de rap, de artistas da Baixada Fluminense.
    • Apresentação de um(a) DJ e um Pocket Show.

    Em sua primeira edição terão 6 intervenções em diferentes cidades da Baixada Fluminense, que culminarão em um grande evento na praça Zumbi dos Palmares; onde haverá shows, batalha de mc’s, slam de poesia, DJs, entre outras atrações. O line será composto pelos artistas das cidades visitadas, visando fazer um intercâmbio artístico e cultural.

    Antes de ser Literatura das Ruas o projeto se chamava “Banca Ohana Livros, uma biblioteca comunitária dentro do Festival Caleidoscópio, foi idealizado por Carol Tavares aka DJ Moonjay e criado com a ajuda de Marlon Gonçalves aka DorgoDJ.

    Moonjay sempre sonhou em ver uma biblioteca comunitária em seu bairro e através do Enraizados esse sonho se tornou real. Na primeira edição os livros foram levados e organizados em caixotes de madeira, cerca de 80 livros conseguidos em doações; no final do festival havia cerca de 80 livros como no início, porém eram outros livros, o público abraçou a ideia da biblioteca de “trocar livros”, além de consumirem literatura, eles contribuíram para que outras pessoas também pudessem consumir.

    Dorgo DJ conta um pouco sobre o know-how de ter uma biblioteca itinerante:

    “Nossa experiência nos faz crer que a juventude gosta de ler, ao contrário do que algumas pessoas acreditam; contudo, o difícil acesso a um conteúdo específico, que seja realmente interessante para estes jovens, faz com que os mesmos acabem buscando satisfação em outras formas de cultura.

    Acreditamos que proporcionar um espaço onde livros escritos por pessoas com histórias de vida parecidas com a nossa realidade, com temas interessantes, estejam disponíveis nos locais onde a juventude já ocupa, sem custo, apenas com o compromisso de devolver ou passar adiante em outra biblioteca móvel, pode transformar a relação entre os jovens e os livros. Além de incentivar a leitura, valorizar os escritores marginais e incentivar a criação de uma rede de bibliotecas móveis, sabemos que o hábito de ler trará benefícios para a juventude, como o desenvolvimento de um pensamento crítico e estímulo da criatividade.

    A primeira intervenção do Literatura das Ruas foi no Festival Caleidoscópio e novamente foi um sucesso, a próxima será no Rap Free Jazz em Duque de Caxias, no dia 16 de Setembro, com muitas novidades. Se você quer saber mais ou contribuir de alguma forma para o projeto, fique atento nas redes sociais.”