Tag: internet

  • Neo Humor Nonsense

    Neo Humor Nonsense

    Aqui no Brasil, um dos assuntos que mais são visitados na internet são os conteúdos de humor, e já temos até alguns clássicos como Jeremias , Marli ou Lindomar – O subzero brasileiro! E esse boom de canais de Youtube só contribuiu para a visibilidade de gente produzindo humor acidental ou profissionalmente.

    Hoje eu identifico alguns grupos colocando o  Non Sense como pauta de seus programas. E como o Non Sense não sugere muito roteiro, você consegue ver uma liberdade criativa nos videos dessa galera.

    Existe uma abuso estético de recursos de edição como transições toscas, recortes de outros programas e o clássico e idolatrado por mim chroma key.

    [Satirismo.org]

    É um grupo que realiza diversas esquetes com personagens diferentes. Dentre eles temos “A Turma do Thiaguinho”, “Sujidades”e o mais recente deles “Muito prazer, pintura (com Mario Copelli)” que faz piadas com a cultura das artes visuais.

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    Magalzão Show / Show Show

    Rodrigo Magal, mais conhecido como Magalzão é um dos figuras do Anões em Chamas que já produziram pérolas como o CSI Nova Iguaçu, mas que hoje é mais um “lado b” da turma do “Porta dos Fundos”.
    O Magalzão Show contava com algumas mico esquetes por episódio que na maioria das vezes gravado no seu apartamento tinham como objetivo zuar os vlogers, gatinhos, a si mesmo e outras aleatoriedades da vida!
    Já o Show Show veio revolucionar com um programa onde o público liga para participar e responder ao tema do dia.

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    O Último Programa do Mundo

    Por último, mas não menos interessante, o Último Programa do Mundo foi o último programa da extinta MTV Brasil. Criado pela TV Quase, Daniel Furlan e Juliano Enrico brincam com todo o acervo da MTV de forma anárquica e revolucionária. Hoje eles estão continuam na internet com diversas participações especiais, entre eles Rogério Skylab e Pereio.
    Criaram o quadro “Frases que valem tapa na cara” e

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  • Cultura da Baixada: a internet como aliada ou “agora entrou a cabecinha…”

    Cultura da Baixada: a internet como aliada ou “agora entrou a cabecinha…”

    Quando digo que mantenho um altarzinho em casa dedicado à Internet, pode parecer um exagero, uma figura de estilo, e quando digo que a Baixada sempre produziu uma arte bastante contemporânea muitas vezes fica soando como uma frase populista, dessas de se jogar pra plateia.

    Mas, não; é isso mesmo. Vivo rendendo orações de gratidão no mínimo ao São Tim Bernes-Lee, inventor da web. E cada vez mais me convenço de que não é coincidência o momento de explosão criativa que a região aqui está vivendo e que pode ser conferido facilmente pelas redes. Aliás, essa análise se aplica às periferias de um modo geral, mas concentro o papo na Baixada por ver de perto como o caldo aqui é grosso e nutritivo à vera.

    Não é à toa que quando a Internet começou a se popularizar no país foram as periferias que começaram a se apropriar das possibilidades da rede com maior força e ousadia. É como se naturalmente a ficha caísse de que essa janela era a entrada de ar que faltava no cenário em geral sufocante e sufocado do cotidiano de quem nunca deixou a peteca da cultura cair.

    Provavelmente, essa apropriação tem a ver com alguns aspectos da própria natureza que as ferramentas da tecnologia digital nos possibilitou.

    Por exemplo: a cultura aqui sempre foi multimídia.

    Via de regra, os saraus, shows, intervenções artísticas sempre reuniram as linguagens artísticas no mesmo espaço: música, poesia, esquetes teatrais, zine, fotografia… Tudo juntomisturadex. E essas produções sempre foram colaborativas, muito antes dessa palavra invadir o dia a dia de todos.

    O som de um, com o microfone e a caixa de baixo do outro, a arte gráfica do amigo, as luminárias de fulana, a comida da mãe do sicrano, o trabalho de elétrica do cara da rua, os instrumentos do parceiro musical, a xerox tirada no trabalho do camarada… Colaboração sempre foi próprio da natureza de tudo o que foi feito, provavelmente uma adaptação dos eventos culturais às tecnologias pedagógicas do mutirão e da viração de laje.

    Também a arte produzida aqui sempre flertou com a interatividade, em maior ou menor grau, dependendo de quais eventos; na poesia e no vídeo dos anos 1980 isso era uma característica muito comum, por exemplo.

    Esses são alguns dos aspectos que podem elucidar porque a invasão ao universo virtual foi tão forte e marcante para a região. E certamente contribuíram para que as redes sociais refletissem posteriormente essas características.

    O que parece ficar claro é que a questão complicadora toda era mesmo de narrativa, de meios de difusão das cenas pulsantes que surgiram em vários momentos e em vários cantos.

    No cenário desolador de antes da web como se construíam as míticas? Como se entrava em contato com a cena musical da Baixada? Só existiram bares e points culturais fodas no Baixo Gávea? Quem escrevia sobre o quê de onde? Como se chancelava o que era descolado, cult, contemporâneo? Quem aparecia no cadernos culturais dos jornais?

    O esforço no meio cultural exigia um trabalho extra de deslocamento físico e poucos casos conseguiam furar barreiras e contar a história que estava sendo feito ao mesmo tempo em que acontecia. Dois casos emblemáticos são o da cena poética marginal de Nova Iguaçu que a professora Heloísa Buarque de Hollanda detectou e acabou meio que apresentando essa movimentação para o ambiente da classe média do Rio na época.

    E o fluxo Rio de Janeiro-Belford Roxo que foi forte o suficiente para apresentar para o mundo a cena do reggae que estava sendo feita naquele momento da meiúca dos oitenta no Centro Cultural Donana. Mas muita, muuita mesmo, história só começou a ficar conhecida depois, sobretudo depois do advento da Internet e principalmente, depois das mídias sociais.

    E agora lascou.

    Bastou despontar um comecinho de superação da barreira midiática e pronto, a cultura produzida na Baixada vem aí saltando para um pujante protagonismo no Estado e no país. Momento que ainda é visto com certa desconfiança na própria terra, principalmente pelos grupos detentores do poder local; mas que já mostra frutos e aponta caminhos arejados para região.

    ‘té+

  • Sepe apoia participação dos Black Blocks nas manifestações

    Sepe apoia participação dos Black Blocks nas manifestações

    Uma matéria interessante que assisti no Terra TV que trago aqui hoje para a nossa reflexão diz respeito à criminalização dos Black Bloc nas manifestações do Rio de Janeiro. De forma geral, tanto o Estado, através de seu aparelho repressor, neste caso, a polícia, vem vandalizando os grupos e coletivos de manifestantes, quanto alguns agentes da imprensa.

    No caso da POLÍCIA: São usados ARMAS que eles consideram não letais contra pessoas civis desarmadas e nesse âmbito, o que os Black Block fazem é jogar de volta as bombas, jogar pedra em quem atira neles com as chamadas balas de borrachas e sprays de pimenta. Os policiais que sempre estão de armadura e capacete contra-atacam com mais tiros, bambas, cacetetes e outros equipamentos de repressão de massas organizadas e os manifestantes ainda foram proibidos, pelo judiciário, até mesmo de usarem máscaras de protesto no rosto que não protegem eles contra os tiros e os sprays da polícia.

    No caso da IMPRENSA: A maioria da nossa imprensa marrom, vandaliza os manifestantes jogando a opinião pública contra eles dizendo que eles promovem quebra-quebra, quando na verdade, já estamos cansados de saber que existem vários policiais disfarçados de manifestantes fazendo esse trabalho, os chamados P2 que de vez enquando são identificados pelos próprios manifestantes e entregues ao vivo via Midia Ninja e outros narradores independentes que acompanham esses eventos e transmitem ao vivo pela Internet; Internet esta que, aliás, têm mostrado uma programação infinitamente superior à da TV enganadora, repressora e manipuladora da opinião pública. Uma boa alternativa pra quem não quer ficar nas mãos desses farçantes!

    Os professores estão gratos pela ajuda recebida dos Black Blocks e reconhecem a legitimidade de seus atos, apesar de não aprovarem a depredação de patrimônios como forma de protestos, mas, a fala dos mestres oprimidos no sentido de fazerem uma frente de defesa dos professores nas próximas manifestações me faz pensar o seguinte:

    _ Será que teremos a criação de um Teacher Block ou Black Teacher?

    Pena que os filhos do Paes e do Cabral não estudam nas escolas públicas, senão eles rapidamente se preocupariam em resolverem mais esse problema da nossa educação.

    Por último, mas não menos importante, quero fazer uma proposta: Os políticos, de forma geral, deveriam ser obrigados por Lei a usarem todos os serviços públicos, sem excessão, inclusive os colégios e os hospitais públicos e não usarem planos de saúde e escolas particulares. Dessa forma, creio que teríamos menos problemas nessas e em outras áreas, além de refrescar bastante o orçamento dos 3 poderes.

    Até breve.

  • Sobre a prisão das redes sociais.

    Sobre a prisão das redes sociais.

    O que fazer quando o youtube para?!!!… A nossa sociedade AINDA não tem resposta a essa questão.

    Algumas ferramentas de internet (principalmente as redes sociais) se tornaram tão presentes na nossa vida que as vezes se confundem, na nossa cabeça, com a própria internet, e fica difícil viver sem ela, pelo menos é o que se imagina; até que falha e somos obrigados a vasculhar o universo da web em busca de altenrativas.

    Estou falando isso porque hoje (04/06/13) fui assistir a um vídeo que o Dudu de Morro Agudo postou ontem sobre a nossa turnê que estamos fazendo aqui na França e para a minha surpresa eu não consegui assitir no Youtube; Então DMA me mandou a letra, abre em outro browser, abri no Safari e não consegui mesmo assim, só então eu me dei conta de que o gigante Google, pode ter um calcanhar de Aquiles. Sim é possível que todo esse aparato de tecnologias que se multiplica sobre o comando de seus criadores Sergey Brin e Larry Page não consiga dar conta dos seus milhões de usuários que postam miríades de terabites de vídeos em seus possantes servidores de vídeo.

    É difícil, mas as vezes acontece, e de vez enquando ficamos sem Facebook, Gmail, Youtube e outras superverdades absolutas que nos impõe os poderosos da internet.

    Preparem-se para de vez enquando ficarmos sem esse tipo de serviço, por isso devemos, como bons usuários que somos, buscar sempre novas ferramentas que nos possibilite avançarmos cada vez mais no uso da internet, pois a mesma arma que derruba ditaduras, também aprisiona.

    Por isso, busque sempre alternativas no uso da web.

    LIBERTE-SE, pare de se Googlar nesse mundo Facebookiano de Twittolices e outras redes prisionais. Não transforme a sua vida em uma INFernet.

    Esse é o vídeo que tentei ver, tenta aí, vai que o servidor já destravou:  http://www.youtube.com/watch?v=LMVrelTOKe8

  • Seleção de monitores/bolsistas para o Telecentro do Enraizados

    Seleção de monitores/bolsistas para o Telecentro do Enraizados

    ENCERRADO

    O Movimento Enraizados está com inscrições abertas para vagas de – dois (02) – monitores para o Telecentro Enraizados.

    A bolsa é de R$ 241,50, paga diretamente pelo Banco do Brasil. Os(as) interessados(as) devem enviar curriculo para o email “telecentro.enraizados@gmail.com” até o dia 03 de outubro, os(as) pré-selecionados(as) serão avisados(as) no dia 04 de outubro por email e/ou telefone e a entrevista será no dia 05 de outubro.

    Os(as) selecionados(as) serão avisados(as) no dia 06 de outubro de 2010 através de email, telefone e com publicação no Portal Enraizados (www.enraizados.com.br).

    OS REQUISITOS BÁSICOS PARA PARTICIPAR DA SELEÇÃO SÃO:
    • Jovem de 16 a 29 anos, morador da comunidade de Morro Agudo e adjacências;
    • Ensino médio completo, ou estar cursando ensino fundamental ou médio, prioritariamente técnicos de informática;
    • Dedicação de 6 horas por dia, ou 30 horas semanais, incluídas 2 horas diárias de participação no curso a distância, durante doze meses ininterruptos;
    • Ser brasileiro, ou estrangeiro em situação regular no país;

    O QUE É MONITOR DE TELECENTRO?
    O monitor é a pessoa responsável pelo atendimento ao público no espaço do telecentro, auxiliando e propondo processos que permitam aos frequentadores fazer uso das tecnologias da informação e comunicação disponíveis de maneira articulada ao desenvolvimento da comunidade. Ao receber a bolsa o monitor, além de atuar no espaço do telecentro, participará do Curso de Formação de Monitores do Telecentros.BR, oferecido pela Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital. O Curso incentivará o uso das tecnologias da informação e comunicação como ferramentas para alavancar transformações sociais na comunidade em que o monitor está inserido.

    A bolsa concedida pelo CNPq/MCT terá duração de 12 meses e estará vinculada à participação nas atividades do Curso de Formação. Ou seja, só permanece com a bolsa quem participar da formação, além de realizar as suas tarefas no telecentro.
    SÃO CARACTERÍSTICAS DESEJÁVEIS:
    • Liderança;
    • Capacidade de comunicação e diálogo;
    • Trajetória de envolvimento participativo na comunidade;
    • Capacidade de mobilização;
    • Afinidade/disposição para lidar com as tecnologias;
    • Capacidade de interpretação de textos;
    ATIVIDADES BÁSICAS DO (A) MONITOR (A) DO TELECENTRO
    – Participar de todos os módulos e atividades do curso da Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital;
    – Atender ao público por, no mínimo, 20 (vinte) horas semanais;
    – Promover o uso efetivo das tecnologias da informação e comunicação no desenvolvimento local em suas múltiplas dimensões;
    – Trabalhar ativamente para que toda a comunidade local, independentemente de grupo, filiação partidária ou religiosa, idade, escolaridade e outros elementos de diversidade, aproprie-se do espaço do telecentro para seu uso e benefício;
    – Promover atividades de formação junto aos usuários;
    – Incentivar a criação de projetos de desenvolvimento comunitário em diversas dimensões, mediante regras preferencialmente definidas pelo Comitê ou Conselho Local do telecentro,
    conforme as especificidades locais;
    – Zelar pelo funcionamento do telecentro de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR (em anexo);
    – Apoiar os usuários na navegação livre e assistida;
    – Zelar pelas boas condições dos equipamentos disponíveis no Telecentro da unidade;
    – Relatar para o gestor ou responsável pelo Telecentro sobre os eventuais problemas técnicos (software e hardware) que aconteçam;
    – Elaborar o relatório individual mensal de atividades, de acordo com as orientações da Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital;
    – Colaborar com as atividades de avaliação do projeto;
    – Registrar sistematicamente informações no sistema de monitoramento do Programa Telecentros.BR;
    – Cadastrar usuários e manter registro atualizado dos atendimentos realizados;
    – Trabalhar colaborativamente com o gestor, outros monitores e demais atores envolvidos no Telecentro;
    OBS 01: Os(as) interessados(as) que tiverem dúvidas podem deixar comentários neste post que os responsáveis responderão diariamente, as atualizações serão tres vezes ao dia, inclusive aos sábados e domingos;
    OBS 02: As dúvidas podem ser retiradas também através do telefone (21)2768-2207
    OBS 03: Os curriculos devem ser enviados somente para o email “telecentro.enraizados@gmail.com”, não sendo considerado curriculos que chegarem em outros emails da organização.