Tag: Luiz Carlos Dumontt

  • Direito ao contraditório.

    Direito ao contraditório.

    Nesta eleição tenho reparado que alguns colegas tem reclamado muito de serem hostilizados por pessoas nas redes sociais porque votam em um candidato diferente do seu algóz. Então eu fiquei imaginando o porque disso acontecer e comparei com o que anda acontecendo agora no Brasil e cheguei à seguinte conclusão:

    Antigamente o Brasil me parecia mais calmo e controlado, as pessoas respeitavam as autoridades e eram mais tolerantes uma com as outras, não é verdade? Mentira.

    Na verdade ninguém respeitava as autoridades, elas tinham medo, isso porque as autoridades se impunham como os senhores absolutos de tudo e de todos, quando não era pela ditadura era pelo excesso de polimento e de dinheiro escandalosamente “esfregado na cára” dos brasileiros, um exemplo clássico disso era o do presidente Collor e do FHC, que aliás até hoje é chamado de presidente pela imprensa. A diferença aconteceu quando um operário ascendeu ao poder e todo o mundo midiático começou a achar que ele merecia menos respeito que o seu antecessor, muitas vezes chamando-o simplesmente pelo apelido que depois foi incorporado ao seu nome “LULA”. Uma verdadeira contradição.

    Quanto à tolerância, isso nunca aconteceu, na verdade nunca toleraram, preto, homossexuais, prostitutas, pobres e tudo o que fosse diferente dos que usavam e abusavam do poder, a diferença era que eles eram absolutos, não disputavam espaço político com alguém que defendia essa “gentinha”. Me lembro que uma vez eu fiz um comentário negativo sobre uma matéria nitidamente tendenciosa contra o governo e logo fui xingado de todas as formas por alguém anônino que se valeu disso para me humilhar publicamente, depois de tentar o diálogo, ví que não adiantava de nada e deletei meu comentário de lá e fui fazer outra coisa muito mais útil do que discutir com gente mau educada e reacionária.

    É bom lembrar que uma democracia não se constrói com a exclusão, opressão ou supressão do contraditório, muito pelo contrário, uma democracia de verdade se faz pelo debate e comparação de propostas, mas ao invés disso, nos deparamos com uma chuva de intolerância ao diferente, novo e inusitado. Quem não quer o debate, tenta reprimir a livre manifestação do pensamento para fazer valer à força as suas idéias, que na maioria das vezes, nem deles são, são de alguém que eles não conhecem e nunca irão conhecer. Isso nem burrice é, pra chegar a ser burrice tem que melhorar muito.

    Sigamos.

  • O que realmente importa

    O que realmente importa

    Se perguntar o que realmente importa é a melhor forma de se fazer aquela faxina mental que tanto precisamos de vez enquando em nossas vidas, eu me lembro bem de quando eu era adolescente, tudo me parecia tão claro, simples e fantástico ao mesmo tempo. O mundo se mostrava pra mim como um cavalo xucro que um monte de incompetentes mais velhos não conseguiram domar, e eu, iria mostrar como era fácil fazer isso; para executar esse meu objetivo, eu tinha um plano infalível que eu poderia colocar em pratica assim que eu quisesse, pois já estava tudo bolado e engatilhado.

    Hoje eu me pergunto – o que os novos adolescentes pensam de mim? Tomara que eles não pensem de mim, a metade do que eu pensava dos adultos da minha época. Talvez, só talvez, eu fosse  inocente demais, ou então, quem sabe, eu fui ficando inocente a medida em que o tempo passou. Mas, depois de tantos combates com fantasmas ocultos nos porões do meu coração, eu me pego novamente com a pergunta: _ Mas, o que realmente importa mesmo?

    Depois de tanto tempo eu não me acho incompetente por não conseguir responder com exatidão a essa pergunta que ecoa infinitamente no meu ser. Essa pergunta me faz ver o quanto eu amadureci de lá pra cá ao mesmo tempo em que desvenda a minha inocência diante da complexidade da vida.

    Pra combatê-la, eu criei uma outra pergunta: Realmente importa, saber o que importa?

    Não sei!

    Sei não!

    Sei lá!

  • Definindo Metas

    Definindo Metas

    Antes de começar o assunto: META, façamos uma rápida revisão de conceitos:

    Objetivo = O que você quer fazer (de forma mais geral).
    Ex.

    Objetivo Geral: Capacitar 150 alunos de Morro Agudo nas artes integradas do hip hop.

    Objetivo Específico = Quais são as formas que você adotará para alcançar o seu objetivo;
    Ex.

    Objetivo Específico 1: Capacitar os alunos nas técnicas do DJ, Rap, Graffiti e Break;

    Objetivo Específico 2: Promover a discussão das alternativas de arte/cultura/entreternimento no bairro com os moradores da região, pensar a cultura hip hop local como elemento agregador de outras artes praticadas no bairro, transversalizando com a juventude;

    Objetivo Específico 3: Promover o intercâmbio artístico entre as diversas gerações da cultura hip hop;

    Dessa forma, fica entendido que no curso de hip hop haverão 3 eixos para o aprendizado:
    1) Capacitação nas Técnicas de cada arte;
    2) Debate;
    3) Intercâmbio;

    Sabido disso, vamos às metas:

    Qual a diferença entre o objetivo e a meta?

    Funciona, mais ou menos, como nas imagens do cinema:
    Plano Geral: Mostra um ou mais personagens com imagens que se estendem dos pés à cabeça;
    Plano Americano: Mostra um ou mais personagens da cabeça até a altura da coxa;
    Plano Médio: Mostra um personagem da cintura pra cima;
    Plano Close Up: Mostra um único personagem da cabeça até a altura do peito;
    Plano Detalhe: Mostra uma parte do corpo do personagem, como a mão, ou a boca, ou o reflexo da luz nos olhos, e assim por diante;

    Enquanto o objetivo é o seu foco, mais ou menos como se você estivesse olhando alguma coisa de mais longe, como no Plano Geral do cinema; a meta é um ponto de vista mais específico, como no Plano médio, onde você só é possível perceber um único personagem/ação por vez, porém com maior clareza.

    Uma meta bem feita precisa ter dois elementos bem definidos:
    – Tempo;
    – Espaço.

    Para explificar melhor, peguemos um dos objetivos específicos anteriores e vamos definir as suas metas:

    Objetivo Específico 3: Promover o intercâmbio artístico entre as diversas gerações da cultura hip hop;

    Meta 1: Realizar encontros em Morro Agudo entre os alunos do projeto e artistas convidados da cultura hip hop durante o ano de 2014;

    Meta 2: Participar de encontros de instituições parceiras da região metropolitana do RJ durante o período letivo de 2014;

    Pronto já temos 2 (duas) metas para o objetivo específico 3, que compõe um dos fragmentos do objetivo geral, traçado lá no início deste post.

    Portanto: Meta é uma ação específica que somado a outras irão levá-lo a concluir um dos seus objetivos específicos.

    Sendo assim, começamos da visão macroscópica para a microscópica, do geral para o específico, do genérico para o detalhe. É como se olhássemos algo de longe com um binóculo e na medida em que mudamos a lente que enxergamos esse algo, vemos com mais nitidez e maiores detalhes esse algo, podendo explorar esse olhar em diversos ângulos em diferentes níveis de detalhes.

    Essa ação, de descrever algo que se vê ou se imagina, partindo-se do genérico para o detalhe, comporá um mix que chamaremos mais tarde de projeto.

    Sorte & Paz, sempre!

     

  • A importância do Foco

    A importância do Foco

    Talves você esteja dizendo a si mesmo, eu já sei o que é foco, não preciso ler essa coluna pra saber isso. De fato, muita gente  está cansado de ler sobre foco. Vários livros e cursos nos ensinam a ter foco e eu te digo que se existe uma coisa que não é pra qualquer um, essa coisa se chama, foco.

    Existem coisas que nos atrapalham diariamente e citarei apenas 2 duas delas porque o objetivo dessa coluna não é se estender em um curso, mas, sim te orientar de forma geral rumo ao empreendedorismo cultural.

    Estão prontos? Sigamos:

    O QUE É FOCO?

    Separei algumas definições de foco segundo o Dicionário Online Michaelis para trabalharmos aqui hoje: (…) 6 Centro, ponto de convergência. (…) F. real: ponto em que se forma a imagem real. (…) Estar em foco: estar em evidência.

    Essas 3 (três) definições já nos bastam para entender bem o que é foco.

    Encontrar o ponto de convergência entre o nosso REAL QUERER (desejo) e a nossa AÇÃO EFETIVA para formarmos uma imagem límpida e viva o suficiente em nossa memória, que se torne real pra nós mesmo, a ponto de evidenciar em nossa vida que estamos trabalhando em busca de um sonho que imaginamos ser real, criando um círculo virtuoso em nosso trabalho e dando frutos sempre crescente. Ou seja, precisamos não somente querer e fazer, mas querer o suficiente para fazer com dedicação, amor, afinco e tenacidade; não desistir facilmente, não deixar que assuntos alheios a nossa vontade nos tirem a concentração naquilo que estamos fazendo, não perder de vista o nosso objetivo maior.

    COMO FAZER ISSO?

    Depois de conceituar o que parece óbvio para todos, vamos à prática:

    1. Defina os seus objetivos específicos: Lembra daquele seu sonho que você trabalhou até o ponto em que ele ficou claro e OBJETIVO? Pois é disso que estamos falando, o seu sonho, é o seu objetivo final ou principal. Agora precisamos fracionar esse sonho em pequenas partes que chamaremos de objetivos específicos. Eu já havia dito que o objetivo, foco e meta estão intimamente ligados, na verdade, eu compreendo como sendo uma coisa só, ou melhor, como partes distintas da mesma coisa. O foco tem a ver com a sua concentração no trabalho e na vida, mas também tem a ver com a sua organicidade, a forma como você se organiza. Agora que já definimos o nosso objetivo geral, precisamos quebrar esse objeto em vários fragmentos, como se fosse um quebra cabeças, dessa forma fica mais fácil alcançar as nossas METAS, que falaremos a seguir (em outro post).

    Façamos a seguinte pergunta a nós mesmos:

    – Qual é o conjunto de ações que eu preciso realizar para que ao concluí-las o meu sonho (objetivo) esteja concluído também?

    As suas respostas terão grande chance de serem os seus objetivos específicos, para que isso seja verdade, antes é preciso dar uma lapidada nas suas respostas para torná-las mais eficazes. Lembrando que objetivos específicos geralmente (pelo menos os que ví até hoje) começa sempre com o verbo no infinitivo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Infinitivo), como por exemplo: Realizar, executar, planejar, implementar, pesquisar, contratar e assim por diante.

    2. Crie uma rotina:

    Agora vem a parte mais interessante e ao mesmo tempo extraordináriamente difícil. Uma vez eu lí um livro de um líder religioso (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bhaktivedanta_Swami_Prabhupada) que falava sobre hábitos.

    Encontrei o link do líder espiritual, mas não encontrei o livro que li de sua religião; eu entendi do que eu li no livro, que o ser humano é um ser de hábitos, por isso, uma vez criado um hábito, não se pode retirá-lo da criatura humana, apenas substituí-lo, se você considera um hábito como ruim, você precisa criar um outro hábito (que considere bom) inversamente equivalente ao primeiro, que o substitua.

    Eu li isso, à mais de 30 anos atrás, talvez nem tenha sido isso que ele disse, mas foi o que entendi, sobre o que eu li, do que ele escreveu em um livro que chegou até mim dado por alguém em um ônibus. Rotinas e hábitos tem tudo a ver um com o outro.

    Na verdade, é possível criar hábitos a partir da criação de rotinas, um bom exemplo disso está escrito no livro “O Maior Vendedor do Mundo”, de Og Mandino, disponível em audio neste link (https://soundcloud.com/luiz-carlos-dumontt/o-pergaminho-01-extrai-do-do).

     

    Segundo Og Mandino, para se criar um hábito precisamos de criar uma rotina de no mínimo 30 dias consecutivos, ou seja, sem falhar uma única vez.

    A diferença entre o hábito e a rotina é que o hábito é uma ação automática do cérebro que facilita o nosso dia a dia. Prometo falar de hábitos em outra oportunidade, mas não agora, senão nos desviaremos de nosso foco. Para criar uma rotina, basta criarmos um check list e seguí-lo. O check list pode conter ações puras, quando a ação não demanda prazos ou com datas e até mesmo horas, quando precisamos cumprí-la em um determinado prazo; e um campo para marcarmos a ação que já realizamos.

    Exemplos de check lists (http://www.vertex42.com/ExcelTemplates/checklist.html)

    Com o passar do tempo, algumas rotinas serão automatizadas pelo nosso cérebro, formando hábitos, mas se existe algum hábito que consideramos ruim, então teremos que dar uma forcinha pro nosso cérebro automatizar uma outra rotina até formar um novo hábito que substitua o chamado mau hábito. Falarei disso mais tarde.

    3. Cuidado com a procrastinação:

    Um nome esquisito para uma coisa tão simples. Procrastinar é o hábito que temos de deixar sempre pra depois o que podemos fazer agora. Isso acontece por diversas causas: Medo de errar, serviço enfadonho, não gostamos do serviço, grande volume ou quantidade de serviço e por isso não sabemos por onde começar, prazo pequeno demais para realizar o serviço, prazo longo demais pra fazer o serviço, alguma distração o desconcentra na realização do serviço, ficar esperando outra pessoa fazer, não ter foco no trabalho etc.

    Na verdade, as causas para a procrastinação são as mais variadas possíveis e diversificadas, dependendo da pessoa, do lugar, do momento, do trabalho e outras causas que se ficarmos descrevendo, passaremos o resto desse dia nessa missão e não esgotaríamos o assunto.

    O fato é que isso é poderosamente decisivo na hora de elaborar, executar e realizar projetos, sejam eles quais forem. Todo o mundo procrastina de uma ou de outra forma, o que precisamos fazer é identificá-lo rapidamente, investigar as suas causas e combatê-la imediatamente e com afinco para que consigamos derrotá-la.

    Lembrando que ela voltará de uma ou outra forma. Quando eu falar de hábito, voltarei a falar sobre procrastinação. Por enquanto é só.

    Paz e sucesso, sempre!

    —x—

    ATENÇÃO: quero deixar claro que em nenhum momento o meu desejo é ser a palavra final em coisa alguma, na verdade, estou apenas explanando o meu ponto de vista pessoal sobre o assunto

  • Definindo Objetivos

    Definindo Objetivos

    Na semana passada disse que falaria de objetivo, foco e estratégias com escala. Só que eu reparei que pra isso eu precisarei de mais de uma postagem, senão o post ficará extenso demais e muita gente acabará desistindo de ler essa coluna, então vamos lá!

    Retirei alguns conceitos de Objetivo do Dicionário Online Michaelis para trabalharmos hoje neste texto.:
    OBJETIVO – “(…) 2 Que se refere ao mundo exterior (…) 5 Que expõe, investiga ou critica as coisas sem procurar relacioná-las com os seus sentimentos pessoais (…) sm 1 Meta ou alvo que se quer atingir. 2 Mira, fim, fito (…)”

    O primeiro conceito, relaciona o objetivo à algo externo a nossa alma (sentimento) e o segundo diz respeito a meta e ao alvo que se quer atingir;

    Como assim?

    Tendo essas duas coisas em mente, ficamos assim: Sabemos o que queremos e onde queremos chegar, mas isso não diz respeito à minha intimidade, ao meu self, logo, não me sentirei ofendido ou magoado com os outros quando, por acaso, eles derem algum pitaco no meu negócio. E tenha essa certeza, alguém que você não pediu a opinião vai meter o bedelho no seu negócio para dar palpite. Se isso acontecer, o meu conselho é que você não se ofenda, mas coloque os pingos nos I’s e deixe claro que você não quer que ninguém se intrometa sem ser solicitado, mas cuidado quando falar, porque as pessoas além de intrometidas, são sensíveis também, particularmente se forem algum parente ou amigo, logo, use o bom senso, não seja grosseiro, apenas firme, nos seus propósitos e objetivos.

    Lembre-se: Quanto mais claro for o seu objetivo, maiores serão as suas chances de sucesso. Isso se dá porque você não fica perdendo tempo em saber o que você está fazendo, o que isso significa e pra onde você está indo. Quando se sabe o que se quer, você tem um norte, uma direção que te indica mais ou menos o caminho, mas não se iluda, ninguem saberá pra onde está indo a menos que seja uma espécie de vidente que vê o futuro. Sabemos apenas a direção e no máximo o sentido que estamos tomando, mas não, onde vamos chegar, de fato, nunca sabemos!

    Neste aspecto é importante também ter uma boa dose de coragem para empreender, já que coragem não é ausência de medo e sim o ímpeto de fazer o que é preciso, apesar do medo. Todo o negócio envolve riscos que podemos calcular, mais ou menos e amenizá-lo, mais ao menos também. É possível empreender com uma baixíssima taxa de riscos e pra isso existem técnicas. O objetivo destas postagens não é te ensinar exatamente essas técnicas, apenas apontar direções que você poderá, ou não tomar e encorajá-lo a fazer aquilo que você deseja no sentido e na direção do seu sonho.

    Só para esclarecer o conceito de direção e sentido de que falo de vez enquando aqui é o mesmo da matemática:
    a) Imagine uma estrada de ferro que ligue SP ao RJ; A estrada de Ferro é uma direção que você pode tomar; Os sentidos são 2 possíveis: Do RJ pra SP e de SP para o RJ;

    b) Outro exemplo que podemos tomar é o de uma semi-reta que começa e termina em dois pontos bem definidos, um camado de A e o da outra ponta é camado de B; a direção é a própria semi-reta, os sentidos são de A para B e de B para A;

    Portanto, a direção aponta o caminho e o sentido, o ponto onde estamos e onde queremos chegar. Digo isso porque às vezes leio alguns conceitos que misturam isso de um jeito que não sei se estamos falando de direção ou de sentido

    Voltando ao assunto…

    Mas, não é perigoso empreender?

    Digo apenas que só morre quem está vivo, só ganha quem aposta, só recebe o sim quem tenta sair do não, que já é certo. Portanto, temos duas saídas, ou nos conformamos em sermos infelizes, deprimidos e derrotados, ou tentamos mudar de vez a nossa vida, fazendo justamente aquilo que pode nos levar a consquista do nosso sonho.

    A escolha é sempre nossa, o caminho se faz com as nossas pegadas, mais ou menos como aconteceu com as trilhas indígenas que viraram estradas, como a Estrada de Madureira, por exemplo, que liga a Cidade de Nova Iguaçu à Av. Brasil, oficialmente conhecida como RJ 105.

    Para finalizar, deixo algumas perguntas que você precisa se fazer para que tenha um objetivo mais definido e consequentemente, maior chance de sucesso:

    – Eu sei exatamente qual é o meu objetivo?

    – Qual é o meu sonho?  Onde eu quero chega? O que eu quero fazer?

    – Será que eu estou fazendo a coisa certa, da maneira correta, na medida certa, ou ainda preciso definir melhor a minha direção e o meu sentido, ou seja, fazer uma análise sobre o ponto em que eu estou agora e definir onde eu quero estar daqui a um determonado período de tempo (1, 2 ou 3 anos / meses / semanas / dias)?

    Objetivo, foco e meta tem tudo a ver um com o outro, voltaremos a falar desse assunto na próxima semana quando falarmos de foco e depois quando falarmos sobre metas. Portanto, um objetivo bem definido é a consciência de onde estamos, onde queremos chegar em um determinado período de tempo e quais as ferramentas e ações devemos ter e fazer para conquistarmos o nosso alvo.

    Paz e sorte, sempre!

  • Construção de Parcerias

    Construção de Parcerias

    Em qualquer lugar, em todas as épocas, tudo que o ser humano produziu dependeu de parcerias, isso é de extrema importância falar porque as vezes, aquilo que parece óbvio, na verdade, esquecemos de fazer.

    Como exercício podemos fazer uma dinâmica simples, para isso você vai precisar de um livro e seguir as seguintes instruções:

    1) Feche os olhos;

    2) Pegue o livro;

    3) Abra-o em uma página qualquer;

    4) Encoste a página que você abriu do livro na ponta do seu nariz;

    5) Abra os olhos;

    6) Tente lêr;

    7) Tente por uns 30 segundos;

    8) Agora afaste gradativamente o livro do seu rosto, até o ponto em que fique confortável ler;

    9) Pronto, leia um trecho qualquer do livro.

    10) Agora faste ainda mais o livro até o ponto que você não consiga mais ler o livro.

    10) Pronto. Feche o livro.

    Responda as seguintes perguntas?

    a) Quando você abriu os olhos com o livro encostado na ponta do nariz você conseguiu ler muito, pouco ou nada?

    b) Na medida em que você afastou o livro a sua visão foi se ajustando ao livro, foi ficando mais confortável?

    c) Porque isso acontece?

    A conclusão desa dinâmica é simples: “Quando uma coisa está muito na nossa cara, não conseguimos enxergar com nitidez, é preciso ter uma dose de afastamento para vermos o óbvio, mas, se por outro lado, nos afastamos demais, também não enxergamos”.

    Então, não se aborreça se alguém te falar aquilo que as vezes nos parece óbvio demais, porque todas as informações podem nos ser úteis de alguma forma. Imagine que já fazemos essa coisa, mas nem sempre estamos atentos o suficiente para fazer isso o tempo todo, ou todo o dia, pelo menos, logo, se alguém nos lembra disso, pode ser de grande utilidade.

    Voltemos ao assunto. Construir parcerias é de extrema importância, esse é o próximo passo. Verifique entre os seus contatos por onde você deve começar a sua rede. Enumere as pessoas com seus devidos contatos e em que ela poderá ser útil na sua rede. Catalogue elas por gráu de importância tais como: principal, segundária, terciário ou ouro, prata e bronze e assim por diante.

    Estimule as trocas, se disponha a estar nos lugares onde essas pessoas estarão, auxilie e peça auxílio sempre que necessitar, mas sem exageros, lembre-se, de não ficar sugando os outros e nem de importuná-las, pois ninguém gosta de ser sugado. Fique atento para as solicitações da sua rede, mas lembre-se de priorizar os contatos, pois quem mais pode ajudar, geralmente é quem menos lhe pede ajuda, mas seja solícito. Amplie os seus contatos, conheça mais pessoas e agregue valor sempre. Seja simpático e não grude em ninguém para não incomodar.

    lembre-se de não fazer as coisas aleatoriamente, tenha um objetivo definido. Trabalhe por uma ideologia, isso ajuda a construir redes e fazer coisas interesantes, legais e na captação de adesão, aumentando a rede por ela mesmo.

    Ter uma rede pode ser de grande utilidade para fazer e realizar coisas com pouco ou nenhum recurso financeiro.

    Na próxima semana falaremos um pouco sobre:

    – Porque é importante ter foco;

    – Como e por que construirmos objetivos e estratégias com escala;

     Paz e sucesso, sempre.

  • Entre o Fazer o Que Gosta e o Gostar do Que Faz

    Entre o Fazer o Que Gosta e o Gostar do Que Faz

    Tudo o que você deseja fazer, em tese, pode gerar dinheiro, basta que pra isso você encontre uma forma ideal, ou seja, dentro daquilo que você gosta de fazer, encontrar uma necessidade de clientes potenciais.

    Como assim?

    Explico: Isso é um processo conciliatório entre o que você gosta de fazer e aquilo que você faz e gosta.

    Ou melhor: Você precisa encontrar um meio termo entre o FAZER O QUE GOSTA e o GOSTAR DO QUE FAZ.

    FAZER O QUE GOSTA seria, em minha opinião, fazer aquilo que te dá prazer e pronto, independentemente se dá ou não dinheiro. Já o GOSTAR DO QUE FAZ significaria, nessa linha de raciocínio, estar emocionalmente envolvido com o que fazemos de tal forma que sentimos prazer em realizar determinadas tarefas.

    Isso é muito diferente de fazer o que não gosta e detestar o que fazemos, como a grande maioria das pessoas fazem no seu dia a dia, simplesmente porque põe o dinheiro em primeiro lugar na hora de decidir a sua ocupação ou na busca por emprego.

    O que na maioria das vezes acontece é que as pessoas procuram primeiro uma ocupação qualquer para ganhar algum dinheiro e depois que conseguem, não ficam felizes nem com a ocupação e nem com o dinheiro gerado por ela, e começam a haver desarranjos não somente no trabalho, no descumprimento de tarefas, mas também em outros campos da vida humana como na família, por exemplo.

    Por isso é preciso pensar bem antes de arrumar um emprego qualquer ou fazer uma coisa qualquer só para se ter um dinheiro qualquer. Eu ouço muitas pessoas me pedirem emprego, e um dos elementos que mais me chamam a atenção é quando eu pergunto o que elas fazem, elas geralmente me respondem assim: _Eu faço qualquer coisa / estou aceitando de tudo / comigo não tem tempo ruim / eu não escolho serviço / o importante é trabalhar!

    Quando a pessoa é muito amiga eu pergunto novamente de outro jeito: _O que você gosta de fazer? mas geralmente eu vou embora e digo: _Infelizmente não tenho colocação pra você / quem sabe um dia / pode ser que… / se pintar algo eu te falo!

    Ja cometi o erro de contratar pessoas só porque precisavam, e na hora que eu contratei elas deixaram de precisar e tudo começou a ruir, simplesmente porque ela odiava o que fazia e não fazia direito, ou simplesmente não fazia sem que ninguém vigiasse.

    Então não cometa erros parecidos, simplesmente, antes de empreender a si mesmo ou a alguma empresa, pergunte-se a você mesmo: _ O que eu gosto de fazer? O que eu gostaria de fazer? Como eu gostaria de fazer? Porque fazer? Como o que eu gosto de fazer pode ajudar a outras pessoas? Quem me pagaria para eu fazer o que eu gosto?

    Esse tópico, eu acredito ser um pouco mais complicado, por isso vamos falar disso com mais precisão, vamos desvendar um pouco o pensamento comum ou corriqueiro e comparar com a mente empreendedora e trabalhar de forma a construir uma base sólida para empreendermos cultura de forma inteligente, criativa e principalmente, lucrativa para todos. O cerne da questão está em responder perguntas como essas.

    Grande abraço.

    Até breve.

  • Entre o Real Querer e a Vontade Transitória

    Entre o Real Querer e a Vontade Transitória

    “Somente as lições dos séculos poderão proporcionar ou aquilatar o real querer da juventude, pois somente esta, com sua força empregada na construção da sociedade, poderão traçar o destino do porvir.”

    Me lembro como se fosse hoje da minha primeira greve geral, eu estava na primeira série do segundo gráu, quando entrou em sala uma senhora da coordenação da Escola Técnica João Luis do Nascimento em Nova Iguaçu, onde eu estudava (década de 80 – não me lembro bem a data). Com uma cara brava e um jeito completamente autoritário ela nos olhou de cima para baixo e com toda a arrogância que era peculiar daquela época aos chamados professores, decretou: _ A partir de agora não serão permitidos as meninas virem de saias curtas para a escola.

    Eu nem me lembro mais se ela proibiu de vez a saia ou se não podia vir apenas de saias curtas, mas sinceramente, não me interessava se as meninas viriam de saias curtas ou não, o problema era o autoritarismo predominante, isso era irritante. Eu que sempre fui tímido e reprimido até então, não consegui me conter, mandei a pergunta: _ E as professoras, poderão vir de saia?

    Nem sequer me preocupei com a professora que estava dando aula, eu me lembro bem dela (uma professora que tinha o desprezo geral da turma, mas eu gostava dela). A resposta foi tão seca e autoritária quanto a ordem anterior: _ As professoras poderão vir do jeito que elas quiserem, afinal elas já se formaram, vocês é quem precisam se submeter às nossas regras.

    A segunda pergunta então surgiu tão automática quanto a primeira: Quer dizer que a gente não pode mais ver as perninhas bonitinhas das meninas, mas somos obrigados a ver as pernas feias e cheias de varizes das professoras?

    Então a mulher autoritária deu um sorriso contido no canto da boca e disse: _ Sim, é isso mesmo, amanhã serão barrados todos os alunos que vierem sem o uniforme completo e as meninas que vierem de saia curta também!

    Logo que ela acabou de falar o que quis, nos deu as costas e foi embora, impondo-nos a sua marcha de marechal. Naquele momento, cresceu uma revolta no meu peito tão grande que eu não consegui me conter, uma revolta que não tinha nada a ver com saias e calças, mas com um autoritarismo repugnante. Levantei a voz e comecei a falar contra aquela atitude, logo, logo, outros alunos me seguiram e começamos um motim que começou nas turmas de primeiro ano e contaminou a escola toda.

    No dia seguinte ninguém entrou, fizemos um piquete na frente da escola, mas a coisa já tinha saído do meu controle, parece que existia alguma força política exterior que tinha organizado aquilo tudo, eu servi apenas para acender o pavio, então me retirei e me isolei. Quando acalmou tudo eu escrevi o manifesto acima, baseado em um texto que eu li não me lembro onde. Depois disso me chamaram diversas vezes para vários partidos na minha adolescência, mas apesar da Diretora da Escola me chamar descaradamente de petista, o que pra ela significava o mesmo que baderneiro, eu nunca havia me filiado a partido algum até então.

    O episódio passou, mas a vontade de mudar o mundo nunca saiu do meu coração e aquela revolta deu origem a uma reação em cadeia que me levou a estar aqui hoje escrevendo essas linhas, formou o meu caráter e minha personalidade acida e tácita, me fez trilhar caminhos diferentes da maioria das pessoas que eu conheci, até que eu consegui, finalmente conciliar o meu verdadeiro querer com a minha real vocação, acalmando o meu coração com reflexos em toda a minha vida (Ocupação, Religião e Família) – depois falaremos mais sobre essa base tripartite.

    Quanto ao manifesto da minha adolescência, trago-a a tona hoje para identificar duas coisas distintas, mas que para algumas pessoas parecem a mesma coisa. O “real querer” e a “vontade transitória”.

    Antes de iniciar qualquer empreendimento, sugiro a você que está acompanhando essa série sobre empreendedorismo cultural a buscar em seu mais íntimo querer, o que realmente você deseja. Pergunte a si mesmo, faça-se um interrogatório e demore o tempo que precisar, mas descubra o que realmente te inspira. Comece, investigando o que você mais gosta de fazer e tente associar isso ao mercado de trabalho, busque o que tem a ver com a sua área de interesse. Lembre-se, tudo o que fazemos com amor e inspiração, fazemos melhor, e se fazemos bem, podemos ganhar dinheiro com isso.

    Esse é o primeiro exercício para você que acompanha essa coluna, acredita em mim e tem verdadeiro interesse em montar o seu próprio negócio. Não comece o seu negócio pelo o que dá mais dinheiro, esse é um erro fatal que te levará diretamente ao tédio, ao enfado e ao desinteresse do seu próprio negócio, culminando em muitas das vezes com a falência, ou quando nada, a uma vida infeliz e sem realizações que te engrandeça. Comece o seu negócio, investigando a si mesmo, buscando o seu verdadeiro interesse nas coisas, capacite-se nisso, seja o melhor que você conhece na realização disso e o dinheiro virá naturalmente a medida em que você se auto-realizar naquilo que faz de melhor e se sente plenamente feliz e capaz.

    Vou terminar a explanação de hoje com uma coletânea de frases de internet sobre esse seu primeiro passo. Isso pode servir de inspiração e te ajudar a começar uma nova trajetória. Lembrando que o objetivo dessa colagem é apenas servir como fonte de inspiração e não ser um compêndio ou algo parecido que sirva de referência de coisa alguma, portanto eu não saí conferindo se as referências estão corretas e nem me preocupei de colocar links pra nenhum lugar, pois o objetivo aqui passa longe da investigação.

    Como eu creio que a fé é essencial para uma vida plena, fico com a frase do pastor Luther King das que eu elegí pra hoje, escolha a sua também.

    Continuamos na próxima semana.

    Paz e sucesso, sempre!

    Frases retiradas da Inernet.

    – Se você acredita que pode, você tem razão. Se você acredita que não pode, também tem razão. (by Henry Ford).

    – Tente Mover o Mundo. O primeiro passo será mover a si mesmo. (By Platão).

    – O primeiro passo para atingir o sucesso é acreditar que ele é possível (by Evandro Almeida).

    – Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer (by Mahatma Gandhi).

    – Acreditar que pode acontecer é o primeiro passo para algo ser realizado (sem referência de autoria).

    – Não espere o incentivo dos outros, o primeiro a acreditar no seu sonho tem que ser você! (sem referência de autoria).

    – Parei de esperar que deem o primeiro passo em minha direção, se quero, vou eu de encontro ao desejo (by Cristina Deutsch).

    – Não fique contando as prováveis dificuldades que vai encontrar, pois é possível que desista antes mesmo de começar… (sem referência de autor).

    – O primeiro passo para chegar em algum lugar é decidir que você não quer ficar mais onde está (sem referência de autora).

    – Quando o caminho a sua frente parecer longo e difícil, lembre-se: As mais longas trajetórias começam com um primeiro passo (sem referência de autoria).

    – Acreditar é o primeiro passo para fazer acontecer (sem referência de autoria).

    – Dê o primeiro passo na fé. Você não precisa ver a escada inteira. Apenas dê o primeiro passo. (by Martin Luther King Jr.).

    – O primeiro paso é sempre o mais difícil ( sem referência de autoria).

     

  • ENEM: Prepare-se

    ENEM: Prepare-se

    CARTÃO DE CONFIRMAÇÃO

    O Cartão de Confirmação da Inscrição será enviado antes da data de aplicação das provas, por via postal, para o endereço informado pelo participante no ato da inscrição. No cartão estão contidas as seguintes informações:

    – Número da inscrição;
    – Data, hora e local onde serão realizadas as provas;
    – Indicação do atendimento diferenciado e/ou do atendimento específico (se for o caso);
    – Opção de língua estrangeira;
    – Solicitação de certificação do ensino médio (se for o caso).

    O participante pode consultar ou imprimir o Cartão de Confirmação de Inscrição na página do Inep, informando CPF e senha.

    Caso tenha esquecido a senha, a recuperação será feita no endereço eletrônicohttp://sistemasenem2.inep.gov.br/localdeprova. O participante receberá nova senha pelo e-mail ou por SMS no número de celular informados no ato da inscrição.

    Caso não tenha informado, ou tenha mudado o celular ou o e-mail, o participante deve selecionar a opção “Alterar Dados Cadastrais”, tendo em mãos os seguintes dados fornecidos no ato da inscrição: CPF, data de nascimento, identidade, CEP e cidade escolhida para a prova.

    Veja o passo a passo para a recuperação de senha e alteração dos dados cadastrais.

     

    FIQUE ATENTO

    Os portões de acesso serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário oficial de Brasília).

    Recomenda-se que todos os participantes compareçam ao local de realização das provas até as 12h, de acordo com o horário oficial de Brasília.

    Como são as provas

    O Enem é composto por quatro provas objetivas, com 45 questões cada, e uma redação. Confira os dias das provas:

    Dia 26/10/2013 (1º dia): Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
    Tempo para a prova: 4h30.

    Dia 27/10/2013 (2º dia): Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias.
    Tempo para a prova: 5h30.


    Dicas

    Verifique com antecedência na página do Inep o local de prova para o qual foi designado.

    – Faça o trajeto até o local de prova antes do dia do exame.
    – Compareça ao local de realização das provas até as 12h (horário de Brasília).

     

    DOCUMENTOS VÁLIDOS (CUIDADO com a data de  validade de sua RG)

    Documentos aceitos:

    – Carteira de identidade (RG), emitida por Secretaria de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar ou Polícia Federal;

    – Identificação fornecida por Ordens ou Conselhos de Classe, que, por lei, tenham validade como documento de identificação;

    – Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), emitida após 27 de janeiro de 1997;

    – Certificado de Dispensa de Incorporação;

    – Certificado de Reservista;

    – Passaporte;

    – Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com foto, na forma da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997;

    – Identidade funcional em consonância com o Decreto nº 5.703, de 15 de fevereiro de 2006;

    – Identidade expedida pelo Ministério das Relações Exteriores para estrangeiros.

    Em caso de perda de documento de identificação, o participante deve apresentar o Boletim de Ocorrência com data de, no máximo, 90 dias antes da data da prova.

     

    O QUE LEVAR NO DIA

    Cada participante deve ter em mãos caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. Ela é obrigatória para o exame. O uso de outra cor impossibilita a leitura ótica do Cartão-Resposta.

    Outros materiais, como lápis, borracha e lapiseira, devem ser depositados na embalagem porta-objetos, distribuída a todos os participantes. A embalagem porta-objetos deve ser guardada embaixo da carteira. Os participantes precisam resgatá-la ao final da prova.


    Dicas

    Fique atento aos motivos que podem eliminá-lo do Enem:

    – Qualquer espécie de consulta ou comunicação com outro participante;

    – Utilizar lápis, lapiseira, borracha, livros, manuais, impressos, anotações e quaisquer dispositivos eletrônicos;

    – Utilizar óculos escuros e artigos de chapelaria, tais como: boné, chapéu, viseira, gorro e similares;

    – Deixar a sala de provas antes de decorridas duas horas do início do exame;

    – Receber quaisquer informações referentes ao conteúdo das provas de qualquer membro da equipe de aplicação do exame ou de outro participante.

    Os participantes só podem levar os cadernos de questões nos últimos 30 minutos de prova.

    Os três últimos participantes presentes na sala de provas só são liberados juntos, após assinatura da Ata de Sala.

    Quer saber mais? Acesse o site oficial do INEP e veja TODAS  as dicas oficiais: http://enem.inep.gov.br/index.html

  • Sobre a meRdicina brasileira: Que Venham os Médicos Estrangeiros by @lcdumontt

    Sobre a meRdicina brasileira: Que Venham os Médicos Estrangeiros by @lcdumontt

    Como é que um médico, que nos atende em menos de 15 minutos, sem ao menos olhar pra nossa cara, que não nos toca como se ele fosse ser contaminado por nossa pobresa financeira e que escreve compulsivamente, cabisbaixo, fazendo “humrrum” enquanto tentamos explicar o nosso problema e como se não bastasse tanta idiotice junta, ainda por cima exige ser chamado de Doutor para que entendamos que ali quem manda é ele.

    Essa mesma criatura que não quer se misturar com o povo, que não vai atender nos lugares mais pobres do brasil, que cobra uma fortuna por consulta nas cidades e muitas vezes nos mantém refém como se fossemos um prisioneiro dele, uma espécie de sub-raça que não sabe se curar sozinha.

    Que trata a nossa doença como uma fonte de renda e que por isso nos submetem a tratamentos desumanos em hospitais públicos.

    É prática comum em hospitais públicos, médicos maltratarem mulheres grávidas, cortando-as sem necessidade, falando absurdos pra ela do tipo: _Na hora de fazer, não foi bom? Agora aguenta! É assim mesmo, minha filha, doi mesmo! Eles fazem isso para impor um terror abominável nas parturientes, transformando o ato do nascimento em algo ruim e constrangedor para que da próxima vez ela pague por uma cirurgia. Isso mesmo, eles preferem uma cirurgia porque tem hora marcada, eles não precisarão sair de casa de madrugada para atender a um parto porque é muito demorado e barato, segundo eles. Um trabalho de parto pode durar horas ou até um dia inteiro. Enquanto que eles ganham 10 vezes mais se te cortarem, [uma cirurgia dura, no total, em média 2h] por isso vários deles marcam a cirurgia e alguns com uma antecedência criminosa, se você tem plano de saúde, eles marcam com a antecedência necessária para que o seu bebê ainda precise usar a UTI neonatal por mais alguns dias, afinal, custa uma fortuna a diária. Pra encobrir essa farça eles dizem que você não aguentará um parto natural, enfatiza a dor e chegam a dizer que você não terá abertura, que o seu bebê é grande demais pra passar na vagina etc, a lista de impropérios que eu colhi de várias mulheres é longa e absurda. A médica da minha esposa chegou a enfatizar pra ela que um dos benefícios da cesariana é que você chega sorrindo ao hospital e sai bonita, cheirosa e unha feita, falou horrores de mulheres que tentaram ter normal e na hora pediu a cirurgia [tenho náuseas só de lembrar]. A vida humana é, pra eles, a sua fonte de renda, é preciso maximizar os rendimentos, por isso eles usam o seu conhecimento sobre a medicina pra te reprimir e te deixar sem reação para fazerem o que for melhor [lê-se: mais lucrativo] para ele e para o hospital que te atende.

    Quando você vai levar o seu filho ao médico brasileiro, eles te enfiam guela abaixo o leite em pó, pra você dar ao seu filho, porque eles ganham um lob das empresas de alimento, e te mandam comprar aquela marca que é mais caro, é claro, porque o trabalho tem que ser completo. Te faz acreditar no mito do leite, que o leite te dá cálcio durante a sua velhice, quando já se sabe que é mentira. [veja o vídeo do Dr. Lair Ribeiro sobre o mito do leite – encontrei um link que tem a palestra dele e de uma outra médica cirurgiã plástica Kátia Haranaka que fala da experiência dela com 22 mil pacientes tratados e mais algumas publicações sobre as relações entre o câncer e a ingestão de leite]

    Conheço vários que abandonam os seus plantões nas UPAs da vida e só voltam pra bater o ponto, vão dormir e deixam os pacientes esperando por horas sem necessidade, que fazem conluio com políticos do mal e matadores pra rapinarem hospitais e priorizar atendimentos por indicação. Tem hospitais, que não vou citar o nome por motivo de segurança pessoal, que possuem uma rede de atendimento alternativo, onde quem tem indicação política passa na frente de uma fila, que me parece mais feita de propósito pra te obrigar a buscar o político da região. Chegam a marcar cirurgias hortopédicas urgentes com meses de antecedência. Eu conheço duas pessoas que precisaram e só conseguiram marcar com políticos da área.

    Minha avó estava com um problema na perna, um médico cardiologista ficou comendo R$ 50,00 dela toda vez que ela ia se consultar, sem passar ela pra um especialista naquilo que ela realmente precisava (um cirurgião vascular) ela quase perdeu a perna por causa disso. Ele passava remédios e mais remédios sem resultado, mas não a encaminhou ao especialista da área.

    Alguém já se perguntou por que os médicos brasileiros escrevem aqueles garranchos que temos dificuldade pra ler? É simples para que o cidadão comum se sinta constrangido de tentar ler e não entender, tendo que levar pra um farmaceutico traduzir o que está escrito, dessa forma ele tem um curto período de tempo pra decidir levar ou não o remédio, e muitos acabam levando mesmo sem precisar. Como pode alguém ficar 6 anos em uma faculdade e sair escrevendo daquele jeito? Ele não escrevia assim quando entrou, logo só pode ser proposital, e com certeza não é pro nosso bem, porque alguém iria querer esconder do seu paciente o que está prescrevendo?

    Por último, eu quero citar o impropério dos médicos que acham que tem o domínio sobre a vida do brasileiro, eles não se inscrevem no programa do governo pra levarem médicos para o interior do Brasil, mas tentar barrar a vinda de estrangeiros pra cá. Faça-me um favor, chega de tanta palhaçada. Nem querem ir e nem querem que outros vão, o que eles querem então? Que as pessoas continuem morrendo por falta de atendimento?

    Por essas e outras, que se eu contar ficarei aqui a noite inteira escrevendo sem parar, que dou razão a Antonin Artaud quando dizia que é quase impossível ser ao mesmo tempo médico e uma pessoa decente.

    Como uma criatura dessas vem querer alguma consideração da nossa parte?!

    A minha palavra final sobre os méRdicos e a meRdicina brasileira é uma só:

    “Que venham os médicos estrangeiros!”