Tag: pessoas

  • A estória das pessoas: Cleber Gonçalves Pacheco

    A estória das pessoas: Cleber Gonçalves Pacheco

    Olá amigos!
    Essa é a minha primeira e já inesquecível participação no site do Enraizados e vou contar pra vocês como será o meu projeto por aqui. É claro que primeiro tenho que me apresentar!

    Meu nome é Cleber Gonçalves Pacheco, nascido há 37 anos na cidade fluminense de São Gonçalo, distante 30 km da capital do Rio de Janeiro. Nascido de pai e mãe maravilhosos e humildes, já morei em tanta casa que nem me lembro mais.

    Passei maior parte da infância e vida na cidade de Maricá, também no Rio de Janeiro. Quando terminei o ensino médio arrumei um trampo numa lanchonete e posteriormente passei para a Univerdade Federal Fluminense, onde cursei geografia, tendo me formado em 2003.

    Minha ligação com o Enraizados começou em 2010. Ná época eu já lecionava pela Secretária Estadual de Educação, no CIEP 172, em Morro Agudo, e fui convidado pelo Antonio Feitoza para fazer um passeio maravilhoso pelo Rio de Janeiro com os alunos da escola. O destino era o teatro Sérgio Porto.
    No caminho eu já senti qual seria, e vi que a parceria com essa galera poderia mudar o lugar que tanto aprendi a gostar, mas que de certa forma permanece exilado dos aparelhos culturais e da própria cultura urbana.

    “Como foi importante ver a alegria da galera “viajando” para fora do seu habitat”.

    Em especial nunca esquecerei da Ingrid, uma aluna muito dedicada e que durante a viagem de aproximadamente 40 minutos avistou a estátua do Cristo Redentor e chorou. Quando perguntada sobre o motivo do choro, ela respondeu: “- Eu sempre vi pela tv ou em fotos professor, não sabia que era tão linda!”. Ganhei o ano inteiro de trabalho!

    Lá assistimos ao espetáculo montado apresentado por Slow da BF e Dudu de Morro Agudo. Nunca mais paramos de fazer trabalhos juntos e hoje cá estou para contar um pouco da minha estória (isso aí, com “E” mesmo!) e a de quem mais permitir que eu conte!

    Pra mim, a coisa mais rica que cada pessoa tem é a sua própria estória. Umas são lindas, outras tristes, mas todas muito importante. Um professor de história deveria sempre ao meu ver, primeiro aprender a estória dos seus alunos, para depois contar a estória dos vencedores que permeiam a história.

    Ia ficar bem mais fácil viver!

    Salve gente boa!