Tag: Trabalho

  • Nada acontece por acaso e não existe um destino traçado para nós.

    Nada acontece por acaso e não existe um destino traçado para nós.

    Odeio pensar na ideia de não termos controle sobre a vida, a ideia de que existe um destino nos esperando, é de certa forma assustadora.
    Nossas vidas são baseadas em escolhas, cada um tem o controle sobre sua própria vida e as escolhas nos levam a determinados destinos.
    O que é chamado de acaso é na verdade, as escolhas de outras pessoas te levando a outro destino, isso por que vivemos em sociedades capitalistas e sempre um pequeno grupo de afortunados fazem escolhas que vão afetar vidas de milhares de pessoas.

     

    As minhas escolhas podem não garantir o meu próprio destino.

    Vou me usar como exemplo, eu escolhi ser Dj, trabalhar com isso, viver disso, mas sou obrigado a trabalhar em coisas completamente diferente, para pagar as contas e por comida dentro casa, fazendo com que, muitas vezes eu não consiga exercer minha função como Dj mesmo dando o máximo do máximo, mas eu não abaixo a cabeça, as minhas escolhas coincidiram com as de outras pessoas e me trouxeram aqui, basta eu saber disso pra focar em priorizar minhas escolhas e deixar bem claro que, eu vou viver como Dj, vou ser um dos mais brabos e ter meu trampo valorizado.
    Essas são minhas escolhas e esse será meu destino.

    Faça suas escolhas, pense antes de tomar decisões.

    Antes de votar em qualquer político por ter colocado asfalto ou por ter lhe dado 50 reais, pense em quanto isso pode mudar a sua vida, pense em tudo que você já abriu mão por um misero salário mínimo e principalmente estude as propostas antes de se decidir.

     

     

    #MudarDeOpiniãoéLegal !!

    #ForaTemer

  • Vagas para trabalhar no Observatório de Favelas

    Vagas para trabalhar no Observatório de Favelas

    O Observatório de Favelas está com vaga aberta para Coordenador Executivo (01 vaga) e Pesquisador (02 vagas) para compôr, durante 10 meses, a equipe técnica do projeto “Democracia como resposta à violência latinoamericana”.

    PERFIL:

    – PARA O CARGO DE COORDENADOR (A) EXECUTIVO (A):

    Graduação em Ciências Humanas, preferencialmente Ciências Sociais; fluência oral e escrita em espanhol; experiência em pesquisas e coordenação de projetos relacionados à violência, segurança pública e direitos humanos; desejável experiência em ações de mobilização ou campanhas com foco na valorização da vida; disponibilidade para viagens.

    – PARA O CARGO DE PESQUISADOR (A):

    Graduação em Ciências Humanas, preferencialmente Ciências Sociais; fluência em espanhol; desejável experiência em pesquisas relacionadas à violência, segurança pública e direitos humanos; desejável experiência em ações de mobilização ou campanhas com foco na valorização da vida.

    Os currículos devem ser enviados até o dia 25 de janeiro, com a indicação do cargo, para o email: raquel@observatoriodefavelas.org.br
    Assunto: Processo Seletivo – Coordenação Executiva ou Processo Seletivo – Pesquisador

    Acesse o edital em: http://migre.me/sL1k5

  • Meu Depoimento pra Revista Européia

    Meu Depoimento pra Revista Européia

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    A Eurocom Magazine,  é uma edição especial da Objectif Grand Paris Nouveau Magazine, foi lançada na MIPIM 2014 (Le marché international des professionnels de l’immobilier), um evento de investidores do mercado imobiliário que acontece todo a ano e atrai empresários de todo o mundo. A Eurocom Magazine trouxe uma série de matérias especiais sobre as 25 maiores cidades do mundo, incluindo o Rio de Janeiro, onde eu dou um depoimento sobre a Cidade Maravilhosa na página 33. Apesar da revista ser bastante técnica, tem sempre um depoimento de algum morador que eles consideram interessante sobre a sua Cidade.

    Quem quiser curtir o documento original, que infelizmente não foi vendido no Brasil, clipei a parte do Rio de Janeiro no meu Blog (http://dumontt.com/clipping/), é só ir lá e conferir.

    Abaixo segue uma versão quase original em português:

    Grande abraço.

    —x—

    O Rio de Janeiro, continua sendo uma Cidade Maravilhosa, cidade que já foi descrita de várias formas, pra vários gostos distintos, retratada e escrita em versos e prosas, mas o que me chama mais atenção sobre essa bela cidade são suas contradições, e é disso que trata essas linhas.

    Terra de rara beleza, cartão postal do Brasil, capital cultural da América Latina, hoje também é a terra dos grandes eventos esportivos e das Manifestações Juvenis. Onde uma das maiores florestas urbanas do Mundo convive pacificamente com a Rocinha, a maior favela da América Latina.

    É hoje uma das Cidades mais caras para se viver, morar e passear, mas que também tem uma rede hoteleira com uma altíssima taxa de ocupação. Onde o Governo promove construções gigantescas para esconder as favelas que estão entre o Aeroporto Internacional do Galeão e o Centro da Cidade, Favelas essas ocupadas constantemente pelas Polícias Militar e Civil do Estado, umas das polícias mais letais do mundo, a PMERJ e a Civil, como são chamadas, por ano, matam mais do que o somatório de todas as polícias de todos os Estados dos USA juntas. Mas a maquiagem do Rio é boa e consegue passar uma imagem de segurança e tranqüilidade para os turistas, graças as Unidades de Polícia Pacificadoras, as chamadas UPPs que empurrou o tráfico de drogas para as periferias, dando ao Rio um ar de limpa e higienizada em relação a segurança pública, a ponto de transformar a favela em atração turística – hoje tem teleférico no Pão de Açucar e na Favela do Alemão, tem visita guiada no morro com direito a baile funk pra turistas.

    A Cidade do Rio de Janeiro consegue assumir um papel singular no imaginário e no coração de cada visitante, cada morador e de cada pessoa que interaja com ela, seja pelo motivo que for: trabalho, lazer, turismo, esporte; Onde o feio e o belo se misturam, com passeatas, ruas históricas e monumentos. Cidade da música, da boemia, do samba e da maior festa popular do mundo, o carnaval. Onde o maior reveillon do mundo é feito nas ruas, na praia, no encontro de todas as raças, todos os credos, todas as cores, todas as riquezas, todas as culturas que se aliam para formar uma outra cultura, uma cultura carioca, com swing e sotaques próprios, de fala chiada e gingado no corpo suado e avermelhado do sol.

    O Rio tem vocação para ser amada, com todas as suas contradições, pois consegue ser cosmopolita sem perder o que tem de mais local, ser grande, conservando as suas diversas culturas, seus grupos informais, seu ar de feriado, mesmo em dia de trabalho. Seu povo contente, risonho, barulhento e feliz, sim, feliz por morar em uma das mais belas cidades do mundo.

  • Definindo Metas

    Definindo Metas

    Antes de começar o assunto: META, façamos uma rápida revisão de conceitos:

    Objetivo = O que você quer fazer (de forma mais geral).
    Ex.

    Objetivo Geral: Capacitar 150 alunos de Morro Agudo nas artes integradas do hip hop.

    Objetivo Específico = Quais são as formas que você adotará para alcançar o seu objetivo;
    Ex.

    Objetivo Específico 1: Capacitar os alunos nas técnicas do DJ, Rap, Graffiti e Break;

    Objetivo Específico 2: Promover a discussão das alternativas de arte/cultura/entreternimento no bairro com os moradores da região, pensar a cultura hip hop local como elemento agregador de outras artes praticadas no bairro, transversalizando com a juventude;

    Objetivo Específico 3: Promover o intercâmbio artístico entre as diversas gerações da cultura hip hop;

    Dessa forma, fica entendido que no curso de hip hop haverão 3 eixos para o aprendizado:
    1) Capacitação nas Técnicas de cada arte;
    2) Debate;
    3) Intercâmbio;

    Sabido disso, vamos às metas:

    Qual a diferença entre o objetivo e a meta?

    Funciona, mais ou menos, como nas imagens do cinema:
    Plano Geral: Mostra um ou mais personagens com imagens que se estendem dos pés à cabeça;
    Plano Americano: Mostra um ou mais personagens da cabeça até a altura da coxa;
    Plano Médio: Mostra um personagem da cintura pra cima;
    Plano Close Up: Mostra um único personagem da cabeça até a altura do peito;
    Plano Detalhe: Mostra uma parte do corpo do personagem, como a mão, ou a boca, ou o reflexo da luz nos olhos, e assim por diante;

    Enquanto o objetivo é o seu foco, mais ou menos como se você estivesse olhando alguma coisa de mais longe, como no Plano Geral do cinema; a meta é um ponto de vista mais específico, como no Plano médio, onde você só é possível perceber um único personagem/ação por vez, porém com maior clareza.

    Uma meta bem feita precisa ter dois elementos bem definidos:
    – Tempo;
    – Espaço.

    Para explificar melhor, peguemos um dos objetivos específicos anteriores e vamos definir as suas metas:

    Objetivo Específico 3: Promover o intercâmbio artístico entre as diversas gerações da cultura hip hop;

    Meta 1: Realizar encontros em Morro Agudo entre os alunos do projeto e artistas convidados da cultura hip hop durante o ano de 2014;

    Meta 2: Participar de encontros de instituições parceiras da região metropolitana do RJ durante o período letivo de 2014;

    Pronto já temos 2 (duas) metas para o objetivo específico 3, que compõe um dos fragmentos do objetivo geral, traçado lá no início deste post.

    Portanto: Meta é uma ação específica que somado a outras irão levá-lo a concluir um dos seus objetivos específicos.

    Sendo assim, começamos da visão macroscópica para a microscópica, do geral para o específico, do genérico para o detalhe. É como se olhássemos algo de longe com um binóculo e na medida em que mudamos a lente que enxergamos esse algo, vemos com mais nitidez e maiores detalhes esse algo, podendo explorar esse olhar em diversos ângulos em diferentes níveis de detalhes.

    Essa ação, de descrever algo que se vê ou se imagina, partindo-se do genérico para o detalhe, comporá um mix que chamaremos mais tarde de projeto.

    Sorte & Paz, sempre!

     

  • A importância do Foco

    A importância do Foco

    Talves você esteja dizendo a si mesmo, eu já sei o que é foco, não preciso ler essa coluna pra saber isso. De fato, muita gente  está cansado de ler sobre foco. Vários livros e cursos nos ensinam a ter foco e eu te digo que se existe uma coisa que não é pra qualquer um, essa coisa se chama, foco.

    Existem coisas que nos atrapalham diariamente e citarei apenas 2 duas delas porque o objetivo dessa coluna não é se estender em um curso, mas, sim te orientar de forma geral rumo ao empreendedorismo cultural.

    Estão prontos? Sigamos:

    O QUE É FOCO?

    Separei algumas definições de foco segundo o Dicionário Online Michaelis para trabalharmos aqui hoje: (…) 6 Centro, ponto de convergência. (…) F. real: ponto em que se forma a imagem real. (…) Estar em foco: estar em evidência.

    Essas 3 (três) definições já nos bastam para entender bem o que é foco.

    Encontrar o ponto de convergência entre o nosso REAL QUERER (desejo) e a nossa AÇÃO EFETIVA para formarmos uma imagem límpida e viva o suficiente em nossa memória, que se torne real pra nós mesmo, a ponto de evidenciar em nossa vida que estamos trabalhando em busca de um sonho que imaginamos ser real, criando um círculo virtuoso em nosso trabalho e dando frutos sempre crescente. Ou seja, precisamos não somente querer e fazer, mas querer o suficiente para fazer com dedicação, amor, afinco e tenacidade; não desistir facilmente, não deixar que assuntos alheios a nossa vontade nos tirem a concentração naquilo que estamos fazendo, não perder de vista o nosso objetivo maior.

    COMO FAZER ISSO?

    Depois de conceituar o que parece óbvio para todos, vamos à prática:

    1. Defina os seus objetivos específicos: Lembra daquele seu sonho que você trabalhou até o ponto em que ele ficou claro e OBJETIVO? Pois é disso que estamos falando, o seu sonho, é o seu objetivo final ou principal. Agora precisamos fracionar esse sonho em pequenas partes que chamaremos de objetivos específicos. Eu já havia dito que o objetivo, foco e meta estão intimamente ligados, na verdade, eu compreendo como sendo uma coisa só, ou melhor, como partes distintas da mesma coisa. O foco tem a ver com a sua concentração no trabalho e na vida, mas também tem a ver com a sua organicidade, a forma como você se organiza. Agora que já definimos o nosso objetivo geral, precisamos quebrar esse objeto em vários fragmentos, como se fosse um quebra cabeças, dessa forma fica mais fácil alcançar as nossas METAS, que falaremos a seguir (em outro post).

    Façamos a seguinte pergunta a nós mesmos:

    – Qual é o conjunto de ações que eu preciso realizar para que ao concluí-las o meu sonho (objetivo) esteja concluído também?

    As suas respostas terão grande chance de serem os seus objetivos específicos, para que isso seja verdade, antes é preciso dar uma lapidada nas suas respostas para torná-las mais eficazes. Lembrando que objetivos específicos geralmente (pelo menos os que ví até hoje) começa sempre com o verbo no infinitivo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Infinitivo), como por exemplo: Realizar, executar, planejar, implementar, pesquisar, contratar e assim por diante.

    2. Crie uma rotina:

    Agora vem a parte mais interessante e ao mesmo tempo extraordináriamente difícil. Uma vez eu lí um livro de um líder religioso (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bhaktivedanta_Swami_Prabhupada) que falava sobre hábitos.

    Encontrei o link do líder espiritual, mas não encontrei o livro que li de sua religião; eu entendi do que eu li no livro, que o ser humano é um ser de hábitos, por isso, uma vez criado um hábito, não se pode retirá-lo da criatura humana, apenas substituí-lo, se você considera um hábito como ruim, você precisa criar um outro hábito (que considere bom) inversamente equivalente ao primeiro, que o substitua.

    Eu li isso, à mais de 30 anos atrás, talvez nem tenha sido isso que ele disse, mas foi o que entendi, sobre o que eu li, do que ele escreveu em um livro que chegou até mim dado por alguém em um ônibus. Rotinas e hábitos tem tudo a ver um com o outro.

    Na verdade, é possível criar hábitos a partir da criação de rotinas, um bom exemplo disso está escrito no livro “O Maior Vendedor do Mundo”, de Og Mandino, disponível em audio neste link (https://soundcloud.com/luiz-carlos-dumontt/o-pergaminho-01-extrai-do-do).

     

    Segundo Og Mandino, para se criar um hábito precisamos de criar uma rotina de no mínimo 30 dias consecutivos, ou seja, sem falhar uma única vez.

    A diferença entre o hábito e a rotina é que o hábito é uma ação automática do cérebro que facilita o nosso dia a dia. Prometo falar de hábitos em outra oportunidade, mas não agora, senão nos desviaremos de nosso foco. Para criar uma rotina, basta criarmos um check list e seguí-lo. O check list pode conter ações puras, quando a ação não demanda prazos ou com datas e até mesmo horas, quando precisamos cumprí-la em um determinado prazo; e um campo para marcarmos a ação que já realizamos.

    Exemplos de check lists (http://www.vertex42.com/ExcelTemplates/checklist.html)

    Com o passar do tempo, algumas rotinas serão automatizadas pelo nosso cérebro, formando hábitos, mas se existe algum hábito que consideramos ruim, então teremos que dar uma forcinha pro nosso cérebro automatizar uma outra rotina até formar um novo hábito que substitua o chamado mau hábito. Falarei disso mais tarde.

    3. Cuidado com a procrastinação:

    Um nome esquisito para uma coisa tão simples. Procrastinar é o hábito que temos de deixar sempre pra depois o que podemos fazer agora. Isso acontece por diversas causas: Medo de errar, serviço enfadonho, não gostamos do serviço, grande volume ou quantidade de serviço e por isso não sabemos por onde começar, prazo pequeno demais para realizar o serviço, prazo longo demais pra fazer o serviço, alguma distração o desconcentra na realização do serviço, ficar esperando outra pessoa fazer, não ter foco no trabalho etc.

    Na verdade, as causas para a procrastinação são as mais variadas possíveis e diversificadas, dependendo da pessoa, do lugar, do momento, do trabalho e outras causas que se ficarmos descrevendo, passaremos o resto desse dia nessa missão e não esgotaríamos o assunto.

    O fato é que isso é poderosamente decisivo na hora de elaborar, executar e realizar projetos, sejam eles quais forem. Todo o mundo procrastina de uma ou de outra forma, o que precisamos fazer é identificá-lo rapidamente, investigar as suas causas e combatê-la imediatamente e com afinco para que consigamos derrotá-la.

    Lembrando que ela voltará de uma ou outra forma. Quando eu falar de hábito, voltarei a falar sobre procrastinação. Por enquanto é só.

    Paz e sucesso, sempre!

    —x—

    ATENÇÃO: quero deixar claro que em nenhum momento o meu desejo é ser a palavra final em coisa alguma, na verdade, estou apenas explanando o meu ponto de vista pessoal sobre o assunto

  • Definindo Objetivos

    Definindo Objetivos

    Na semana passada disse que falaria de objetivo, foco e estratégias com escala. Só que eu reparei que pra isso eu precisarei de mais de uma postagem, senão o post ficará extenso demais e muita gente acabará desistindo de ler essa coluna, então vamos lá!

    Retirei alguns conceitos de Objetivo do Dicionário Online Michaelis para trabalharmos hoje neste texto.:
    OBJETIVO – “(…) 2 Que se refere ao mundo exterior (…) 5 Que expõe, investiga ou critica as coisas sem procurar relacioná-las com os seus sentimentos pessoais (…) sm 1 Meta ou alvo que se quer atingir. 2 Mira, fim, fito (…)”

    O primeiro conceito, relaciona o objetivo à algo externo a nossa alma (sentimento) e o segundo diz respeito a meta e ao alvo que se quer atingir;

    Como assim?

    Tendo essas duas coisas em mente, ficamos assim: Sabemos o que queremos e onde queremos chegar, mas isso não diz respeito à minha intimidade, ao meu self, logo, não me sentirei ofendido ou magoado com os outros quando, por acaso, eles derem algum pitaco no meu negócio. E tenha essa certeza, alguém que você não pediu a opinião vai meter o bedelho no seu negócio para dar palpite. Se isso acontecer, o meu conselho é que você não se ofenda, mas coloque os pingos nos I’s e deixe claro que você não quer que ninguém se intrometa sem ser solicitado, mas cuidado quando falar, porque as pessoas além de intrometidas, são sensíveis também, particularmente se forem algum parente ou amigo, logo, use o bom senso, não seja grosseiro, apenas firme, nos seus propósitos e objetivos.

    Lembre-se: Quanto mais claro for o seu objetivo, maiores serão as suas chances de sucesso. Isso se dá porque você não fica perdendo tempo em saber o que você está fazendo, o que isso significa e pra onde você está indo. Quando se sabe o que se quer, você tem um norte, uma direção que te indica mais ou menos o caminho, mas não se iluda, ninguem saberá pra onde está indo a menos que seja uma espécie de vidente que vê o futuro. Sabemos apenas a direção e no máximo o sentido que estamos tomando, mas não, onde vamos chegar, de fato, nunca sabemos!

    Neste aspecto é importante também ter uma boa dose de coragem para empreender, já que coragem não é ausência de medo e sim o ímpeto de fazer o que é preciso, apesar do medo. Todo o negócio envolve riscos que podemos calcular, mais ou menos e amenizá-lo, mais ao menos também. É possível empreender com uma baixíssima taxa de riscos e pra isso existem técnicas. O objetivo destas postagens não é te ensinar exatamente essas técnicas, apenas apontar direções que você poderá, ou não tomar e encorajá-lo a fazer aquilo que você deseja no sentido e na direção do seu sonho.

    Só para esclarecer o conceito de direção e sentido de que falo de vez enquando aqui é o mesmo da matemática:
    a) Imagine uma estrada de ferro que ligue SP ao RJ; A estrada de Ferro é uma direção que você pode tomar; Os sentidos são 2 possíveis: Do RJ pra SP e de SP para o RJ;

    b) Outro exemplo que podemos tomar é o de uma semi-reta que começa e termina em dois pontos bem definidos, um camado de A e o da outra ponta é camado de B; a direção é a própria semi-reta, os sentidos são de A para B e de B para A;

    Portanto, a direção aponta o caminho e o sentido, o ponto onde estamos e onde queremos chegar. Digo isso porque às vezes leio alguns conceitos que misturam isso de um jeito que não sei se estamos falando de direção ou de sentido

    Voltando ao assunto…

    Mas, não é perigoso empreender?

    Digo apenas que só morre quem está vivo, só ganha quem aposta, só recebe o sim quem tenta sair do não, que já é certo. Portanto, temos duas saídas, ou nos conformamos em sermos infelizes, deprimidos e derrotados, ou tentamos mudar de vez a nossa vida, fazendo justamente aquilo que pode nos levar a consquista do nosso sonho.

    A escolha é sempre nossa, o caminho se faz com as nossas pegadas, mais ou menos como aconteceu com as trilhas indígenas que viraram estradas, como a Estrada de Madureira, por exemplo, que liga a Cidade de Nova Iguaçu à Av. Brasil, oficialmente conhecida como RJ 105.

    Para finalizar, deixo algumas perguntas que você precisa se fazer para que tenha um objetivo mais definido e consequentemente, maior chance de sucesso:

    – Eu sei exatamente qual é o meu objetivo?

    – Qual é o meu sonho?  Onde eu quero chega? O que eu quero fazer?

    – Será que eu estou fazendo a coisa certa, da maneira correta, na medida certa, ou ainda preciso definir melhor a minha direção e o meu sentido, ou seja, fazer uma análise sobre o ponto em que eu estou agora e definir onde eu quero estar daqui a um determonado período de tempo (1, 2 ou 3 anos / meses / semanas / dias)?

    Objetivo, foco e meta tem tudo a ver um com o outro, voltaremos a falar desse assunto na próxima semana quando falarmos de foco e depois quando falarmos sobre metas. Portanto, um objetivo bem definido é a consciência de onde estamos, onde queremos chegar em um determinado período de tempo e quais as ferramentas e ações devemos ter e fazer para conquistarmos o nosso alvo.

    Paz e sorte, sempre!

  • Entre o Fazer o Que Gosta e o Gostar do Que Faz

    Entre o Fazer o Que Gosta e o Gostar do Que Faz

    Tudo o que você deseja fazer, em tese, pode gerar dinheiro, basta que pra isso você encontre uma forma ideal, ou seja, dentro daquilo que você gosta de fazer, encontrar uma necessidade de clientes potenciais.

    Como assim?

    Explico: Isso é um processo conciliatório entre o que você gosta de fazer e aquilo que você faz e gosta.

    Ou melhor: Você precisa encontrar um meio termo entre o FAZER O QUE GOSTA e o GOSTAR DO QUE FAZ.

    FAZER O QUE GOSTA seria, em minha opinião, fazer aquilo que te dá prazer e pronto, independentemente se dá ou não dinheiro. Já o GOSTAR DO QUE FAZ significaria, nessa linha de raciocínio, estar emocionalmente envolvido com o que fazemos de tal forma que sentimos prazer em realizar determinadas tarefas.

    Isso é muito diferente de fazer o que não gosta e detestar o que fazemos, como a grande maioria das pessoas fazem no seu dia a dia, simplesmente porque põe o dinheiro em primeiro lugar na hora de decidir a sua ocupação ou na busca por emprego.

    O que na maioria das vezes acontece é que as pessoas procuram primeiro uma ocupação qualquer para ganhar algum dinheiro e depois que conseguem, não ficam felizes nem com a ocupação e nem com o dinheiro gerado por ela, e começam a haver desarranjos não somente no trabalho, no descumprimento de tarefas, mas também em outros campos da vida humana como na família, por exemplo.

    Por isso é preciso pensar bem antes de arrumar um emprego qualquer ou fazer uma coisa qualquer só para se ter um dinheiro qualquer. Eu ouço muitas pessoas me pedirem emprego, e um dos elementos que mais me chamam a atenção é quando eu pergunto o que elas fazem, elas geralmente me respondem assim: _Eu faço qualquer coisa / estou aceitando de tudo / comigo não tem tempo ruim / eu não escolho serviço / o importante é trabalhar!

    Quando a pessoa é muito amiga eu pergunto novamente de outro jeito: _O que você gosta de fazer? mas geralmente eu vou embora e digo: _Infelizmente não tenho colocação pra você / quem sabe um dia / pode ser que… / se pintar algo eu te falo!

    Ja cometi o erro de contratar pessoas só porque precisavam, e na hora que eu contratei elas deixaram de precisar e tudo começou a ruir, simplesmente porque ela odiava o que fazia e não fazia direito, ou simplesmente não fazia sem que ninguém vigiasse.

    Então não cometa erros parecidos, simplesmente, antes de empreender a si mesmo ou a alguma empresa, pergunte-se a você mesmo: _ O que eu gosto de fazer? O que eu gostaria de fazer? Como eu gostaria de fazer? Porque fazer? Como o que eu gosto de fazer pode ajudar a outras pessoas? Quem me pagaria para eu fazer o que eu gosto?

    Esse tópico, eu acredito ser um pouco mais complicado, por isso vamos falar disso com mais precisão, vamos desvendar um pouco o pensamento comum ou corriqueiro e comparar com a mente empreendedora e trabalhar de forma a construir uma base sólida para empreendermos cultura de forma inteligente, criativa e principalmente, lucrativa para todos. O cerne da questão está em responder perguntas como essas.

    Grande abraço.

    Até breve.

  • Entre o Real Querer e a Vontade Transitória

    Entre o Real Querer e a Vontade Transitória

    “Somente as lições dos séculos poderão proporcionar ou aquilatar o real querer da juventude, pois somente esta, com sua força empregada na construção da sociedade, poderão traçar o destino do porvir.”

    Me lembro como se fosse hoje da minha primeira greve geral, eu estava na primeira série do segundo gráu, quando entrou em sala uma senhora da coordenação da Escola Técnica João Luis do Nascimento em Nova Iguaçu, onde eu estudava (década de 80 – não me lembro bem a data). Com uma cara brava e um jeito completamente autoritário ela nos olhou de cima para baixo e com toda a arrogância que era peculiar daquela época aos chamados professores, decretou: _ A partir de agora não serão permitidos as meninas virem de saias curtas para a escola.

    Eu nem me lembro mais se ela proibiu de vez a saia ou se não podia vir apenas de saias curtas, mas sinceramente, não me interessava se as meninas viriam de saias curtas ou não, o problema era o autoritarismo predominante, isso era irritante. Eu que sempre fui tímido e reprimido até então, não consegui me conter, mandei a pergunta: _ E as professoras, poderão vir de saia?

    Nem sequer me preocupei com a professora que estava dando aula, eu me lembro bem dela (uma professora que tinha o desprezo geral da turma, mas eu gostava dela). A resposta foi tão seca e autoritária quanto a ordem anterior: _ As professoras poderão vir do jeito que elas quiserem, afinal elas já se formaram, vocês é quem precisam se submeter às nossas regras.

    A segunda pergunta então surgiu tão automática quanto a primeira: Quer dizer que a gente não pode mais ver as perninhas bonitinhas das meninas, mas somos obrigados a ver as pernas feias e cheias de varizes das professoras?

    Então a mulher autoritária deu um sorriso contido no canto da boca e disse: _ Sim, é isso mesmo, amanhã serão barrados todos os alunos que vierem sem o uniforme completo e as meninas que vierem de saia curta também!

    Logo que ela acabou de falar o que quis, nos deu as costas e foi embora, impondo-nos a sua marcha de marechal. Naquele momento, cresceu uma revolta no meu peito tão grande que eu não consegui me conter, uma revolta que não tinha nada a ver com saias e calças, mas com um autoritarismo repugnante. Levantei a voz e comecei a falar contra aquela atitude, logo, logo, outros alunos me seguiram e começamos um motim que começou nas turmas de primeiro ano e contaminou a escola toda.

    No dia seguinte ninguém entrou, fizemos um piquete na frente da escola, mas a coisa já tinha saído do meu controle, parece que existia alguma força política exterior que tinha organizado aquilo tudo, eu servi apenas para acender o pavio, então me retirei e me isolei. Quando acalmou tudo eu escrevi o manifesto acima, baseado em um texto que eu li não me lembro onde. Depois disso me chamaram diversas vezes para vários partidos na minha adolescência, mas apesar da Diretora da Escola me chamar descaradamente de petista, o que pra ela significava o mesmo que baderneiro, eu nunca havia me filiado a partido algum até então.

    O episódio passou, mas a vontade de mudar o mundo nunca saiu do meu coração e aquela revolta deu origem a uma reação em cadeia que me levou a estar aqui hoje escrevendo essas linhas, formou o meu caráter e minha personalidade acida e tácita, me fez trilhar caminhos diferentes da maioria das pessoas que eu conheci, até que eu consegui, finalmente conciliar o meu verdadeiro querer com a minha real vocação, acalmando o meu coração com reflexos em toda a minha vida (Ocupação, Religião e Família) – depois falaremos mais sobre essa base tripartite.

    Quanto ao manifesto da minha adolescência, trago-a a tona hoje para identificar duas coisas distintas, mas que para algumas pessoas parecem a mesma coisa. O “real querer” e a “vontade transitória”.

    Antes de iniciar qualquer empreendimento, sugiro a você que está acompanhando essa série sobre empreendedorismo cultural a buscar em seu mais íntimo querer, o que realmente você deseja. Pergunte a si mesmo, faça-se um interrogatório e demore o tempo que precisar, mas descubra o que realmente te inspira. Comece, investigando o que você mais gosta de fazer e tente associar isso ao mercado de trabalho, busque o que tem a ver com a sua área de interesse. Lembre-se, tudo o que fazemos com amor e inspiração, fazemos melhor, e se fazemos bem, podemos ganhar dinheiro com isso.

    Esse é o primeiro exercício para você que acompanha essa coluna, acredita em mim e tem verdadeiro interesse em montar o seu próprio negócio. Não comece o seu negócio pelo o que dá mais dinheiro, esse é um erro fatal que te levará diretamente ao tédio, ao enfado e ao desinteresse do seu próprio negócio, culminando em muitas das vezes com a falência, ou quando nada, a uma vida infeliz e sem realizações que te engrandeça. Comece o seu negócio, investigando a si mesmo, buscando o seu verdadeiro interesse nas coisas, capacite-se nisso, seja o melhor que você conhece na realização disso e o dinheiro virá naturalmente a medida em que você se auto-realizar naquilo que faz de melhor e se sente plenamente feliz e capaz.

    Vou terminar a explanação de hoje com uma coletânea de frases de internet sobre esse seu primeiro passo. Isso pode servir de inspiração e te ajudar a começar uma nova trajetória. Lembrando que o objetivo dessa colagem é apenas servir como fonte de inspiração e não ser um compêndio ou algo parecido que sirva de referência de coisa alguma, portanto eu não saí conferindo se as referências estão corretas e nem me preocupei de colocar links pra nenhum lugar, pois o objetivo aqui passa longe da investigação.

    Como eu creio que a fé é essencial para uma vida plena, fico com a frase do pastor Luther King das que eu elegí pra hoje, escolha a sua também.

    Continuamos na próxima semana.

    Paz e sucesso, sempre!

    Frases retiradas da Inernet.

    – Se você acredita que pode, você tem razão. Se você acredita que não pode, também tem razão. (by Henry Ford).

    – Tente Mover o Mundo. O primeiro passo será mover a si mesmo. (By Platão).

    – O primeiro passo para atingir o sucesso é acreditar que ele é possível (by Evandro Almeida).

    – Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer (by Mahatma Gandhi).

    – Acreditar que pode acontecer é o primeiro passo para algo ser realizado (sem referência de autoria).

    – Não espere o incentivo dos outros, o primeiro a acreditar no seu sonho tem que ser você! (sem referência de autoria).

    – Parei de esperar que deem o primeiro passo em minha direção, se quero, vou eu de encontro ao desejo (by Cristina Deutsch).

    – Não fique contando as prováveis dificuldades que vai encontrar, pois é possível que desista antes mesmo de começar… (sem referência de autor).

    – O primeiro passo para chegar em algum lugar é decidir que você não quer ficar mais onde está (sem referência de autora).

    – Quando o caminho a sua frente parecer longo e difícil, lembre-se: As mais longas trajetórias começam com um primeiro passo (sem referência de autoria).

    – Acreditar é o primeiro passo para fazer acontecer (sem referência de autoria).

    – Dê o primeiro passo na fé. Você não precisa ver a escada inteira. Apenas dê o primeiro passo. (by Martin Luther King Jr.).

    – O primeiro paso é sempre o mais difícil ( sem referência de autoria).

     

  • A Cidade e O Cidadão (Parte 2: Eleições do Barulho)

    A Cidade e O Cidadão (Parte 2: Eleições do Barulho)

    Começo essas linhas fazendo uma simples pergunta:
    _ Por que eu sou obrigado a ouvir as musicas das campanhas eleitorais o tempo todo, mesmo quando eu quero simplesmente descansar?

    É impressionante a falta de compromisso com o cidadão desses políticos sem senso de coletividade, quando em uma Cidade já barulhenta, se coloca essas músicas horríveis de campanhas eleitorais na altura que bem entendem e no horário que querem (de acordo com a tal da Lei 9.504 e blá, blá, blá…).

    Eu moro no segundo andar de um prédio que fica de frente pra rua em um pequeno centro comercial e não consigo dormir antes das 22h, porque sempre tem um carro de som que passa, quando muito no volume que eles consideram baixo, ou seja, aquele volume que você não chegaria a usar em uma festa na sua casa.

    Não sei porque o TRE se cala diante de tamanha violação de direitos, vejamos o que diz a Constituição do Brasil de 1988.

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I – a soberania;

    II – a cidadania;

    III – a dignidade da pessoa humana;

    Logo “de cara” aqui já se têm subsídios suficientes pro TRE proibir sumariamente os carros de sons.

    Pergunto aos juízes do TRE:
    1)    Que dignidade tem um ser humano que não consegue ter silêncio em sua própria casa, se ele não consegue ouvir uma música, escutar um filme, conversar sem ter que gritar ou simplesmente não poder dormir devido ao BARULHO?

    2)    Por acaso é digno alguém que você não conhece te obrigar a ouvir uma música horrenda de autopromoção simplesmente porque ele pensa que se você não parar de pensar nele, você lhe dará o seu voto?

    Pior do que ter de ouvir incessantemente essas musiquinhas chatas de campanhas eleitoreiras é o silêncio de depois das 22:00h, é nessa hora que o pior vem, porque você ouviu tantas vezes aquela música chata e inoportuna que ela fica martelando na sua cabeça mesmo quando você não está ouvindo!

    Sendo assim, vamos continuar explorando a CF88 (A Constituição de 1988), diz a Lei:

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, (…) nos termos seguintes:(…)

    III – ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
    PERGUNTA: [Será que não é torturante viver, ou melhor, sobreviver nessas condições BARULHENTAS descritas acima?] (…)

    X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
    PERGUNTA: [Ouvir dingos de campanhas políticas o tempo todo “naquelas alturas” quando o que eu queria era ouvir a minha musica favorita, não constitui violação da minha INTIMIDADE e da minha VIDA PRIVADA?]

    XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;
    PERGUNTA: [O político não entra na minha casa, mas as idéias dele sim, o barulho dele sim, a falácia dele sim, a demagogia dele sim, e não adianta eu ficar irritado, porque eles continuarão invadindo a minha casa com o seu barulho ensurdecedor sem que o TRE faça nada para defender os interesses do ELEITOR?] (…)

    XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais; [Aquelas do artigo 1o– deixa prá lá!] (…)

    Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
    PERGUNTA: [Que saúde pode ter alguém que é privado da liberdade do bem estar se segundo a Organização Mundial da Saúde – Saúde é um estado de completo bem-estar físico, MENTAL e social e não somente ausência de afecções e enfermidades? Não poder estar em sua própria casa sem ser violentado por esse BARULHÃO, não sair às ruas sem ouvir o BARULHÃO, e principalmente não trabalhar sem esse BARULHÃO – Esse BARULHÃO irritante que promove um MAL ESTAR não só em mim, mas em muita gente!]

     

    Não creio que o TRE vá a essa altura do campeonato proibir os políticos imundos de zunirem os nossos tímpanos com o seu BARULHÃO do inferno, já que a Lei das Eleições – Lei no 9.504 de 30 de Setembro de 1997 é clara em seu Artigo 37 § 9°: Até as vinte e duas horas do dia que antecede a eleição, serão permitidos distribuição de material gráfico, caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos. (fonte: Site do Tribunal Superior Eleitoral –  http://www.tse.jus.br/legislacao/codigo-eleitoral/lei-das-eleicoes/lei-das-eleicoes-lei-nb0-9.504-de-30-de-setembro-de-1997#art36-41)

    Já que teremos que conviver com esse BARULHÃO então pelo menos poderíamos fazer um outro barulhão dessa vez de indignação se mandarmos muitos twitters pro TSE com a hastag:

    #EleiçãoSemBarulho

    #ForaCarroDeSom.

    Pra quem desejar entrar nessa campanha louca o twitter do TSE é @TSEjusbr e do TRE do Rio é @TRERJ

     

     

  • III Seminário Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania

    III Seminário Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania

    Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania no Rio de Janeiro: As experiências da Baixada e do Sul Fluminense, tem como principais objetiso analisar as políticas de desenvolvimento regional e sua relação com o mundo do trabalho a partir das experiências da Baixada e do Sul Fluminense.
    Trata-se de pensar as regiões como espaços sociais e históricos, com organizações políticas e identidades próprias, buscando nas particularidades regionais elementos que possam influenciar na construção de novos projetos de desenvolvimento e seus impactos sociais e conômicos.
    Além de um seminário final com o tema: “Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania no Estado do Rio de Janeiro.” a realizar-se em 2010, o projeto prevê também:
    • a elaboração de um survey com empresas, atores sociais e representantes do poder público focado nas particularidades do processo de desenvolvimento das duas regiões;
    • a organização de seminários temáticos das linhas de pesquisa que compõem o projeto;
    • a organização e disponibilização de bancos de dados e acervos históricos relevantes para a pesquisa sobre as duas regiões;
    • a produção de material para a divulgação dos resultados da pesquisa junto aos órgãos da administração pública e organizações da sociedade civil.
    Auditório do Instituto Multidisciplinar – Campus Nova Iguaçu da UFRRJ


    27 de abril de 2010

    17:30 ás 18:00 – Mesa de abertura:
    ·         Ricardo Motta Miranda (Reitor da UFRRJ)


    18:00
    às 19:30 – Mesa -Redonda “Estado e desenvolvimento no Brasil contemporâneo”:
    ·         Antônio José Alves Júnior (UFRRJ/BNDES)
    ·         Cláudio Egler (UFRJ)
    ·         José Ricardo Ramalho (Coordenador Geral do Projeto “Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania” – UFRJ)

    28 de abril de 2010
    16:00 às 18:00 –  Cidadania, diálogo social e desenvolvimento
    Esther Bemerguy (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social – Presidência da República)
    Rogério Rocha (Subsecretário de Desenvolvimento de Nova Iguaçu)
    Arthur Messias (prefeito de Mesquita)
    D. Luciano Bergamin (Bispo de Nova Iguaçu)

    18:15 às 20:00 – Cultura e desenvolvimento: experiências e potenciais da Baixada Fluminense
    ·         Dudu de Morro Agudo (Movimento Enraizados)
    ·         Valter Filé (UFRRJ)
    ·         Robinson Azeredo  (Jornal Correio da Lavoura)
    Homenagem a Ney Alberto Gonçalves de Barros.

    29 de abril de 2010

    16:00 às 18:00 – Transformações na estrutura produtiva no mundo do trabalho: desafios e perspectivas
    Adeílson Ribeiro Telles (CUT)
    Padre Juarez Sampaio  (Diocese de Volta Redonda)
    Carlos Erani (FIRJAN – Regional baixada)

    18:15 às 20:00 – Repensando o tema do desenvolvimento econômico: a relação entre o loco-regional e o global
    Lena Lavinas (UFRJ)
    Georges Flexor  (UFRRJ)
    Alexandre Fortes (UFRRJ)

    Mais Informações:
    Adrianno Oliveira Rodrigues.
    www.twitter.com/profadrianno