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  • Quarta-feira (30) tem #ComboIO no Estúdio Móvel, da TV Brasil

    Quarta-feira (30) tem #ComboIO no Estúdio Móvel, da TV Brasil

    Na próxima quarta-feira (30) vai ao ar, no programa Estúdio Móvel, da TV Brasil,  uma entrevista com o coletivo de rap #ComboIO. A entrevista foi gravada no Espaço Enraizados, em Morro Agudo, nela os rappers falam sobre as viagens pelo Brasil e exterior, shows, clipes, negócios e a correria solo de cada um.

    O Estúdio Móvel é um programa que tem como objetivo dar visibilidade a artistas independentes, pensamentos alternativos, caminhos diferenciados da produção criativa, grupos de resistência cultural, garimpando novos talentos e tudo que está fora do pensamento corrente da maioria da população – seja na música, teatro, artes plástica, dança ou performance.

    O programa passa na TV BRASIL, de segunda a sexta às 18:00 horas (com reprise às 2:00 horas) e pode ser assistido em tempo real no site www.tvbrasil.org.br/webtv e depois fica disponível no endereço http://tvbrasil.ebc.com.br/estudiomovel.

    Com 26 minutos de conteúdo diário, é apresentado pela jornalista e ativista cultural Liliane Reis e tem um formato jovem, urbano e contemporâneo.

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    O #ComboIO

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    #ComboIO se apresentando no Celebra, na Cinelância, RJ

    O coletivo de rap formado pelos MCs Dudu de Morro Agudo (@DuduMorroAgudo), Léo da XIII (@LeoDaXIII) e Marcão Baixada (@MarcaoBaixada) retrata em suas músicas o cotidiano das periferias. Variando entre protestos rascantes e músicas festivas, e misturando os instrumentais eletrônicos do hip hop com instrumentos orgânicos, o trio consegue uma sonoridade diferente, transformando fãs de seus trabalhos solos em admiradores do trabalho coletivo experimental.

    Em 2013 fizeram turnê pela França, onde fizeram shows e importantes parcerias musicais, que resultaram nos videoclipes das músicas #ComboIO e La Melodie des Askars, em parceria com os rappers Uzy Down, Timal Still, Ricky B e Buldo Tazer.

    O resultado desse trabalho já pode ser conferido através das músicas que fazem parte do primeiro disco do grupo.

    SERVIÇO
    Estúdio Móvel
    Quarta-feira, 30/07, às 18 horas.
    #ComboIO no facebook: https://www.facebook.com/ComboIO.RJ

  • Black… Tendência ou afirmação?

    Black… Tendência ou afirmação?

    Não, não me refiro à tática Black bloc, empregada em inúmeras manifestações urbanas ao redor do globo. Me refiro ao “Black Power”, ou melhor, penteado afro, que vem sido usado por vários jogadores da seleção brasileira; e quem vem sendo enfatizado pelos grandes veículos midiáticos.

    Pra quem não sabe, o termo “Black Power” refere-se ao movimento que se iniciou na década de  60, espalhando um “renascimento” cultural da comunidade negra dos EUA. Considerado por muitos como movimento de “consciência negra”, o Black Power estimulou a criação de instituições culturais e educacionais independentes para a comunidade negra que duraram até aos anos 70.
    Os penteados afro eram a marca de muitos representantes desse movimento, e o termo Black Power acabou que sendo associado ao estilo de penteado.

    A Copa das copas, está rolando aí, você sabe; e o que vejo são matérias de grandes tabloides e programas de TV enaltecendo os penteados afro, dos jogadores da seleção brasileira e de outras seleções. Mas parando pra pensar, não é comum vermos tantas pessoas adeptas do penteado afro sendo representadas e vistas nesses veículos de comunicação.

    O penteado afro ainda é visto com negatividade por boa parte da população, tendo em muitas das vezes, sua imagem vinculada à moradores de rua, usuários de drogas e bandidos.

    Quem não se lembra do caso do ator Vinícius Romão, que foi preso ao ser confundido com um ladrão que usava penteado afro? Quantos casos de preconceito com o penteado afro você já presenciou?

    A grande mídia e as classes mais altas querem falar da cultura dos pretos quando é conveniente pra elas falar; para que as classes mais baixas que servem de mão-de-obra e consomem seus produtos possam se sentir representadas e lhes render audiência e homenagem.

    Estilo? Beleza? Tendência? Isso é muito bacana, é muito legal ter seu estilo representado.

    Mas muito mais que tendência, o penteado afro é uma afirmação. Os cabelos duros, crespos, cacheados, encaracolados, não são bombril, não são ‘ruins’. E enquanto pretos, que lutam contra o racismo, precisamos assumir essa postura e dizer isso ao mundo. Nós não queremos apenas mostrar o quanto somos belos, o quanto nosso cabelo é style, mas queremos sim que igualdade entre as etnias seja real, nas práticas diárias e não algo que apareça nas TVs e nos jornais pra nos satisfazer por um período de tempo e, depois, tudo voltar a ser como era antes.

    Boa sexta,

    @marcaobaixada

  • Sepe apoia participação dos Black Blocks nas manifestações

    Sepe apoia participação dos Black Blocks nas manifestações

    Uma matéria interessante que assisti no Terra TV que trago aqui hoje para a nossa reflexão diz respeito à criminalização dos Black Bloc nas manifestações do Rio de Janeiro. De forma geral, tanto o Estado, através de seu aparelho repressor, neste caso, a polícia, vem vandalizando os grupos e coletivos de manifestantes, quanto alguns agentes da imprensa.

    No caso da POLÍCIA: São usados ARMAS que eles consideram não letais contra pessoas civis desarmadas e nesse âmbito, o que os Black Block fazem é jogar de volta as bombas, jogar pedra em quem atira neles com as chamadas balas de borrachas e sprays de pimenta. Os policiais que sempre estão de armadura e capacete contra-atacam com mais tiros, bambas, cacetetes e outros equipamentos de repressão de massas organizadas e os manifestantes ainda foram proibidos, pelo judiciário, até mesmo de usarem máscaras de protesto no rosto que não protegem eles contra os tiros e os sprays da polícia.

    No caso da IMPRENSA: A maioria da nossa imprensa marrom, vandaliza os manifestantes jogando a opinião pública contra eles dizendo que eles promovem quebra-quebra, quando na verdade, já estamos cansados de saber que existem vários policiais disfarçados de manifestantes fazendo esse trabalho, os chamados P2 que de vez enquando são identificados pelos próprios manifestantes e entregues ao vivo via Midia Ninja e outros narradores independentes que acompanham esses eventos e transmitem ao vivo pela Internet; Internet esta que, aliás, têm mostrado uma programação infinitamente superior à da TV enganadora, repressora e manipuladora da opinião pública. Uma boa alternativa pra quem não quer ficar nas mãos desses farçantes!

    Os professores estão gratos pela ajuda recebida dos Black Blocks e reconhecem a legitimidade de seus atos, apesar de não aprovarem a depredação de patrimônios como forma de protestos, mas, a fala dos mestres oprimidos no sentido de fazerem uma frente de defesa dos professores nas próximas manifestações me faz pensar o seguinte:

    _ Será que teremos a criação de um Teacher Block ou Black Teacher?

    Pena que os filhos do Paes e do Cabral não estudam nas escolas públicas, senão eles rapidamente se preocupariam em resolverem mais esse problema da nossa educação.

    Por último, mas não menos importante, quero fazer uma proposta: Os políticos, de forma geral, deveriam ser obrigados por Lei a usarem todos os serviços públicos, sem excessão, inclusive os colégios e os hospitais públicos e não usarem planos de saúde e escolas particulares. Dessa forma, creio que teríamos menos problemas nessas e em outras áreas, além de refrescar bastante o orçamento dos 3 poderes.

    Até breve.

  • Sobre o bolsa família e a queda da Globo (G1)

    Sobre o bolsa família e a queda da Globo (G1)

    Neste domingo (19) eu passei em frente a agência da Caixa Econômica de Morro Agudo, onde tinha uma pá de gente lotando os caixas automáticos e a rua. Em uma rápida vasculhada de olhar levantei diversas hipóteses:

    Hipótese 1: Assaltaram a agência: Descartei essa hipótese porque percebi que as pessoas que lá estavam não tinham aquele olhar de curiosidade, nem ficavam comentando a meia boca como se fosse alguma espécie de segredo, que é o padrão de comportamento utilizado por nós quando acontece uma merda federal daquelas que queremos falar, mas, ainda temos aquele medinho herdado dos nossos pais, por causa da ditadura, de falar alguma coisa que envolve o governo e os poderosos locais [político, polícia, matador, bandido, juíz etc].

    Hipótese 2: Mataram alguém na agência: Desistí dessa hipótese também quando percebi que não tinha aquela correria e aquela cara de “deu merda geral” de curiosos, típicos de quando acontece alguma coisa envolvendo morte, tragédia, tsuname, cataclismos etc. [desculpe, estou tentando não escrever palavrão no post, mas, as vezes não fica bom, foi o caso deste parágrafo, se preferir onde eu escrevi “deu merda geral”, substitua por um palavrão que você achar mais adequado, use a criatividade que o post fica mais interessante]

    Hipótese 3: Estão dando uma festa na agência: Essa é a hipótese mais, digamos, “bacana” [gíria de velho!], que eu pensei, ou alguém invadiu a agência pra dar uma festinha lá dentro, o que eu não duvido, pois em se tratando de Nova Iguaçu e das coisas que acontecem aqui, só pra você ter uma idéia aqui as calçadas não foram feitas para os pedestres se planta jardim, se estacionam carros, fazem extensões de casas e comércios – enfim tudo de ruim, os pedestres disputam as ruas com os carros; o governo chegou a ficar quase um mês sem pegar lixo na cidade; tem carro de som na rua até por volta de meia noite até de políticos, mesmo depois das eleições; enfim é uma sucessão de absurdos que se eu fosse ficar falando aqui, não caberia nessa coluna. Portanto essa hipótese não é tão alucinada assim, mas eu descartei-a também, pois não havia um som bem alto como é de costume aqui em tudo que é tipo de festa de rua.

    Hipótese 4: Coincidência: Na falta de uma hipótese apropriada fiquei com essa mesmo, afinal as pessoas vão ao banco na hora que querem, vai que em um domingo de frio todos resolveram sair de debaixo de seus cobertores em casa para irem até a agência da Caixa sacarem um dinheirinho! Me pareceu que das hipóteses que eu levantei, essa era a mais apropriada.

    Para a minha desilusão me deparei com a notícia de que as pessoas foram até a Caixa porque alguém ou melhor, um grupo político qualquer, espalhou a falsa notícia de que o Programa Bolsa família iria acabar e que o último dia de saques seria nesse domingo. Quanta maldade pode caber no coração de um político que em troca de tentar ferrar com o governo espalha uma notícia dessas para uma população que é manipulada o tempo todo por tudo que é grupo poderoso do nosso País. A chamada Mídia faz esse povo comprar, votar, xingar, amar em quem, o que e no que, os donos das emissoras de TV querem. Os políticos cagam e andam pra essa gente, dão o peixe e não ensinam o povo a pescar pra continuarem a merce de um bolsa isso e aquilo, um leite, um alimento ou uma benece qualquer de um governo que está lá para nos favorecer: pode ser uma vaga pra escola dos filhos, uma consulta médica, um saco de cimento, um churrasco na esquina e até mesmo pra continuar se “sentindo seguro” – Resumindo: Aqui tudo se troca por votos!

    Enfim, depois de eu saber a verdadeira razão pela qual a população de Morro Agudo estava lotando uma agência da Caixa Econômica em pleno domingão, eu fui buscar notícias a respeito na internet [porque eu não assisto esse lixo de televisão que tentam nos empurrar guela abaixo, quando eu quero ver alguma coisa na TV eu mesmo procuro na Internet], e fui surpreendido novamente quando percebi que a página do Portal G1 – da Rede Globo, pelo que tudo indica CAIU, ou seja, foi raqueado e desviada para uma página de administração de projetos (http://pagesinxt.com/), eu não sabia se ria ou se chorava da situação, afinal, estamos falando de um dos grupos políticos mais poderosos do Brasil [se é que me entendem].

    Finalizando o nosso papo, como dizia a minha vovó: “Quem tem a unha maior que suba na parede!” – Ou seja: Em briga de cachorro grande, tentar apartar ou torcer pra um lado, pode ser perigoso!

    Paz, sempre!