Toni C. – Um ativista à frente de seu tempo…

Para mim, foi uma grande honra entrevistar Toni C., um dos grandes vanguardistas do Hip-Hop Nacional, responsável por trazer a público grandes obras reflexivas como o documentário “È Tudo Nosso!”, lançado em outubro de 2007 e a série literária “Hip-Hop a Lápis” (até o momento em duas edições) – retorna agora às prateleiras das livrarias e bibliotecas comunitárias com seu mais novo filho: “O Hip-Hop está Morto! – A

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História do Hip-Hop no Brasil”…

Pasme caro internauta, amante da Cultura Urbana mais contagiante do planeta…! Escritor, Documentarista e Coordenador do Ponto de Cultura Hip-Hop a Lápis, e agraciado com o com o prêmio Tuxuá 2010 – sendo o único representante do Hip-Hop até então a compor a lista dos 50 mais influentes da cultura brasileira –, Toni C. está entre os maiores pensadores-ativistas do nosso Movimento, assumindo o perfil peculiar de “provocador de reações” por meio de seus trabalhos em prol do mover popular por meio do Hip-Hop…

DJ TR.

DJ TR – O Hip-Hop está Morto…! O rapper americano NaS uma vez fez essa afirmação em música… Você a faz em livro… O que o levou a ter essa percepção sobre nosso Movimento?!

Toni C. – Eu não posso falar pelo NaS, não me baseio na música dele, nem conheço a tradução. Também não afirmei isso. É o título de meu novo livro, um romance. Falo nesse livro da história do Hip-Hop e das tentativas de extermínio de nossa Cultura.

DJ TR – Como você analisa essa situação atualmente, quando você se refere a “extermínio” do Movimento…?!

Toni C. – Questão complexa demais para responder assim. Tanto que escrevi um livro (O Hip-Hop Está Morto!), você escreveu outro (Acorda Hip-Hop!). Nosso Movimento tem sofrido tentativas de extermínio de diversas formas: com boicote, com violência, com falta de verba, com excesso de verba, com boicote, banalização, preconceito, mentira… Hoje a tática usada por uns é apostar na divisão do Hip-Hop.

DJ TR – Será que o Movimento também não possui sua parcela de culpa…?!

Toni C. – Cara, eu prefiro não condenar o oprimido. Existe relaxo, esculacho (como se diz no RJ) e acomodação do nosso lado também. Mas é resultado das ações de poderosos. Uma das coisas mais difíceis para nosso povo é identificar quem são os verdadeiros inimigos.

DJ TR – Há alguns anos atrás, muito pouco se lia em nosso Movimento… Hoje, a cada dia surgem mais escritores e irmãos dispostos à leitura… A que você atribui a esse crescimento?!

Toni C. – Sua pergunta já tem a resposta. Apesar de haver exceções, há alguns anos não se tinha registro de nossas coisas. Nos negam até a nossa história, aí foi necessário nós mesmos assumir esse papel de contá-la nas letras das músicas, em documentários e com nossa literaRUA.

DJ TR – LiteraRUA… Foi bom você ter tocado nesse assunto… Poderia falar um pouco sobre isso?

Toni C. – Ué estamos falando… (risos)… É a literatura que brota das ruas, s m pedir alvará para grandes instituições de ensino nem pra norma culta. Revela os invisíveis nas duas pontas do lápis. É também um site www.literaRUA.com.br a primeira livraria virtual especializada nessas publicações.

 

DJ TR – Mais algum projeto engatilhado ainda para esse ano?

 

Toni C. – Um portal especializado em literatura periférica, os lançamentos do livro “O Hip-Hop Está Morto!”, que inicia em março, atuação militante na Nação Hip-Hop Brasil, sobreviver nesse mundão louco… Isso não basta? O pior é que não, para quem propõe transformação. Estamos montando as BioblioRUA, bibliotecas especializadas na nossa literatura. A primeira a ser inaugurada será em Chapecó-SC.

 

DJ TR – Um conselho para nosso irmão recém-chegado à Família Hip-Hop…

 

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Toni C. – Se o cara é recém-chegado no Movimento, já estamos ganhando! Vejo poucos recém-chegados, esse é um grande problema nosso. Não renovamos público, estamos envelhecendo e deixando uma geração órfão de Cultura Libertária. Se pudesse dizer algo para novos ou velhos seria: “Conhecimento é fundamental”! Agora, arte se faz com dois ingredientes básicos: Razão e Emoção. Digo isso TR, não por ser dono da verdade, é que às vezes sinto a falta de um, ou de outro e por vezes dos dois em nossas ações.

 

DJ TR – Me dei por satisfeito irmão! Você gostaria de acrescentar algo mais na nossa entrevista?!

 

Toni C. – Agradeço a troca de idéia. Obrigado pela oportunidade de poder falar desse meu novo livro, cultura e poder. Para quem quiser conhecer melhor e adquirir “O Hip-Hop Está Morto! – A História do Hip-Hop no Brasil” é só acessar www.literaRUA.com.br e lá encontrará este e outros títulos.

http://www.youtube.com/watch?v=XMruJJZXDJk

 

 


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