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  • O Rap e o Mainstream

    O Rap e o Mainstream

    O rap é preto, o rap é cultura marginal, isso é um fato, porém o rap vem se consolidando cada vez mais no mercado musical. Contratantes, gravadoras estão vendo a expansão do gênero como meio de lucro, pois o rap está sendo aceito nos meios de comunicação, em programas de televisão, novelas, etc.

    Com um público fiel e um possível novo público-alvo se torna interessante fazer parte do “jogo”. Mainstream, amigos, business.

    Porém entra um fator importante, boa parte desse público fiel se apega a raiz, as origens e acreditam que os rappers não devem estar na TV, pois seria sinal de que eles se venderam e não os representam mais.

    Muita das vezes entende-se erroneamente que a nova e a velha escola do rap não se misturam, cada um teve sua ideologia, mas ambos são uma só família, uma só cultura, por isso é de suma importância uma música como “Pragmático”, onde Dexter rima com CHS, Coruja BC1 e ADL, esse intercâmbio só fortalece os laços e mostra pra velha e nova geração de fãs o talento de ambas, assim, perpetuando o respeito pelos trabalhos dos artistas envolvidos.

    As vezes a galera apoia a ida aos meios midiáticos, desde que se mantenha a postura e não os censure, super concordo, se for pra estarmos presentes, que seja para representar tudo aquilo que pensamos (liberdade de expressão). Vocês realmente acreditam que o rap perdeu a essência porque ele vem ganhando o mundo? Vocês acreditam que o rap tem que ser um gênero sempre marginalizado?

    A questão mais que importante de tudo isso é que o rap tem que estar em todos os lugares, com as mais variadas vertentes, tenha seu público fiel e conquiste cada vez mais novos adeptos. Não veja a mídia como um inimigo, mas sim como um instrumento de propagação de trabalho.

  • Produtivos ou distrativos?

    Produtivos ou distrativos?

    Quantas horas por semana você passa em frente ao computador? Quantas delas são produtivas ou distrativas? Há uma ferramenta que responde a estas e outras perguntas que afligem aos que passam dezenas de horas na frente de uma tela, seja no computador, tablet ou  smartphone.

    Estou há três semanas testando uma ferramenta chamada “Rescue Time” e tenho encontrado algumas respostas bacanas e outras nem tão bacanas assim. O que faz o Rescue Time? Você cria uma conta – e concorda com termos de privacidade bem mirabolantes – e faz login uma única vez. Pronto! É como se você estivesse sendo vigiado por um supervisor, só que, sem bronca, sem bafo no cangote, e sem encheção de saco.

    A bronca vem nos finais de período. Há relatórios diários, semanais e mensais. Eu gosto dos semanais. Sinceramente, eu tenho recebido boas surpresas ao ler os relatórios. Maior parte do meu tempo está sendo produtivo, embora eu tenha perdido mais tempo que deveria em tarefas fúteis.

    Prós:

    – Avalia todo o tempo de atividade no computador, tablet ou smartphone, seja na internet ou não.
    – Detalha o tempo gasto em cada site ou aplicativo.
    – Te propõe metas diárias de produtividade.
    – Tem um recurso bem bacana que bloqueia páginas pré-definidas por você durante a execução de uma tarefa importante, mas só na versão paga.

    Contras:

    – Entende qualquer rede social como tempo muito distrativo e inútil, mesmo que você seja um social media manager e precise trabalhar no Facebook, por exemplo. Cabe a você interpretar aquele tempo como produtivo ou não.
     Se você possuir um site e trabalhar nele, esse tempo não será categorizado. É considerado neutro pela ferramenta.
    – Não há versão em português.

    Abaixo, os screenshots do meu relatório semanal para você ter uma ideia. Para saber mais, acesse o link www.rescuetime.com.

    Até a próxima – e vê se não perde tempo no “feice”!

    cats

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  • Definindo Metas

    Definindo Metas

    Antes de começar o assunto: META, façamos uma rápida revisão de conceitos:

    Objetivo = O que você quer fazer (de forma mais geral).
    Ex.

    Objetivo Geral: Capacitar 150 alunos de Morro Agudo nas artes integradas do hip hop.

    Objetivo Específico = Quais são as formas que você adotará para alcançar o seu objetivo;
    Ex.

    Objetivo Específico 1: Capacitar os alunos nas técnicas do DJ, Rap, Graffiti e Break;

    Objetivo Específico 2: Promover a discussão das alternativas de arte/cultura/entreternimento no bairro com os moradores da região, pensar a cultura hip hop local como elemento agregador de outras artes praticadas no bairro, transversalizando com a juventude;

    Objetivo Específico 3: Promover o intercâmbio artístico entre as diversas gerações da cultura hip hop;

    Dessa forma, fica entendido que no curso de hip hop haverão 3 eixos para o aprendizado:
    1) Capacitação nas Técnicas de cada arte;
    2) Debate;
    3) Intercâmbio;

    Sabido disso, vamos às metas:

    Qual a diferença entre o objetivo e a meta?

    Funciona, mais ou menos, como nas imagens do cinema:
    Plano Geral: Mostra um ou mais personagens com imagens que se estendem dos pés à cabeça;
    Plano Americano: Mostra um ou mais personagens da cabeça até a altura da coxa;
    Plano Médio: Mostra um personagem da cintura pra cima;
    Plano Close Up: Mostra um único personagem da cabeça até a altura do peito;
    Plano Detalhe: Mostra uma parte do corpo do personagem, como a mão, ou a boca, ou o reflexo da luz nos olhos, e assim por diante;

    Enquanto o objetivo é o seu foco, mais ou menos como se você estivesse olhando alguma coisa de mais longe, como no Plano Geral do cinema; a meta é um ponto de vista mais específico, como no Plano médio, onde você só é possível perceber um único personagem/ação por vez, porém com maior clareza.

    Uma meta bem feita precisa ter dois elementos bem definidos:
    – Tempo;
    – Espaço.

    Para explificar melhor, peguemos um dos objetivos específicos anteriores e vamos definir as suas metas:

    Objetivo Específico 3: Promover o intercâmbio artístico entre as diversas gerações da cultura hip hop;

    Meta 1: Realizar encontros em Morro Agudo entre os alunos do projeto e artistas convidados da cultura hip hop durante o ano de 2014;

    Meta 2: Participar de encontros de instituições parceiras da região metropolitana do RJ durante o período letivo de 2014;

    Pronto já temos 2 (duas) metas para o objetivo específico 3, que compõe um dos fragmentos do objetivo geral, traçado lá no início deste post.

    Portanto: Meta é uma ação específica que somado a outras irão levá-lo a concluir um dos seus objetivos específicos.

    Sendo assim, começamos da visão macroscópica para a microscópica, do geral para o específico, do genérico para o detalhe. É como se olhássemos algo de longe com um binóculo e na medida em que mudamos a lente que enxergamos esse algo, vemos com mais nitidez e maiores detalhes esse algo, podendo explorar esse olhar em diversos ângulos em diferentes níveis de detalhes.

    Essa ação, de descrever algo que se vê ou se imagina, partindo-se do genérico para o detalhe, comporá um mix que chamaremos mais tarde de projeto.

    Sorte & Paz, sempre!