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  • Hip-Hop em Movimento: Transformação social e sustentabilidade na periferia e além

    Hip-Hop em Movimento: Transformação social e sustentabilidade na periferia e além

    No 1º dia do Seminário Internacional do Hip-Hop, artistas e ativistas mostram como o movimento une cultura, economia criativa e impacto social.

    O auditório da Petrobras em Brasília foi palco de um dos momentos mais significativos para a cultura Hip-Hop no Brasil nesta sexta-feira (29/11). Dentro do 1º Seminário Internacional do Hip-Hop, que se estende até sábado (30), o painel “Inovação e Sustentabilidade na Cultura Hip-Hop como Economia Criativa” reuniu artistas, pesquisadores e gestores culturais de diferentes partes do Brasil e da América Latina. Com o objetivo de discutir caminhos para fortalecer o movimento enquanto ferramenta de transformação social e fonte de renda, a conversa trouxe reflexões sobre políticas públicas, iniciativas locais e o papel do
    Hip-Hop como patrimônio cultural.

    Sustentabilidade e inovação no Hip-Hop: depoimentos que inspiram

    O painel contou com a participação de nomes expressivos, como CDJ de Goiás, Giovanni Nieto, conhecido como YBNT da Colômbia, Douglas Nunes da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, a produtora cultural Andrea Felix de Uberlândia, Minas Gerais e Jailson Correia, o Preto Mil Grau de Guiné Bissau. Cada um deles trouxe experiências de como o Hip-Hop vem rompendo barreiras e construindo novas possibilidades.

    Para o hip hoper CDJ, o Hip-Hop não é apenas um movimento cultural, mas uma ferramenta econômica e social transformadora. “Participar dessa rodada de conversa foi algo muito importante para que a gente pudesse transmitir um pouco do que eu acredito ser sustentabilidade. É buscar meios de capacitar a galera, principalmente nas periferias, para que elas possam olhar para o Hip-Hop como fonte de renda através da música, dança, grafite e discotecagem”, destacou.

    Ele também apontou ações concretas em Goiás, como plantio de árvores e hortas comunitárias, que geram não apenas renda, mas também segurança alimentar nas periferias. “O Hip-Hop pode dialogar com a iniciativa privada e o poder público, porque ele traz retorno. Diversas empresas querem seu nome ligado a algo sustentável, e acredito que o Hip-Hop é essa fonte.”

    Da Colômbia, YBNT, idealizador do festival ambiental Cuida Natura, compartilhou como o movimento se consolidou em parceria com instituições públicas. “Na Colômbia, conseguimos aliar o Hip-Hop à universidade pública, formando artistas e docentes capazes de ensinar Hip-Hop em escolas, universidades, fundações, e até mesmo em presídios. Nosso trabalho inclui populações indígenas, afrodescendentes e moradores de rua, sempre com um enfoque pedagógico e de paz nos territórios.”

    Negro Lamar (Maranhão), DJ Fábio ACM e DJ Big

    O papel das políticas públicas e do Conselhão

    Representando a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Douglas Nunes destacou a importância do diálogo com o movimento para a construção de políticas públicas mais eficazes. Ele ressaltou a atuação de Cláudia Maciel, conselheira do presidente Lula e uma das articuladoras do seminário, no debate sobre igualdade racial.

    “Ela levou ao Conselhão o compromisso de transformar as demandas e propostas geradas aqui em políticas públicas concretas, reforçando a escuta ativa das comunidades.”

    Hip-Hop em rede: conexões nacionais e internacionais

    Para Andrea Felix, organizadora do UDI Hip-Hop Festival, o impacto do Hip-Hop transcende fronteiras. Ela compartilhou a experiência de Uberlândia, onde o festival se consolidou como o maior do Triângulo Mineiro, fomentando economia criativa e inspirando eventos semelhantes em Salvador, Portugal e Emirados Árabes. “Essa troca fortalece nossa construção nacional e expande nosso alcance. A 14ª edição do festival já conta com apoio da prefeitura pelo terceiro ano consecutivo, mostrando como é possível fazer o Hip-Hop gerar economia e transformação.”

    Já Jailson Correia, o Preto Mil Grau de Guiné Bissau, reforçou a essência educativa do movimento. “Um evento como esse traz um dos pilares do Hip-Hop, que é o conhecimento. Esse espaço é fundamental para a troca de saberes e a mistura de culturas, que só fortalecem o movimento.”

    Contexto e avanços do Seminário Internacional

    O seminário, que ocorre dentro do calendário da Campanha Cultura Negra Vive, celebra o Dia Mundial do Hip-Hop (12/11) e o Mês da Consciência Negra (20/11). A programação diversificada inclui mesas-redondas como “Cultura Hip-Hop como Patrimônio Imaterial”, debates sobre igualdade racial e apresentações culturais de grupos como Atitude Feminina e Viela 17.

    Segundo Cláudia Maciel, o evento marca um momento histórico para o movimento. “O decreto nº 11.784, assinado pelo presidente Lula, consolida o Hip-Hop como uma legítima expressão da identidade brasileira. Além disso, o inventário participativo com o Iphan avança no reconhecimento do Hip-Hop como Patrimônio Cultural Imaterial.”

    A ministra da Cultura, Margareth Menezes, e a socióloga Vilma Reis também estão entre os grandes nomes que compõem as discussões. O evento reflete o fortalecimento do movimento como força cultural e política no Brasil e no mundo, apontando para um futuro onde o Hip-Hop se consolida como eixo transformador da sociedade.

    Protagonismo das comunidades periféricas

    Os debates também destacam o papel das comunidades periféricas como epicentro do Hip-Hop. A conexão entre tradição e inovação surge como um dos principais motores para transformar realidades e ampliar a luta por justiça social e racial.

    No segundo dia do seminário, o foco será a implementação de políticas públicas específicas para o movimento, com mesas como “Mulherismo Afrikana e Políticas Públicas para
    Homens Negros” e “Cultura de Base Comunitária como Ferramenta de Transformação Social”.

    O encerramento ficará por conta do grupo Viela 17, consolidando o Hip-Hop como uma força vibrante e necessária para a cultura brasileira.

  • Um festival de representatividade: Festival Caleidoscópio vai ao ar neste fim de semana, no canal do youtube do Enraizados

    Um festival de representatividade: Festival Caleidoscópio vai ao ar neste fim de semana, no canal do youtube do Enraizados

    Uma festa formada por 80% de negros, 56% de mulheres e 25% de LGBTQI+, prepara o gingado porque neste final de semana acontecerá o Festival Caleidoscópio.

    A pista de dança será na sua casa e a programação está bem recheada, contando com Batalhas de MCs, sarau de poesias, shows de rap e samba, tudo isso estará disponível na sua sala, através do Youtube. Sexta, sábado e domingo o encontro está marcado às 19h. O festival foi gravado no início de maio, seguindo todos os protocolos contra a COVID-19.

    Carol Dall Farra e MC Martina

    No primeiro dia, Gustavo Baltar conduzirá a batalha de MCs, relembrando os tempos da “Batalha de Morreba”, evento tradicional em Morro Agudo, Nova Iguaçu. No duelo entre os MCs mais promissores do Rio, o prêmio será de R$ 1 mil e só haverá um vencedor ou vencedora. Para complementar a festa haverá shows com os rappers Quasar e GB Montsho, além de um set incrível com o DJ TK.

    No segundo dia de festival haverá uma edição especial do tradicional Sarau Poetas Compulsivos, capitaneado por Lisa Castro, que receberá MC Martina, Carol Dall Farra, Dudu Neves e Sabrina Azevedo. Para abrilhantar a noite musicalmente haverá shows com Simone Costa, Thalilua e Yas Werneck.  Arrastem os sofás para o lado porque quem vai fazer tudo tremer é a DJ Jacquelone, num set brabo de 30 minutos de muito som.

    Para finalizar o festival com chave de ouro, haverá um baile de rap com shows de Rudi, Lis MC e Marcão Baixada, em uma noite emocionante marcada pelo Prêmio Caleidoscópio, onde a produtora Imperatriz homenageará Samuca Azevedo, atual presidente do Instituto Enraizados, por sua contribuição na última década para o crescimento da instituição. E quem agitará a noite é o excelentíssimo DJ Deluna.

    PROGRAMAÇÃO

    28 de maio (Sexta-feira): Batalha de MCs; Shows com Quasar e GB Montsho; Set com DJ TK; Apresentação Gustavo Baltar.

    29 de maio (Sábado): Sarau Poetas Compulsivos (Dudu Neves, Sabrina Azevedo, MC Martina e Carol Dall Farra)
    Show com Thalilua, Simone Costa e Yas Werneck; Set com DJ Jacquelone; Apresentação Lisa Castro.

    30 de maio (Domingo): Prêmio Caleidoscópio; Shows com Rudi, Lis MC e Marcão Baixada; Set com DJ Deluna; Apresentação Cassoma.

    SOBRE O FESTIVAL CALEIDOSCÓPIO

    O Caleidoscópio é um festival colaborativo e multicultural que mescla arte e ativismo, cujo objetivo é gerar uma reflexão na sociedade sobre as desigualdades sociais que assolam o país, promovendo espaços para encontros e expressões de jovens artistas negros de regiões tidas como marginalizadas. O festival sempre aconteceu em bairros periféricos da Baixada Fluminense, tendo como seu principal palco a Praça Armando Pires, em Morro Agudo, Nova Iguaçu, com o intuito de reverenciando a arte, questionando o estigma violento do local.

    Simone Costa
    Simone Costa

    Em suas edições anteriores, o festival levantou bandeiras importantes, lutando contra o “Extermínio da juventude negra; o mosquito Aedes aegypti; fez campanha pedindo PAZ na Baixada Fluminense; e chamou a sociedade para refletir sobre a importância da Qualidade de Vida na região, convidando jovens para aderirem a práticas esportivas”.

    Nesta edição o tema foi representatividade, onde buscaram representar a mesma porcentagem de negros, mulheres e LGBTQI+ da sociedade brasileira nos palcos do festival, e ao final foram 80% de negros, 56% de mulheres e 25% de LGBTQI+.

    SERVIÇO
    O Festival Caleidoscópio ocorre nos dias 28, 29 e 30 de maio, às 19 horas, no Canal do Instituto Enraizados no YouTube (www.youtube.com/InstitutoEnraizados).

    Agende-se, ativando o lembrete:

    Sexta-feira: https://www.youtube.com/watch?v=vFdRiL1ReDk

    Sábado: https://www.youtube.com/watch?v=tQK9PZHJ8RE

    Domingo: https://www.youtube.com/watch?v=QiInVUZ6phs

    Para saber mais sobre o festival, acesse: www.festivalcaleidoscopio.com.br

  • Festival Caleidoscópio leva representatividade racial e de gênero para o rap nacional

    Festival Caleidoscópio leva representatividade racial e de gênero para o rap nacional

    O Festival Caleidoscópio, um dos maiores eventos da Cultura Hip Hop Carioca, realizado na Baixada Fluminense há sete edições, será online novamente, e maior do que nunca: A programação que começou no sábado, dia 17 de abril, e irá até 05 de junho (Dia Mundial do Meio Ambiente), trazendo “Representatividade” como tema.

    O festival é diverso na frente e por trás das câmeras também, contando com cerca de 60% de mulheres como convidadas e membros da equipe, 81% de negros, e 26% de LGBTQI+. O Caleidoscópio contará com Master Classes, que começam na próxima segunda-feira, 19. Ainda estão previstos pockets shows; exposição de artes; feira criativa; painel de graffiti; apresentações de DJs; batalhas de MCs; e plantio de espécies nativas da Mata Atlântica na Serra do Vulcão, em Nova Iguaçu.

    “Analisamos a quantidade de mulheres, negros e LGBT na sociedade e trouxemos para dentro do festival. É um espaço importante que a gente não vê nos espaços de poder brasileiros. A gente vai para uma universidade pública e dependendo do curso, você nem vê pessoas negras. Você olha para o Senado e não vê, olha para o judiciário e não. Só nos vemos em trabalhos braçais, presídios e escolas de periferias. Queremos criar uma resistência”, aponta DMA, que além de rapper, é fundador do Instituto Enraizados, escritor, graduado em Sistema de Informação, mestre e doutorando em Educação pela Universidade Federal Fluminense.

    A programação inteira está bem diversa, começando pelas Master Classes: Na segunda-feira, a MC/rapper Lisa Castro recebe Yvie (produtora executiva, artística e mãe) e Naitha (produtora cultural, empreendedora, artista e mãe), para um bate-papo sobre Maternidade e Arte Independente.

    Na terça, 20, o tema será Racismo e Internet, debatendo sobre as diversas facetas de como o crime de racismo migra do presencial para o mundo virtual. A mesa contará com as presenças de Sil Bahia (co-diretora executiva do Olabi e coordenadora da PretaLab); Duda Vieira (gerente do Nós, hub focado em diversidade, do estúdio de criação Play9). O encontro será mediado por DMA.

    No dia 21, quarta, a mesa será composta por Thiago Peniche (homem trans, criador de conteúdo sobre transgeneridade e bissexualidade. Ele é professor de Inglês e jornalista e fundador do projeto social Curso Es(trans)geiros); Quitta Pinheiro (produtora e fundadora da Baphos Periféricos); e contará com a mediação de Valentine(mulher trans, escritora, poeta, cantora, atriz, e slammer), o trio discutirá Pluralidades de Vivências Trans.

    Finalizando a série de Master Classes, no dia 22, o tema será O Rap de Ontem, de Hoje e de Amanhã, e contará com as contribuições de Léo da XIII (rapper e produtor musical desde 2003, ex-campeão mundial de Hip Hop em Miami, nos Estados Unidos, e que hoje se destaca nos vagões dos transportes públicos, levando alegria e energia positiva para o público); Edd Wheeler (integrante do primeiro grupo de rap feminino no RJ a ter um trabalho fonográfico, o “Damas do Rap”, que surgiu nos anos 1990 nos bailes charmes do subúrbio do Rio). O encontro será mediado por Kall FBX (Fundador do Fator Baixada, grupo de rap que fundou quandoainda era um adolescente, no fim do ano de 1995,um dos primeiros grupos de rap da Baixada Fluminense).

    Esta edição do Festival Caleidoscópio conta com patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, com recursos da Lei Aldir Blanc.

    SOBRE O FESTIVAL CALEIDOSCÓPIO

    É um festival colaborativo e multicultural que mescla arte e ativismo, cujo objetivo é gerar uma reflexão na sociedade sobre as desigualdades  que assolam o país, prinicpalmente as periferias. A ideia é promover espaços para encontros e expressões de jovens artistas negros de regiões tidas como marginalizadas. O festival sempre aconteceu em bairros periféricos da Baixada Fluminense, tendo como seu principal palco a Praça Armando Pires, em Morro Agudo, Nova Iguaçu, sempre revenriando a arte com o intuito de questionar o estigma violento do local.

    Adolescentes e jovens curtindo o caleidoscópio na Praça de Morro Agudo
    Adolescentes e jovens curtindo o caleidoscópio na Praça de Morro Agudo

    Em suas edições anteriores, o festival levantou bandeiras importantes, lutando contra o “Extermínio da juventude negra; o mosquito Aedes aegypti; fez campanha pedindo PAZ na Baixada Fluminense; e chamou a sociedade para refletir sobre a importância da Qualidade de Vida na região, convidando jovens para aderirem a práticas esportivas”.

    SERVIÇO
    O Festival Caleidoscópio acontece do dia 17 de abril até 05 de junho.
    Confira a programação completa em: festivalcaleidoscopio.com.br.

    Instagram: www.instagram.com/InstitutoEnraizados
    Twitter: www.twitter.com/Enraizados

    Inscrição Master Class: https://bit.ly/MasterClassFC80
    Inscrição Batalha de MCs: https://bit.ly/Batalha_Caleidoscopio

  • Enraizados lança minidoc de 10 minutos sobre o seu festival escola: O Festival Caleidoscópio.

    Enraizados lança minidoc de 10 minutos sobre o seu festival escola: O Festival Caleidoscópio.

    No ano de 2019, Dudu de Morro Agudo escreveu o Festival Caleidoscópio no edital Pontes 2020, afim de, se aprovado, realizá-lo no fim de 2020. O projeto foi aprovado, mas com a aprovação veio também a pandemia e a notícia de que tudo seria adiado por tempo indeterminado. Dudu então focou nas atividades sócio-culturais do Instituto Enraizados, pois acreditava que o festival não aconteceria mais. Foi quando recebeu uma nova proposta do Oi Futuro​ e da British Council​.
    Assim nasceu o Festival Caleidoscópio BRUK, num intercâmbio internacional entre Brasil e Reino Unido, o nascimento de uma amizade improvável entre Dudu de Morro Agudo e Mohammed Yahya​.

     

    Os últimos meses tem sido extremamente conturbados para a rapaziadinha do Instituto Enraizados, especialmente para o rapper Dudu de Morro Agudo.

    Pra falar a verdade, desde o início da pandemia do novo (já não tão novo) Coronavírus, que eles vem produzindo uma série de atividades sócio-culturais juntamente com a juventude (alguns não tão jovens) que orbita o Quilombo Enraizados.

    A doideira começou quando passou o meio do ano de 2020, foi aí que as coisas se acentuaram, principalmente por causa da possibilidade do recurso da Lei Aldir Blanc chegar pra auxiliar os agentes culturais da base. Realizaram uma força tarefa, com uma série lives, reuniões, videoaulas, etc… Era uma grande oportunidade de formar efetivamente uma série de novos produtores, comprar equipamentos e tirar um monte de ideias do papel e colocá-las, enfim, em prática, pra ganhar as “ruas”, ou melhor os canais da internet.

    No mês de janeiro e fevereiro, o rapper, produtor cultural e doutorando em educação pela Universidade Federal Fluminense, coordenou, executou, ajudou e/ou produziu cerca quinze projetos simultaneamente, fruto desse empenho citado. Projetos dele, do Instituto Enraizados e de outros parceiros, a maioria financiado com recursos da Lei Aldir Blanc, do município de Nova Iguaçu.

    “Está sendo um momento muito difícil, tenho trabalho incessantemente, mas sempre sonhei com esse momento, agora é hora de todo mundo colocar em prática o que aprendeu durante todos esses anos e adquirir mais conhecimentos”, afirma o rapper, que também é professor de produção cultural num curso que ele mesmo criou para formar novos produtores, o CPPEC, curso prático de produção de eventos culturais.

    Mas tudo realmente se embolou no meio de campo quando ele recebeu um ligação do Oi Futuro e da British Council, onde faziam a seguinte pergunta:

    Será que o Instituto Enraizados conseguem fazer o festival, consequentemente este intercâmbio, de forma virtual?

    Dudu chamou a produtora (e sua filha) Imperatriz, o Samuca Azevedo, Gustavo Baltar, Higor Cabral e outros profissionais do Instituto Enraizados para ajudá-lo a pensar em cada detalhe desse novo formato do festival. Foi um momento tenso, que começou burocraticamente lá em junho ou julho de 2020 e só terminou (teoricamente) no dia 06 de fevereiro de 2021 (teoricamente, pois ainda estão prestando conta do projeto).

    E é essa experiência, ou melhor, é esse ponto de vista do produtor que teve que se reinventar aos 45 do segundo tempo, que ele deseja passar para o público através desse minidoc chamado Caleidoscópio.Doc, que explica não somente o processo tenso e complexo, mas fala sobre como tudo está fortemente conectado com o conceito de festival escola que o Festival Caleidoscópio se propõe a ser desde a primeira edição.

    Segundo DMA, coordenar uma grande equipe, liderar a curadoria, cumprir um cronograma hiper apertado não é tão complicado quando todos estão cientes do processo de ensinoaprendizagem que orbita o festival, e cabe a ele criar essa atmosfera de valorização de cada artista e profissional que ajudou a construir aquilo que ele chama de “o seu maior desafio”.

    A ideia do minidoc surgiu ainda no processo de produção do festival, quando DMA conversou com Higor Cabral, responsável por toda a parte audiovisual do projeto, da possibilidade de se criar algo a partir dos vários gigabites de imagens que estava gerando.

    – “Sim, é possível”, foi o que ele ouviu do amigo.

    E hoje, a obra de cerca de 10 minutos, está nas ruas, ou melhor, no canal da Hulle Brasil, no youtube, aqui no Portal Enraizados, vai pro Instagram e Facebook. Então, seja em qual plataforma for, veja, entenda, compartilhe, se inscreva no canal, siga-nos e curta-nos.

    Mas quem acha que as coisas param por aí, estão enganados, Dudu começa hoje também a nova turma do CPPEC, já pra ensinar cerca de 35 pessoas de todo o Rio de Janeiro, através da plataforma zoom, todos os macetes para produzir um festival como o Caleidoscópio.

    A próxima edição do festival, que já tem data marcada, vai ser num formato muito parecido com o anterior, com muito audiovisual, lives, palestras e afeto.

    E você, tá com vontade de acompanhar tudo isso de pertinho, receber os informativos e ficar por dentro de todas as oportunidades geradas pelo Instituto Enraizados?

    É  só clicar no link abaixo e preencher o formulário, você nunca mais vai reclamar que não tá sabendo das oportunidades que estão acontecendo, não somente nas periferias da Baixada, mas do mundo.

    INSCREVA-SE NA REDE: https://forms.gle/tVFDp2v3DH71exQQ7

     

  • Festival dos CRIAS: A juventude preta e periférica assumindo o controle do mês da consciência negra.

    Festival dos CRIAS: A juventude preta e periférica assumindo o controle do mês da consciência negra.

    O “Festival dos CRIAS” é uma iniciativa do Instituto Enraizados que visa desenvolver um espaço de troca entre a juventude preta e pobre da metrópole do Rio de Janeiro, realizando e recebendo atividades durante os 30 dias do mês de novembro, afim de promover a potência artística, empreendedora e intelectual deste grupo social.

    As atividades acontecerão no Quilombo Enraizados, um local que transborda afeto e solidariedade, e a ideia é reunir fazedores para que estes troquem experiências entre si, ensinando e aprendendo, potencializando aquilo que já fazem, e criando novas possibilidades a partir de uma rede tecida organicamente.

    Queremos trazer para um mesmo espaço diferentes atividades, discussões relevantes sobre variados temas à partir dos eixos de “cultura, raça e identidade”, sob a perspectiva e vivência desta juventude e destes territórios.

    Dentre as atividades que já estão no calendário do festival estão: exposição de arte, workshops de “rap, DJ, graffiti e dança”, mostra audiovisual, eventos de música, sarau de poesias, mutirão de graffiti, cineclube, semana de brechó com discussão sobre moda consciente, rodas de leitura, encontro de educadores, etc.

    O Quilombo Enraizados estará aberto todos os dias, das 08 às 20 horas para visitação, todas as informações sobre as atividades estarão disponíveis no Portal Enraizados, assim como os formulários de inscrição para as atividades.

    CALENDÁRIO <em construção>

    01 de novembro – Expo Urban Art

    02 de novembro – Sarau Poetas Compulsivos

    03 de novembro – Audição – Átomo

    04 de novembro à 10 de novembro – Feira Belchior

    11 de novembro – Oficina de Graffti

    12 de novembro – Oficina de DJ

    13 de novembro – Oficina de Rap

    14 de novembro – Oficina de Danças Urbanas

    16 de novembro – Ocupação de Graffiti

    30 de novembro – Mostra Pretos na Tela

    SERVIÇO:
    O que? Festival dos CRIAS
    Quando? 01 à 30 de novembro
    Onde? Quilombo Enraizados – Rua Presidente Kennedy, 41, em Morro Agudo, Nova Iguaçu.
    Quer saber mais, quer participar? (21)4123-0102 ou enraizados@gmail.com.

     

     

  • MOSTRA PRETOS NA TELA: Inscrições abertas para mostra audiovisual do Enraizados

    MOSTRA PRETOS NA TELA: Inscrições abertas para mostra audiovisual do Enraizados

    A “Mostra Pretos na Tela”, que acontecerá no Quilombo Enraizados no dia 30 novembro de 2019, é uma mostra audiovisual que tem como objetivo promover e valorizar as obras audiovisuais protagonizadas por produtores, diretores e artistas negros e negras na Baixada Fluminense, sejam eles iniciantes ou não, através de exibição de seus curtas–metragens de ficção e/ou documentários, e, com isso, visibilizar os profissionais da área e suas obras, além de inspirar jovens negros e pobres da região da Baixada Fluminense que desejam ingressar na área.

    O evento faz parte de uma série de atividades que compõem o Festival dos CRIAS, uma iniciativa do Instituto Enraizados que visa desenvolver um espaço de troca entre a juventude preta e pobre da metrópole do Rio de Janeiro, realizando e recebendo atividades durante os 30 dias do mês de novembro, afim de promover a potência artística, empreendedora e intelectual deste grupo social.

    As inscrições para a MPT ficam abertas do dia 17 de outubro à 10 de novembro, os(as) interessados(as) podem se inscrever pelo link http://bit.ly/MostraPretosNaTela.

    A Seleção dos Finalistas será divulgada no dia 15 de novembro, conforme cosnta no edital.

    A Mostra acontecerá no dia 30 de novembro, no Quilombo Enraizados, terá entrada franca.

    SERVIÇO

    Mostra Pretos na Tela
    Inscrições: 17/10 à 10/11
    Quilombo Enraizados: Rua Presidente Kennedy, 41, Morro Agudo, Nova Iguaçu, RJ
    Informações: (21)4123-0102 ou enraizados@gmail.com


    EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA – MOSTRA PRETOS NA TELA

    O Instituto Enraizados torna público este edital, estabelecendo critérios para selecionar filmes, com duração até 26 minutos, para exibição em uma mostra audiovisual que vai protagonizar produtores, diretores e artistas negros e negras na Baixada Fluminense, dentro da programação que promoverá em novembro de 2019, contemplando os debates sobre a luta antirracista no mês em que se celebra oficialmente a consciência negra.

    O Instituto Enraizados tem uma trajetória histórica promovendo a cultura hip hop e nessa etapa de sua luta busca expandir as atividades promovendo a difusão do audiovisual como ferramenta de valorização da negritude na Baixada Fluminense. O ponto mais importante é destacar a atuação de profissionais pretos e pretas deste território e protagonizar estes agentes. Assim esta chamada amplia o compromisso da cultura preta como uma plataforma para a construção de novos olhares e novas histórias.

    01 – OBJETIVO

    1.1 – Selecionar 03 (três) filmes curta metragem que sejam protagonizados por personagens negros e/ou negras.

    02 – OBJETO

    2.1 – Os filmes devem ter no máximo 26 minutos de duração.
    2.2 – As temáticas são livres, porém o critério definidor é o protagonismo negro nas produções.
    2.3 – Os filmes selecionados deverão enviar 01 (um) representante no dia da mostra, 30 de novembro de 2019, para compor a mesa de debate.

    03 – QUEM PODE PARTICIPAR

    3.1 – Poderão participar indivíduos, coletivos, empresas e organizações sem fins lucrativos que tenham na sua constituição profissionais negros.

    04 – INSCRIÇÕES

    4.1 – As inscrições deverão ser feitas pela internet entre 17.10.2019 e 10.11.2019, através da ficha de inscrição disponível neste link: http://bit.ly/MostraPretosNaTela.

    4.2 – Ao se inscrever, o proponente declara que todas as informações prestadas são verdadeiras, que a proposta inscrita não viola direitos de propriedade intelectual, concordando em assumir exclusivamente a responsabilidade legal por reclamação, ação judicial ou litígio, seja direta ou indiretamente, decorrente da exibição ou uso dos filmes.

    05 – SELEÇÃO

    5.1 – A seleção dos 03 (três) filmes de curta metragem será realizada por uma comissão composta por 05 (cinco) profissionais, obedecendo o critério eliminatório, isto é, os filmes que não tiverem personagens negros como protagonistas serão automaticamente desclassificados; e os critérios técnicos: qualidade da estrutura narrativa e originalidade.

    5.2 – Serão acrescentados pontos extras conforme descrição abaixo para os filmes:

    (01) – com diretores negros/negras;

    (01) – com produtores negros/negras;

    (01) – com roteiristas negros/negras;

    (01) – Filmes que tenham no elenco moradores da Baixada Fluminense.

    06 – RESULTADO

    6.1 – O resultado com os filmes selecionados será divulgado nas redes oficiais do Instituto Enraizados, no dia 15.11.2019 e comunicado por email aos selecionados.

    07 – PREMIAÇÃO

    7.1 – Esta não é uma mostra competitiva, sendo assim os filmes selecionados receberão um certificado de participação na MOSTRA PRETOS NA TELA.

    08 – CRONOGRAMA

    8.1 – O cronograma de realização da MOSTRA PRETOS NA TELA, obedecerá as datas abaixo:

    Divulgação do edital: 17.10.2019
    Inscrições: 17.10.2019 à 10.11.2019
    Análise das propostas: 11.11.2019 à 14.11.2019
    Divulgação dos selecionados: 15.11.2019
    Mostra: 30.11.2019

    09 – DISPOSIÇÕES GERAIS

    9.1 – A inscrição nesta Chamada Pública implicará na plena aceitação de todas as condições estabelecidas.
    Não serão aceitas inscrições em desacordo com o edital.

    9.2 – O proponente selecionado neste edital autorizará o Enraizados a divulgar sua imagem e fala para fins de publicidade das ações previstas neste edital.

    9.3 – Situações excepcionais ou casos omissos a este regulamento serão decididos pela organização da MOSTRA PRETOS NA TELA.

    10 – CONTATOS

    10.1 – Dúvidas decorrentes do presente regulamento deverão ser encaminhadas ao e-mail: enraizados@gmail.com

    10.2 – Para acompanhar as notícias da MOSTRA PRETOS NA TELA acesse:
    Facebook:  https://www.facebook.com/institutoenraizados
    Site:  http://www.enraizados.com.br
    Instagram:  @institutoenraizados
    Twitter: @enraizados

    Nova Iguaçu, 17 de Outubro de 2019

    Instituto Enraizados

  • Festival Rap Conect, que mobilizou boa parte dos rappers carioca, foi cancelado

    Festival Rap Conect, que mobilizou boa parte dos rappers carioca, foi cancelado

    Através de email, os organizadores do Festival Rap Conect, que aconteceria hoje, dia 14 de outubro, sábado, no Terreirão do Samba, comunicou ao público que o festival seria cancelado por orientação de órgãos competentes que justificam a decisão por questões de segurança, tendo em vista a realização de outro evento de grande porte nas proximidades do Festival. Mas eles não informam qual evento.

    Os responsáveis pela realização do mesmo dizem lamentar o ocorrido e orientam a todos os que adquiriram ingressos antecipados a entrarem em contato com o email festivalrapconect@gmail.com para a devolução do valor integral do ingresso, o que parece que não haverá o evento em outra data.

     

  • Baixada se une em prol do Beco #03

    Baixada se une em prol do Beco #03

    O Festival  queridinho da BXD tá de volta! Ou pelos menos quer muito estar…

    O Beco é um Festival que reúne diversas festas do Rio de Janeiro e, com maestria, exerce o direito de ocupar o espaço público, mistura gêneros musicais, tribos, pessoas de todos os tipos, e amor… muito amor!

    Aconteceram duas edições em Nova Iguaçu, em 2015 e 2016, que foram um completo sucesso e abalaram quem estava presente, deixando quem não pôde ir com água na boca e uma curiosidade enorme para conhecer o Festival.

    As coisas complicaram bastante na segunda edição, quando, aprovados no Edital de Carnaval, realizaram todo o evento e não foram pagos pela Secretaria Estadual de Cultura, ficando com um prejuízo enorme.

    Ainda assim a família do Beco Festival quer fazer a terceira edição, pelo terceiro ano consecutivo. Mas pra isso acontecer, a produção precisa arrecadar uma quantia necessária para que possa continuar sendo “O BECO Festival”, nada mais, nada menos. Então foi lançada uma campanha coletiva (catarse.me) para que o público possa contribuir e ajudar essa festa linda acontecer.

    E pra você que tá tão ansioso quanto eu, ainda tem a BECO TOUR. Uma prévia do que realmente acontece no Festival em uma mini proporção, deixando todo mundo com aquela vontadezinha de quero mais e a ansiedade batendo na porta.

    Espero todos vocês no Beco #3 pra emanar felicidade e rebolar o cuzcuz sem julgamento!

     

    Mais informações:

  • Festival Caleidoscópio consolidará Morro Agudo como celeiro do hip hop brasileiro

    Festival Caleidoscópio consolidará Morro Agudo como celeiro do hip hop brasileiro

    Consolidando Morro Agudo como celeiro do Hip Hop nacional, o Instituto Enraizados promoverá no próximo dia 17 de setembro o 5º Festival Caleidoscópio – Edição Dia de Responsa, cujo o tema central é a ‘Qualidade de Vida’.

    Mais de 2.500 pessoas já conferiram as quatro edições anteriores, e mais mil são esperadas na quinta, que movimentará a praça do bairro iguaçuano. Mais de 100 artistas e 50 voluntários – participantes do curso prático de produção de eventos culturais, CPPEC, promovido pelo Instituto Enraizados – estão envolvidos na ação, que levará 12 horas de música, arte e ativismo, reunindo expressões artísticas variadas.

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    Quarta edição do festival caleidoscópio, em Morro Agudo

    Durante o Caleidoscópio, o Instituto Enraizados lançará uma campanha de crowdfunding para a reforma de sua nova sede, em Morro Agudo, que está prevista para ser inaugurada em março de 2017.

    Dezenas de atividades acontecerão simultaneamente, como feira criativa, caleidokids (espaço para crianças menores de 10 anos), painel de grafite, biblioteca coletiva, gastronomia das ruas, sarau de poesias, desfile de moda, apresentações de DJs, batalhas de MCs e shows de rap com os grupos Antiéticos e Conexão Popular, de São Paulo.

    Ainda contaremos com uma mobilização de conscientização para o consumo consciente de bebidas alcoólicas, em parceria com o programa Na Responsa, da AMBEV.

    O Instituto Enraizados é uma das 27 organizações que fazem parte da rede do programa “NA RESPONSA”, que ajudam a trabalhar o tema CONSUMO RESPONSÁVEL por meio de atividades com os jovens de suas comunidades, além de mobilizar comerciantes para evitar a venda de bebidas alcoólicas para menores.

    O objetivo do Programa de Consumo Responsável da AMBEV é estimular o cumprimento da lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores – criando o hábito de se pedir o documento de identidade do consumidor no momento da venda – além de promover a segurança viária e incentivar o consumo moderado, orientando sobre o consumo excessivo e associado à direção.

    Apesar de ser uma celebração da vida e das artes, o Caleidoscópio surgiu como um grito contra a violência que estava atingindo a região, em 2015. “Em maio do ano passado, o Babu, de 18 anos, um dos grafiteiros do Enraizados foi atingido por uma bala perdida quando saía da escola”, relembra o rapper e diretor executivo do instituto, Dudu de Morro Agudo, 37 anos, que naquele momento resolveu fazer um festival para mostrar que o bairro aonde foi criado não era um celeiro de violência, mas sim de artes, cultura, e principalmente do Hip Hop.

    Apesar do Festival Caleidoscópio ser realizado no dia 17 de setembro, desde o início de agosto estão acontecendo ações da ‘Agenda Caleidoscópio’ – micro-eventos esportivos e culturais que servem de ‘esquenta’ para o festival.

    As ações contaram com passeio de bicicleta, partidas de futebol em quadras públicas da cidade, trilhas, treinos de corrida e sessões de cineclube – e culminará no ‘Torneio na Responsa’, com várias partidas de futebol, no dia 16 de setembro. “Na primeira edição o tema central era a segurança pública na Baixada Fluminense. Na quinta, o tema é a qualidade de vida dos moradores da Baixada, por isso estamos fazendo os micro-eventos esportivos, que estão fazendo muito sucesso com a juventude, que já discute e pratica a ocupação dos equipamentos públicos e estão se preocupando com a saúde”, conta Dudu. “Estamos trazendo para discussão a questão da prática esportiva, a mobilidade urbana e a falta (e/ou depredação) de equipamentos culturais e esportivos na região”, complementa.

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    Sobre o Instituto Enraizados
    É a primeira escola de Hip Hop da América Latina, com 16 anos de atuação, presença nos 27 estados brasileiros e em mais 11 países. Desde 1999 já atendeu mais de 58 mil jovens e desenvolveu 48 projetos. Foi criada para colocar em contato pessoas de todo o Brasil que praticam as artes integradas do Hip Hop (rap, break, DJ e grafite), divulgando cada artista e promovendo a cultura e a inclusão social através da militância nas periferias das grandes cidades.  O Instituto Enraizados se desenvolve com base em três eixos: comunicação, formação e intercâmbio, tendo pelo menos um projeto de referência em cada área.

    Prêmios recebidos
    [2012] – Filme ‘Bem Vindo Ao Clube’ – Melhor Roteiro no Festival Cine Faces de Paracambi/RJ.
    [2010] – Filme ‘A Realidade Dos Jovens’ – Prêmio de Melhor Filme de Projeto Social no Festival Iguacine de Nova Iguaçu/RJ.
    [2010] – Revista Enraizados – Prêmio de Mídias Livres (Ministério da Cultura).
    [2009] – Portal Enraizados (www.enraizados.com.br) – Prêmio de Mídias Livres (Ministério da Cultura).
    [2009] – Prêmio Baixada, na Categoria Comunicação (Fórum de Cultura da Baixada Fluminense).
    [2008] – Biblioteca Enraizados – Prêmio Ponto de Leitura, Edição Machado de Assis (Ministério da Cultura).
    [2007] – Rede Enraizados – 1º Lugar no Prêmio Cultura Viva 2ª Edição -Categoria Organização da Sociedade Civil (Ministério da Cultura).

    Dudu de Morro Agudo
    Dudu de Morro Agudo

    Sobre Dudu de Morro Agudo
    Dudu de Morro Agudo conheceu o rap em 1994, aos 14 anos, desde então lançou nove discos, dentre os quais se destacam DMÁtomo, em parceria com o rapper Átomo; #ComboIO com os rappers Léo da XIII e Marcão Baixada; e o disco solo, Rolo Compressor, com o qual ele fez turnê pela França e Chile, em 2010.
    Sua inquietude artística o permitiu escrever o livro ‘Enraizados: os Híbridos Glocais’, pela Editora Aeroplano, e dirigir o premiado documentário ‘Mães do Hip Hop’. Em 2015 foi a Miami com seu grupo de rap, ComboIO, disputar o campeonato Take Back The Mic, promovido pela plataforma AMP.it, do qual foi vencedor. Atualmente, Dudu está gravando seu novo disco solo e dedicando maior parte do seu tempo à campanha da nova sede do Instituto Enraizados.

    Serviço
    Caleidoscópio
    Dia 17 de setembro
    Praça de Morro Agudo (Rua Thomaz Fonseca, próximo ao número 200)
    A partir das 10 horas: Feira Criativa, CaleidoKids e Painel de Graffiti;
    A partir das 16 horas: Atividades Culturais.
    Programação: https://www.facebook.com/events/632388846918837

  • Como chegar no #Caleidoscópio

    Como chegar no #Caleidoscópio

    Tá todo mundo querendo chegar no Festival #Caleidoscópio, mas tem gente que ainda está com dúvidas de como chegar. Se você é uma dessas pessoas, fique esperto nas dicas abaixo, porque todos os caminhos te levarão para Morro Agudo neste sábado.

    VINDO DO CENTRO RIO DE JANEIRO

    ÔNIBUS / VAN

    Passarela do CIEP 172 na Via Dutra
    Passarela do CIEP 172 na Via Dutra

    Para vir de ônibus ou van, do Rio de Janeiro para Morro Agudo, você deve pegar qualquer  ônibus com destino a Queimados, que vá pela rodovia presidente Dutra, na Rodoviária da Central – ou pela rota do ônibus na Avenida Brasil. Você deve descer no ponto do CIEP de Morro Agudo, na Dutra, atravessar a passarela e seguir na rua Thomaz Fonseca até o número 200.

    TREM (R$3,70)

    Estação de Trem de Comendador Soares (Morro Agudo)
    Estação de Trem de Comendador Soares (Morro Agudo)

    Uma maneira bem fácil de chegar em Morro Agudo é de trem. Você deve pegar o trem na Central do Brasil (ou em qualquer outra das seguintes estações: São Cristóvão, Maracanã, Madureira, Deodoro, Ricardo, Anchieta, Olinda, Nilópolis, Edson Passos, Mesquita, Juscelino e Nova Iguaçu) com destino a Queimados ou Japeri (não pegue trem para Campo Grande, Belford Roxo ou nenhum outro que não seja esses dois) e descer na estação de Comendador Soares, que é uma estação após a Estação de Nova Iguaçu.
    Você deve descer do lado esquerdo da estação e andar uns 300 metros até a praça de Morro Agudo.

    Obs 01: Comendador Soares e Morro Agudo são o mesmo bairro, pois o bairro tem dois nomes;
    Obs 02: Os trens param de circular às 23:55 em Morro Agudo.

    CARRO

    A maneira mais fácil de chegar em Morro Agudo de carro é pela Rodovia Presidente Dutra. Você virá na rodovia sentido São Paulo, sairá na saída 183.

    Rodovia Presidente Dutra sentido São Paulo.
    Rodovia Presidente Dutra sentido São Paulo.

    Pegar o retorno, entrar na Rodovia Presidente Dutra novamente, sentido Rio de Janeiro e sair na saída 182. Você estará na rua Thomaz Fonseca, basta seguir até o número 200 até encontrar a Praça de Morro Agudo.

    Obs 01: Se você utiliza GPS, basta colocar o endereço Rua Thomaz Fonseca, 200, Comendador Soares, Nova Iguaçu, RJ. 

    Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro.
    Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro.

    METRÔ

    Uma opção é vir de metrô. Ops… tem metrô em Morro Agudo? Não, mas tem integração e é uma opção pra quem quer vir de boa no ar-condicionado.

    Basta pegar um metrô com destino a Pavuna. E na Pavuna fazer integração com o ônibus da Vila Rica, Pavuna x Morro Agudo. A boa notícia é que ele faz ponto final em Morro Agudo e passa em frente a Praça. 🙂

    Praça de Morro Agudo
    Praça de Morro Agudo
    Mapa
    Mapa

    RODOVIÁRIA DE NOVA IGUAÇU

    Se por acaso você vem da Zona Oeste ou Zona Norte, ou qualquer outro lugar da Baixada Fluminense e achou mais fácil ir para a Rodoviária de Nova Iguaçu, não tem problema. A forma mais fácil de se localizar é ir até o Iguaçu Top Shopping e de lá pegar qualquer ônibus que passe na Igreja São Francisco de Assis, no Centro de Morro Agudo. Esses ônibus passam em frente a Praça de Morro Agudo.

    INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

    A Praça de Morro Agudo fica próxima:

    • ao Banco Santander;
    • a Caixa Econômica Federal;
    • ao Mercado Casas Prendas;
    • ao Subway;
    • a Igreja São Francisco de Assis;
    • ao Vasquinho de Morro Agudo.

    QUALQUER DÚVIDA LIGUEM PARA: (21)9.6563-0554

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