Tag: Movimento Enraizados

  • Dudu de Morro Agudo marca presença na XV Bienal do Livro

    Dudu de Morro Agudo marca presença na XV Bienal do Livro

    A XV Bienal Internacional do Livro teve início no dia 1/09 e se estenderá até o dia 11/09.
    Como boa parte dos leitores do Portal Enraizados devem saber, Dudu de Morro Agudo, lançou no início de 2011, o livro “Enraizados – Os Híbridos Glocais”, pela Editora Aeroplano, que conta cronologicamente, e na visão do rapper, como surgiu e o que é o Movimento Enraizados.
    O livro faz parte da Coletânea Tramas Urbanas, que tem curadoria de Heloísa Buarque de Holanda, e patrocínio da Petrobrás, que também é a atual patrocinadora da Bienal.

    A Petrobrás está com seu estande no evento, onde ocorreram debates entre alguns dos autores que fazem parte da Coletânea, como Marcus Vinicius Faustini e Écio Salles.

    No último domingo (4), o debate contou com a participação Dudu, Luciana Bezerra e Flávio Lenz.
    Dudu contou sobre sua trajetória, a criação do Movimento Enraizados e sua ampliação, através dos meios de comunicação.

    Luciana é autora do livro “Meu destino era o Nós do Morro”, e contou sobre sua atuação no Grupo Nós do Morro, seu envolvimento com a arte e o que é ser artista.

    Flávio é autor do livro “Daspu – A Moda Sem Vergonha”, ele é jornalista e falou sobre seus trabalhos, e como “entrou para o mundo da prostituição” e participou no projeto da grife “Daspu”.

    O debate teve como tema “A hora do cinema e da literatura nas favelas” e os autores falaram sobre como é criar, produzir e desenvolver arte nas favelas e periferias, fazendo parte das camadas populares.

    Veja a programação no estande da Petrobrás na Bineal do Livro: http://bit.ly/pxOqbi

    Caso tenha interesse em comprar o livro “Enraizados – Os Híbridos Glocais”, acesse a Web-Loja InRaiz: http://inraiz.webnode.com.br/

    Confira as fotos em nossa galeria:

    GALERIA

     

  • Grafiteiro carioca participa de atividades em Brasília

    Grafiteiro carioca participa de atividades em Brasília

    Paulo Vinicius, mais conhecido como “NexTwo”, grafiteiro, desenhista e arte-educador, já ministrou oficinas e desenvolveu diversas atividades na sede do Movimento Enraizados, em Morro Agudo, Nova Iguaçu (RJ).

    Em maio de 2011, NexTwo foi á Brasília (DF), ficou hospedado na casa de um amigo, o grafiteiro RDoze. “Agradeça a ele por mim, na matéria, o moleque é show.”

    Next circulou por várias cidades, onde deixou sua marca registrada em telas e muros. Passou pela Samambaia, Norte e Sul. Tambem visitou Goiás, e ministrou oficinas, juntamente com o RDoze.

    “Conheci mais amigos que fortaleceram lá, como Odrus Pena, Wow, Guga, Baigon e outros. Fiquei 15 dias, mas ainda foi pouco.” – afirma o grafiteiro, que participou de muitas atividades por lá.

    Participou de um Sarau no CCBB com Rdoze e Miah, com uma pintura ao vivo, e exposição, além de conceder entrevista para o jornal online da UNB. E também auxiliou nas filmagens de pinturas nas eliminatórias “Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, do “Red Bull BC One”.

    Nextwo diz que a cena é muito boa, e que os amigos da VT, da DF Zulu, da Colors e outros mais representam, e que além de gandes amigos, são ótimos pintores. “Agradeço a todos eles pelo rolé, foi muito bom. Tenho eles como uma nova família.”

    Saiba mais sobre o trabalho do Nextwo. Entre em contato com ele através do Facebook.

    Nextwo, tambem fez registros fotográficos do seu trabalho e do trabalho de seus amigos em Brasília e você pode conferir na galeria abaixo:

     

     

     

     

     

     

  • Coletânea “Enraizados – vol 01” nas ruas!

    Coletânea “Enraizados – vol 01” nas ruas!

    Quem acompanha a trajetória do Movimento Enraizados, sabe que as coletâneas independentes acontecem desde 2001.

    10 anos depois, chega às ruas a coletânea Enraizados – vol 01; um projeto auto-sustentável, com a ideia de propagar a prática do Creative Commons, divulgar os MCs e grupos integrantes do Movimento Enraizados e buscar novas formas de empreendimento, baseando-se no conceito da “Indústria Criativa”.

    Capa da Coletânea Enraizados, Vol. 01, desenvolvida por Alexandre de Maio (SP):

    No último sábado (25), ocorreu a Banca de Freestyle Enraizados, com pocket-show do rapper e coordenador do Movimento Enraizados, Dudu de Morro Agudo, lançando o videoclipe da canção “Sacolinha”. Paralelo ao lançamento do videoclipe, ocorreu o lançamento da Coletânea.

    A coletânea é composta por 18 faixas, mais uma faixa bônus. O projeto conta com participações do coletivo Clube dos Cinco (RJ), O Átomo (RJ), Wilson Nenem (SC), La Peste (França), Enraizadinhos (RJ), Ualax MC (RJ), entre outros artistas. Boa parte dos instrumentais, foram produzidos pelo rapper e produtor Léo Da XIII, que tambem ficou responsável pela mixagem e masterização, mas tambem encontram-se produções de Mr. Break, Juliano Medeiros, e Tallent et Developement.

    O disco já está nas ruas e custa R$5. Para adquirir sua cópia, entre em contato conosco através dos nossos canais de comunicação, ou deixando um comentário nessa postagem.

    E aí, vai ficar de fora dessa? Adquira já a sua!

  • Nas pick-ups, com Fábio ACM

    Nas pick-ups, com Fábio ACM

    Ele é DJ da banda de rapcore Antizona, coordenador de projetos na Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh), além de ser grande amigo e membro da Rede Enraizados. Juntamente com a Banda Antizona, esteve duas vezes em Cuba, onde teve contato com o cenário underground do Hip-Hop Cubano, e já publicou uma matéria aqui no Portal Enraizados falando sobre a primeira viagem. Confira a entrevista com o DJ Fábio ACM:

    Marcão: Então Fábio, como foi o início da sua carreira de DJ?
    Fábio: Influência direta do meu tio, Ricardo Pereira, que foi dono da Status Disco Dance, equipe de som que comandou os bailes funk da Rocinha até 1989. Eu comprava muitos LPs de Rock e MPB ao invés de ficar jogando bola e soltando pipa como os moleques lá do Lins. Ouvia muito os discos do meu pai, desde Beatles à Bossa Nova. O Ricardo meio que se incomodava com isso, ver seu sobrinho de 9 anos escutando BR-Rock anos 80, Chico Buarque e Originais do Samba. Daí o cara começou a botar aquela pilha de DJ da antiga. Quem tá ligado, sabe!

    E o primeiro disco que ele me deu foi uma coletânea de Miami Bass que saiu em 1988. Nesse disco tinham músicas do 2 Live Crew, Gucci Crew, MC ADE… Conheci o Hip Hop assim, pelo Miami Bass. Dessa época vieram os rasteiros (as instrumentais de RAP que tocavam nos bailes do RJ). Até hoje eu tenho Original Concept, Fat Boys, Rodney O & Joe Cooley, The D.O.C. (projeto do Dr.Dre) e outras pérolas que custavam $10 dólares na mão dos DJs que vendiam discos no antigo malódromo no Largo da Carioca. Somente em 1993 eu consegui comprar meu primeiro par de toca-discos. Eram duas CCE TX-250 e um mixer AP-1. Vai vendo! A parada era pré-histórica, mas me deu a base para a mixagem e os scratchs. As MKs só vieram em 1994. Montei uma equipe de som com alguns amigos para fazer festinhas, mas durou pouco tempo. Nessa época eu tocava em festas de rua na ZN, fazia participações em bailes funk, como na equipe Live. Nessa última foram dois bailes: uma abertura tocando funk-melody no CCIP de Pilares e um baile no Clube dos Aliados em Campo Grande, Zona Oeste do RJ. Mas cheguei tarde. O baile já estava dominado pelos MDs e qualquer maluco virava DJ de equipe. Não tinha mais espaço para os vinys. Você poderia curtir um baile do DJ Adriano da LIVE 1 tocando com os vinys, mas era raro. O baile funk de vinyl era uma raridade neste período das montagens de funk. Somente em 1997 que eu conheci os Poetas de Ébano (grupo de RAP da Zona Norte do Rio, formado por BJ, Sancho e KMKZ), o ANTIZONA (banda que eu toco até hoje como DJ) e as rádios comunitárias. Neste mesmo período nasce a ZN Máfia, onde conheci muitos amigos como MR Bocca, DJ Machintal, Nação Crew, entre outros grandes artistas.


    Já escutei alguns dos seus sets, e percebi uma diversidade muito grande de gêneros musicais, quais são suas influências?
    Tudo. Desde música brasileira, soul, funk, hip-hop ao rock e metal.

    ZN MáfiaComo é ser DJ no Rio de Janeiro?
    Precisa de muita correria para criar seu próprio espaço, como qualquer outro artista brasileiro. Não há estímulo para a profissão. Os equipamentos são muito caros e continuarão sendo. As MKs, mixers e time-codes são absurdamente caros, mas isso é no mundo inteiro. Para ser DJ antes de tudo, você precisa fazer um bom investimento. E o dim dim vai embora. Poderia ser pior, se o repertório não estivesse na internet. Nos anos 90, um vinyl custava entre 10 e 15 dólares. Vai vendo!
    Alguns DJs chegam de pára-quedas e muitas das vezes têm mais visibilidade que outros, mas creio que isso se deve a correria que o mano faz. Tem DJ que fica acomodado e só reclama. Acha que o baile vai cair do céu. Não dá pra ser assim numa cidade que tem poucas casas noturnas e DJ pra caralho brotando por aí. O RJ tem muitos DJ`s bons. Gente que faz história no cenário eletrônico, Hip-Hop, rock, alternativo e MPB. Não critico os DJs que não fazem performances, mas o Hip-Hop pode ser muito cruel neste setor.

    Como foi sua integração na banda de rapcore Antizona?
    O ANTIZONA se formou em novembro de 1996. Neste mesmo dia haviam duas festas no Méier: uma delas era a uma que eu produzia chamada Virou Bagunça (que deu origem a um programa de rádio) e na outra festa estavam presentes o embrião do que seria o AZ. No ano seguinte eu entrevistei os caras no meu programa de rádio e o Fabinho, guitarra do AZ, me convidou para um ensaio. Nessa época eu já tocava com uma outra banda da ZN, a Black Powa. Estou junto com o AZ desde 1997.

    O acesso à música e aos meios de produção e divulgação se tornou mais fácil, através da internet. Isso auxiliou a divulgação do seu trabalho como DJ?
    A internet ajuda em todos os setores da música. Especialmente aos DJs, que se adaptaram muito bem a esta tecnologia. Tenho e-mail desde o fim dos anos 90 e já me conectava com pessoas de outros cantos do Brasil. Hoje pela internet, você pode comprar os discos que você sempre sonhou ter em lojas especializadas para DJs. Há lojas no mundo inteiro e os discos chegam na sua casa. Se falarmos de divulgação, não há cenário melhor do que o atual e a culpada disso são as redes sociais que dão muita visibilidade ao seu trabalho.

    Confira um dos remixes do DJ Fábio ACM:
    [soundcloud width=”100%” height=”81″ params=”” url=”http://api.soundcloud.com/tracks/11811759″] Dr.Dre VS Antizona – Still D.R.E. feat Snoop Dogg (Remixed by DJ Fábio ACM) by fabioacm

    Você também trabalha na Redeh (Rede de Desenvolvimento Humano), onde coordenou o projeto das coletâneas: “Hip Hop na Linha de Frente Contra o Tabaco”, “Hip Hop Mandando Fechado em Saúde e Sexualidade”, e “Hip Hop pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”, fale um pouco sobre esses trabalhos…
    Conheci as ONG`s em 2000. Vi que lá era possível desenvolver projetos que há tempos estavam martelando minha cabeça. Durante o nascimento da ZN Máfia, houve diversas reuniões e lá surgiram muitas idéias que infelizmente não conseguimos realizar, mas como tudo tem seu tempo e não devemos ultrapassar as etapas, somente anos depois vieram os projetos. A idéia central é convidar MCs para desenvolver letras em cima de um tema social, fabricar os discos e distribuir para escolas e organizações. Somar um grande instrumento de comunicação (RAP) com educação. Os temas geralmente têm um apelo educacional muito forte, como prevenção a violência contra mulheres e promoção de uma saúde sexual e reprodutiva de jovens.

    Juntamente com a banda ANTIZONA, o MC Slow da BF e a cantora Lica Tito, você foi à Havana, em Cuba, onde teve contato com o Hip Hop cubano, e dirigiu um videoclipe da Antizona, como foi essa experiência?
    Em 2010, fomos todos convidados para o Rotilla, um festival que acontece a 12 anos, em Cuba. Sua melhor característica é ser produzido de forma independente, isto é, sem apoio do governo cubano. A produtora do evento se chama Matraka. Tocamos para cerca de 20 mil pessoas no mesmo palco dos Los Aldeanos.
    Aproveitamos o belíssimo cenário da capital cubana para gravar cenas do clip da música “Siga os Seus Passos”. Neste mesmo período em CUBA, surgiu a idéia de conhecermos um outro evento produzido pelos Matrakas, o Puños Arriba.

    Se você não seguisse a carreira de DJ, qual seguiria?
    Seria um jornalista! (Risos)

    Quais são os projetos para 2011?
    Lançar o segundo disco do ANTIZONA e fazer mais shows pelo Brasil. Às vezes penso que é mais fácil tocar fora do Brasil do que aqui dentro. Espero que isso mude logo.

    Na última semana, a banda Antizona novamente foi à Cuba, convidada à participar da premiação de Hip Hop Puños Arriba 2011, também em Havana, como foi visitar Cuba novamente?
    Foi a consolidação de um sonho. Conhecer o underground do Hip-Hop cubano foi algo muito especial para nós. Os Matrakas, produtores do Puños Arriba são guerreiros e guerreiras, que apesar da censura e perseguições, conseguem produzir grandes eventos na ilha.
    Aproveitamos para gravar uma música, a “Ponha A Mão Pra Cima” no principal estúdio de Hip hop underground de Cuba, o REAL 70, criado por um jovem de muito talento chamado Papá Humbertico. O mesmo estúdio que gravou os Los Aldeanos, Anônimo Consejo, Esquadrón Patriota, Quantas Claras, Silvito El Libre, Danay, Mano Armada e outros artistas que passei a admirar pela música, letras e principalmente pela coragem em dizer a verdade que acontece nas ruas.
    Dias antes do Puños Arriba 2011, o ANTIZONA fez um show na cidade de Holguín, em um evento chamado Romerias de Maio, produzido pela Associación Hermano Saiz.

    Fábio, muito obrigado pela entrevista, gostaria que deixasse uma mensagem aos leitores do Portal Enraizados…
    Amigos e amigas, a minha mensagem pode parecer utópica, óbvia, mas acredito que o Hip-Hop é um só, e também muitos ao mesmo tempo. A cultura Hip-Hop, tanto no Brasil quanto em Cuba, sobrevive nesta aldeia global. Mesmo com as censuras e tiranias de governos espalhados pelo mundo, somos um só. Apesar das adversidades, idiomas diferentes, partidos, somos um só. One Love!
    “No Pares!”
    Saiba mais sobre o trabalho do DJ Fábio ACM:
    http://www.bandaantizona.com/
    http://www.myspace.com/djfabioacm
    http://soundcloud.com/fabioacm
  • DMA lançará livro em SP na próxima terça (17)

    DMA lançará livro em SP na próxima terça (17)

    O rapper Dudu de Morro Agudo estará mais uma vez em São Paulo na próxima terça-feira (17), mas para a surpresa de muitos desta vez ele não vai para cantar rap, e sim para  lançar seu livro “Enraizados: os híbridos glocais”, escrito a convite de Heloisa Buarque de Holanda para a coleção Tramas Urbanas. O convite para o lançamento surgiu a alguns meses, quando o amigo e escritor Alessandro Buzo esteve no Rio de Janeiro para lançar seu livro “Hip Hop: dentro do movimento” no Espaço Enraizados, em Morro Agudo.

    Algumas pessoas não sabem, mas DMA e Buzo são amigos a quase dez anos, desde a época em que trabalhavam em empresas formais e compartilhavam o sonho de viver da arte que praticam, Buzo de literatura e DMA da música. Hoje em dia, já reconhecidos no cenário em que atuam, são considerados polivalentes por passearem em diversas áreas com maestria, como cinema, produção, literatura, música, TV, entre outros.

    Segundo DMA, esta terça-feira vai ser especial, pois ele próprio está fazendo alguns contatos com amigos para se encontrarem na livraria Suburbano Convicto. ” – Estou ligando e enviando emails para alguns amigos que não vejo a alguns meses e até anos, pois sei que terei tempo de trocar idéia desta vez, quanto estou fazendo show é mais complicado, eu não consigo dar atenção pra galera por causa da correria, mas lançamento de livro é mais ‘suave’. O Rappin Hood por exemplo, as vezes ele está no Rio e me liga, mas eu não consigo vê-lo pela correria do show, agora acho que rola de a gente trocar idéia, até mesmo porque na próxima semana estaremos fazendo show juntos em São Gonçalo, no Rio.”

    Os integrantes da Rede Enraizados prometem estar lá em peso para prestigiá-lo, principalmente os amigos do Parque Bristol, que estão lado a lado desde o começo do Movimento Enraizados. DMA está fechando outros lançamentos em São Paulo, no próprio Parque Bristol em junho, mesmo mês em que estará em Santa Catarina, fazendo o lançamento e um pockt show na Loja Jah Bless e também no Maranhão, a convite dos amigos do Movimento Hip Hop Marenhense.

    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=zVSEgNsT2z0′]

    SERVIÇO
    O que: Lançamento do Livro Híbridos Glocais
    Onde: Livraria Suburbano Convicto
    Rua 13 de maio, 70 – Bexiga – São Paulo – SP – (11)2569-9151
    Quando: 17 de maio de 2011 (Terça-Feira)
    Hora: 19:30
    Custo: 0800
    Mais informações:
    (21)2768-2207 – www.dududemorroagudo.com
    Contratar:
    producao.enraizados@gmail.com

  • Mixtureba Enraizados – Que parada é essa?

    Mixtureba Enraizados – Que parada é essa?

    Nesta segunda-feira, 25 de Abril de 2011, estréia no Espaço Cultural Sérgio Porto o “MIXTUREBA ENRAIZADOS”, um evento multicultural de mostra e articulação do Movimento Enraizados com outras organizações culturais e artistas. O evento será mensal e nesta primeira edição será gravado um programa de auditório piloto.

    O Movimento Enraizados entende que há uma necessidade de espaços alternativos para artistas e grupos culturais que precisam disseminar as suas artes e ações para os diferentes públicos, não somente entre si. Muitos desses agentes culturais não tem chance de participar de atividades fora da sua comunidade.

    A produção se dá de maneira coletiva e participativa: os envolvidos podem fazer parte de todo o processo de criação e produção do evento. Além disso o dia e horário são alternativos para que os trabalhadores, artistas e demais participantes tenham a oportunidade de marcar presença.

    A ideia é levar público da periferia do Rio de Janeiro ao Teatro Sérgio Porto para interagir com as universidades, outros agentes culturais do RJ e população local. Muitos da periferia trabalham no centro e não conseguem chegar na sua área à tempo de curtir um evento desse tipo. O Mixtureba permite que o cara que trabalha na Zona Sul possa curtir um evento com a sua cara, logo ali, “pertinho” do seu trabalho.

    O evento contará com a apresentação de Dudu de Morro Agudo que nesta primeira edição contará com a ajuda do rapper Slow da BF e da atriz Gil Torres. Haverão apresentações de música, dança, teatro e circo. Exibições de videorreportagens, videoclipes e filmes de curta metragem também farão parte da programação, tudo isso com interação da platéia que participará de vários quadros e terá microfone aberto ao longo do evento.

    Serviço:
    Mixtureba Enraizados

    Segunda, 25 de Abril às 18h
    Espaço Cultural Sérgio Porto
    Rua Humaitá, nº 163 – Humaitá – Rio de Janeiro (próximo à estação Humaitá do metrô na superfície)
    Entrada franca!
    Mais informalções: 21 2768-2207 / enraizados@gmail.com

  • Entre quadrinhos e Hip-Hop, com Alexandre de Maio

    Entre quadrinhos e Hip-Hop, com Alexandre de Maio

    Ele é um polivalente nato, consegue aliar jornalismo, quadrinhos, Hip-Hop e Design. Iniciou sua carreira publicando a revista “Rap Brasil”, com um misto de matérias sobre cultura hip-hop e Histórias em Quadrinhos. Lançou os quadrinhos “Os inimigos não mandam flores”, com texto do escritor Ferréz. Desenvolveu diversos trabalhos como capas de discos, livros, sites e videoclipes. Ministrou oficinas de quadrinhos. Fez videorreportagens para o portal online da Folha de São Paulo. Em parceria com o Itaú Cultural e ao lado de Alessandro Buzo, lançou o Jornal Boletim do Caos. Ministrou oficinas de videorreportagem no Pontão de Cultura Preto Ghóez, executado pelo Movimento Enraizados. Atualmente trabalha no site “Catraca Livre”, Revista Raça e no projeto Jovens Alconscientes em Heliópolis, SP. Saiba mais sobre Alexandre de Maio, acompanhando a entrevista:

    Marcão: Como surgiu o interesse por desenho e HQs?
    Alexandre: Foi de forma natural, desde pequeno saía da escola e ia para minha casa ou para casa de algum amigo para passar a tarde desenhando. Com 10 anos já fazia algumas HQs sobre o pessoal da classe.

    E o envolvimento com a cultura Hip-Hop? Como se deu a criação da Revista Rap Brasil? E como era feita a distribuição?
    Eu já ouvia Racionais, mas o envolvimento maior foi quando eu comecei a fazer HQ de letras de RAP. Mandei pros Racionais sem conhecê-los e o Ice Blue me ligou, me convidou para ir na sua casa. Daí em diante botei fé que poderia fazer uma HQ com algumas paginas de matérias com grupos de RAP. O projeto se desenvolveu e assim, nasceu a revista RAP Brasil em 1999. A revista era distribuída em bancas como todas as revistas para o país inteiro.

    Jornalismo, Hip-Hop e Quadrinhos… Qual a importância dessa junção?
    Hoje faço no site Catraca Livre, o Jornalismo em Quadrinhos, para fazer matérias sobre cultura. As 3, são linguagens que juntas se potencializam, e tem mais força.

    Confira a matéria intitulada HQ da Periferia com Alexandre de Mayo e Marcelo d Salete:
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=3eWvT0sLq3Q’]

    Como surgiu o Boletim do Kaos?
    Eu tinha uma ideia de fazer uma revista sobre Literatura Periférica por ter visto nascer a Cooperifa, O Buzo, e o Ferréz. Aí, me juntei com Buzo, que conseguiu um patrocínio da Itaú Cultural e resgatamos o nome do Fanzine que ele fazia. Mas infelizmente o patrocínio acabou e tivemos que parar com a publicação.

    Você é um polivalente nato, como é trabalhar ao lado de outro polivalente, como Alessandro Buzo?
    Além da gente trabalhar junto somos vizinhos tambem, mas com essa polivalentia nossa  as vezes ficamos meses sem se ver.
    Mas semana passada fizemos um churras nervoso.

    Fale um pouco sobre seus trabalhos na Folha, Catraca Livre e Revista Raça…
    No Catraca Livre e Folha faço videorreportagem sobre o que tem de gratuito ou a preço popular na cidade de são paulo, incluindo mais a parte de cultura. No Catraca também desenvolvo o Jornalismo em Quadrinhos. Na revista Raça Brasil, faço pautas ligadas a arte urbana, educação e hip hop.

    O que é o Projeto Jovens Alconscientes?
    É um projeto que faço a coordenação pedagógica em Heliópolis, a maior favela de Sâo Paulo.
    A ideia do projeto e levar ao jovem informação sobre o álcool. Desenvolvemos varias atividades e pesquisas sérias já comprovaram que estamos mudando a consciência dos jovens da comunidade. A Atividade mais famosa é Balada Black, uma festa que toca funk, rap e eletrônico, e tem um publico de mais 800 pessoas e não entra álcool, mostrando pros jovens que é possível se divertir sem beber.

    Como é a experiência de compartilhar o que você faz, ministrando oficinas?
    É bem legal, apesar de não ser uma especialidade minha, mas pra mim sempre foi natural compartilhar o que sei.

    Alexandre, valeu mesmo pela entrevista, tamo junto sempre, gostaria que deixasse uma mensagem aos leitores do Portal Enraizados…
    Salve os leitores do Portal Enraizados, um dos grandes disseminadores de informação do Rio de Janeiro. Vida a longa a esse projeto que vem capacitando muitos jovens a utilizar as ferramentas de comunicação. “O crescimento do nosso Brasil passa pelo domínio dos jovens dos meios de comunicação. Para poder se expressar, se divertir e reivindicar o que é nosso por direito.”

  • DMA apresentará oficialmente o rap “Sozinho” durante a Banca de Freestyle

    DMA apresentará oficialmente o rap “Sozinho” durante a Banca de Freestyle

    O rapper DMA – Dudu de Morro Agudo – apresentará oficialmente ao seu público ao single “Sozinho” durante o evento chamado “Banca de Freestyle” idealizado e organizado pelo rapper Léo da XIII, que a partir do mês de abril deu uma nova forma no evento, que agora, além das tradicionais batalhas de MCs traz também pocket shows e exibição de videoclipes.

    DMA, aproveitando esse novo formato do evento, convidou o rapper Bob X para fazer um pocket show no mesmo dia. Para quem não tá ligado, Bob X participou da música Não Presto, ao lado de DMA e Léo da XIII, música esta que integrou o album Rolo Compressor, de DMA, lançado em 2009 e que vendeu cerca d 3000 cópias.

    Clique aqui e ouça/baixe a música "Sozinho", de Dudu de Morro Agudo

    [soundcloud url=”http://api.soundcloud.com/tracks/13020348″]

    SERVIÇO

    O que:
    *   Banca de Freestyle
    ** Pocket show com Dudu de Morro Agudo
    *** Pocket show com Bob X
    Quando: 16 de Abril, a partir das 17h
    Onde: Espaço Enraizados
    Rua Thomaz Fonseca, 508
    Morro Agudo, Nova Iguaçu, RJ

    [map:http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&q=Rua+Thomaz+fonseca,+508,+Morro+Agudo,+Nova+Igua%C3%A7u,+RJ&aq=&sll=-22.74104,-43.484799&sspn=0.007926,0.013937&ie=UTF8&hq=Rua+Thomaz+fonseca,+508,+Morro+Agudo,&hnear=Nova+Igua%C3%A7u+-+Rio+de+Janeiro&ll=-22.740525,-43.48483&spn=0.031703,0.055747&z=15 500]

    COMO CHEGAR vindo da Av Brasil

    Pegar uma VAN ou ônibus para Queimados e descer no Brizolão de Morro Agudo, atravessar a passarela para o outro lado e caminhar uns 50 metros até o Espaço Enraizados. (Viagem cerca de 45 minutos – Valor R$6,00)

    COMO CHEGAR de Carro
    A melhor maneira é vir pela Dutra, sentido São Paulo, vai passar a Via Show, a Rio Sampa, o SESC, a Canetas Compactor… mas quando chegar no Makro, cê fica ligado que tá perto, daí cê vai fazer o retorno e pegar novamente a Dutra sentido Rio de Janeiro e entrar na entrada de Comendador Soares (É rápido, joga no gás e já era).

    <Veja o Mapa>

    Informações: (21)2768-2207

  • Rádio Enraizados recebe Eliza Castro

    Rádio Enraizados recebe Eliza Castro

    Na última sexta (25), a Rádio Enraizados quebrou um paradigma e entrevistou uma pessoa dos bastidores, isso mesmo, entrevistamos uma pessoa que trabalha na parte burocrática do Movimento Enraizados, dando suporte para que os artistas e a organização como um todo obtenha sucesso, mas mantemos a nossa palavra de somente entrevistar mulheres nesse mês de março.

    Entrevistamos Eliza Castro, que atualmente trabalha na área administrativa do Movimento Enraizados, ao lado de Luiz Carlos Dumontt. Apesar de estar “quase” sempre nos bastidores, ela mandou muito bem, deixando a entrevista bem dinâmica e interessante, nos contando de sua vida particular e profissional, antes e depois de conhecer o hip hop e de toda a transformação que sofreu por conta disso.

    Marcão Baixada marcou presença na Rádio assumindo a comunicação, interagindo com o público nas redes sociais (twitter e facebook), enquanto o restante da equipe se desenrolava para não deixar a peteca cair, com a péssima conexão do Velox em Morro Agudo.

    OUÇA O PODCAST

    VEJA A ENTREVISTA

    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=mDDgNctD34A’]

    GALERIA

    SAIBA MAIS
    www.InRaiz.Com.BR
    Rádio Enraizados, toda sexta-feira, das 14:00 às 16:00
    Envie sua música para radio.enraizados@gmail.com
    Interaja conosco através do twitter: www.twitter.com.br/enraizados

    Entre em contato com a equipe via twitter

    Dudu de Morro Agudo – @dudumorroagudo
    Luiz Carlos Dumontt – @LCDumontt
    Léo da XIII – @leodaxiii
    Marcão Baixada – @marcaobxd
    Samuel Azevedo – @samucazevedo
    Diamante MC – @diamantemc

  • Rádio Enraizados recebe MC K-Bide

    Rádio Enraizados recebe MC K-Bide

    Na última sexta-feira (11), foi ar o 6º programa ao vivo da “Rádio Enraizados Web”.
    Na contenção, DMA (@dudumorroagudo), Kokaum, Diamante MC (@diamantemc),Léo da XIII (@LeodaXIII), Marcão Baixada (@marcaobxd) e Dumontt (@lcdumontt). O Petter MC (@PetterMC) e o Samuca (@SamukaAzevedo) Não puderam estar presentes pois estavam fazendo outros corres.
    Nessa edição, a Rádio recebeu o MC K-Bide (@McKbide) acompanhado do Mano Morf (@ManoMorf), que também já marcou presença na Rádio.

    K-Bide é skatista e MC de Duque de Caxias. Em 2010, foi eleito o melhor MC da Baixada Fluminense no VIII Encontrão Enraizados – O Festival da Baixada; Lançou sua mixtape, intitulada “São Vários” e se apresentou em eventos como o P,10 Convida Rap Festival.

    K-Bide falou sobre seu envolvimento com o skate e com o Rap. Contou um pouco da sua iniciação como MC, e falou das pessoas que conheceu e que o fortaleceram. Trocamos uma ideia sobre sua mixtape, sobre a produção, como a distribuição está sendo feita pelo Brasil a fora e sobre o resultado. Ele pretende lançar um single esse ano, que terá tambem um videoclipe. Como a troca de idéias na Rádio Enraizados é super descontraída, ele ainda mandou um Freestyle ao vivo.

    K-Bide é um dos nomes que estão representando o rap da Baixada Fluminense. Confira seu trabalho em: www.myspace.com/kbidesb ou siga-o no twitter: http://twitter.com/McKbide (@McKbide).

    O Programa foi corrido, mas além da entrevista tivemos o tradicional quadro “Rap da Hora” com Kokaum e “Defendendo o Nosso Ganha Pão” com Dumontt.

    A vencedora da promoção, que ganhou uma Mixtape “São Vários” do MC K-Bide foi a Letícia da Silva Pereira, de Jardim Iguaçu, Nova Iguaçu.

    Para participar das próximas promoções basta acessar o site da rádio (www.InRaiz.com.br), vá na aba “Promoções”, clique na promoção e preencha a ficha e concorra.

    A rádio também tocou os grupos que enviaram suas músicas para o e-mail da Rádio. Envie seu trabalho para avaliação: radio.enraizados@gmail.com

    OUÇA O PODCAST DO ÚLTIMO PROGRAMA:

    Ouça a Rádio Enraizados WEB 24hs no ar em www.InRaiz.com.br .

    Todas as sextas-feiras, das 14h as 16h programa ao vivo com entrevistas, debates, enquetes, notícias da cena cultural, rap nacional e muito mais.

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