Categoria: Coluna

  • O espetáculo da vida, por Doncesão

    O espetáculo da vida, por Doncesão

    Bem Vindo ao Circo, é assim que se chama o segundo álbum de Doncesão, frase com a qual o rapper terminava o seu disco de estréia, chamado PrimeiraMente.
    “Bem Vindo Ao Circo” (lançado para download gratuito no dia 1° de Abril), narra histórias de personagens circenses e todas suas 16 faixas se relacionam. Histórias narradas por Célio Costa, com roteiro criado pelo próprio rapper.

    Mais que uma história circense, em “Bem Vindo Ao Circo”, Doncesão narra o espetáculo da vida. Fala em como buscamos o equilíbrio, como fazemos mágica e malabares, e em como o circo pega fogo.

    O disco traz participações de peso de Lurdes da Luz, na faixa “Malabares”; Elo da Corrente em “Cego, Surdo, Mudo”; Shawlin em “Atirador de Facas”; Mi, da banda Glória, Pizzol e Dr.Caligari em “Homem Bala”. Elliot, também da Glória, em “Ilusionista”; E finaliza o disco com participação de Ogi e Rodrigo Brandão, em “O Show Já Terminou”. A produção é de DJ Caíque (360° Records), mais uma vez se destacando, no que se trata de produção musical no rap nacional.

    Confira o vídeo de Malabares (part. Lurdes da Luz):
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=RMU5TKWX9Us’]

    Saiba mais sobre Doncesão. Acesse: http://doncesao.tumblr.com/

  • Frases de efeito replicando o pensamento hegemônico

    Frases de efeito replicando o pensamento hegemônico

    QUESTÕES DE HIBRIDISMO

    (Dumontt no lar, em 14/04/11 às 04:16h)

    Ontem aconteceu um fato curioso comigo em sala de aula na Universidade. Estava em uma aula fascinante que geralmente participo bastante. Porém, dessa vez minha participação me deixou bastante triste e melancólico. Minha professora ensinava sobre multiculturalismo quando comentei sobre uma entrevista de uma conhecida acadêmica em um programa de TV no canal Globo News, ela dizia que precisamos, segundo ela, “parar de pensar que todos tem que ir para a Universidade”. Rebati essa afirmação daninha imediatamente no Twitter, colocando em dúvida se essa afirmação servia pro filho dela também ou só para os filhos dos outros.

    Impressiona-me como as pessoas repetem frases prontas sem uma análise crítica sobre o que está falando, será que não percebem que estão influenciando outros a fazerem o mesmo? Certas pessoas, dependendo do cargo que ocupam ou de sua posição social, deveriam ter mais cuidado com o que dizem, pois elas podem influenciar muita gente a pensar e dizer coisas que corroboram com a manutenção da manipulação da minoria sobre uma maioria manobrável.

    O pior veio logo a seguir, a professora tentou defender o ponto de vista dela, da tal da TV, argumentando que algumas pessoas não conseguiriam escolher entre uma e outra profissão, ou entrariam em uma faculdade por pressão dos pais, ou só deveriam cursar o 3º grau depois que tivesse certeza sobre o que queriam da vida. Eu tive que rebater novamente, embasando minha explanação nos seguintes fatos:

    1º O Governo é obrigado a garantir educação para todos, independentemente se a pessoa quer ou não estudar, se ela sabe ou não escolher, se ela é ou não pressionada por quem quer que seja para escolher essa ou aquela carreira. A vaga dela tem que está lá esperando por ela, é direito dela;

    2º Quem estaria habilitado a escolher entre esse ou aquele “cidadão” que entraria ou não pra Universidade porque ele sabe ou não o que quer da vida?

    Então acabou a aula e aconteceu o pior, aí foi difícil se controlar, um outro colega de classe se juntou a ela pra tentarem me explicar os seus pontos de vistas, mas, quanto mais eles me explicavam, menos eu concordava, não posso aceitar argumentos impregnados de frases de efeitos do tipo:

    – Tem pessoas que não escolhem o seu curso, os pais escolhem por ela;

    1º As pessoas sempre escolhem as coisas, mesmo que seja fazer a vontade dos pais, essa foi uma escolha da pessoa, e devemos respeitar, ainda que não concordamos:

    – Fazer uma faculdade é importante porque vamos sair daqui “uma pessoa melhor”:

    2º Um curso não é parâmetro cabível de comparação entre essa ou aquela pessoa ser melhor em relação às outras. Medidas, sejam quais forem, precisam seguir rígidos padrões de qualidade para que não se tenham distorções, nem confusões na sua interpretação, além disso não devem servir para fins outros senão comparar produtos/objetos/serviços equivalentes ou iguais. Medidas não devem ser adotadas para comparar produtos/objetos/serviços diferentes entre si, por exemplo: o que é uma pessoa melhor? Isso pode ser medido? Isso pode ser comparado? Ser melhor significa ter muitas coisas em maior quantidade, ter coisas diferentes em maior quantidade, ter coisas diferentes em maior qualidade, ter a mesma coisa em maior qualidade? O que pode ser considerado maior qualidade? O que um tem pode ser comparável ao do outro, são equivalentes, eqüidistantes, equilibrados, tem alguma relação entre si? É possível mensurar essas diferenças sem colocar o nosso juízo de valor pesando um lado da questão? É possível ter isenção de valores ou de juízo ou de preconceitos ou de rótulos etc? O que podemos chamar de uma pessoa melhor tem a ver com qualidade de vida, quantidade de alguma coisa, comportamento da pessoa em si ou um simples ponto de vista? É justo sobrepor o nosso ponto de vista em relação aos dos outros? E as culturas e as outras áreas do conhecimento humano como seriam medidas?

    – A juventude não quer saber de nada:

    3º Essa é uma das frases de efeitos que mais me irritam, primeiramente, esse é um discurso de velho, preguiçoso, rabugento, arrogante e soberbo. É do tipo de frase que dá vontade de xingar um palavrão antes de começar a responder. Não existe nenhum embasamento teórico ou prático pra se falar nisso. Já participei de vários congressos de juventudes, participo de uma Organização formada e liderada por jovens, conheço vários grupos juvenis engajados com a cultura, religião, política e até com o academicismo. Baseado em que uma pessoa fala uma coisa dessas? Segundo ele, o meu colega de classe, quem disse não foi ele e sim um amigo que teve uma experiência mal sucedida em uma escola pública. Ou seja, ele sequer assumiu a culpa pela besteira que disse. Falar coisas sem pensar é de uma irresponsabilidade tamanha que pode estragar uma vida, uma carreira ou um pensamento em formação, uma pessoa inexperiente pode se deixar levar pelas palavras malditas de uma criatura despreparada dessas e mudar uma trajetória de vida que poderia ser bem sucedida.

    – o mundo não tem jeito, é assim mesmo:

    4º A minha explanação nesse caso foi mais contundente ainda, tive que rebater fortemente essas frases feitas, deixando claro que não aceitaria esse tipo de frase como argumento. Minha contra-argumentação foi a seguinte:

    Se não tem jeito, então porque deixar herdeiros ou alguma herança?

    Se não tem jeito, porque fazer alguma coisa por alguém ou para si mesmo?

    Se não tem jeito, porque vivemos?

    Se não lutamos por um mundo melhor, se não melhoramos nossa sociedade, então porque deixaremos filhos, pra sofrer num mundo que não gostamos?

    Só não sugeri o suicídio pra ele porque amo a vida e tenho senso de responsabilidade sobre o que digo e escrevo.

    (Dumontt, enraizando o Universo em 14/04/11 às 05:21h)

  • 1ª Semana da Baixada Fluminense na UFRRJ/IM

    1ª Semana da Baixada Fluminense na UFRRJ/IM

    Entre os dias 16 e 20 de maio, na UFFRJ/IM – Campus Nova Iguaçu, acontece a 1ª Semana da Baixada Fluminense, idealizada pelo grupo PET Conexões Baixada, grupo que dialoga e interage com múltiplas realidades da Baixada Fluminense.
    O objetivo do evento é viabilizar possibilidades de interação entre o saber acadêmico e o não-acadêmico, aproximar os atuantes na cultura da Baixada, do conhecimento científico. A abertura do evento será no dia 16, às 18h, seguida de mesa com o tema: “Baixada Fluminense: Espaço, histórias e entidades.
    No decorrer da semana haverão inúmeras atividades, como exibição de curtas, médias e longas metragens, caminhada ecológica, e apresentação de trabalhos de alunos e professores da universidade.
    Para encerrar o evento, o grupo PET propõe a Mostra Cultural, onde haverá apresentações de artistas da universidade, como o grupo de choro “Engole o Choro” e artistas da região. Artistas do Movimento Enraizados também se apresentarão, representando a cultura Hip-Hop da Baixada Fluminense.
    As Inscrições para apresentação cultural de artistas da Baixada na mostra cultural, estão abertas. Para inscrever-se, entre em contato através do e-mail: inscricaosemanabaixada@yahoo.com.br
    Acesse o blog do Grupo PET Conexões Baixada e saiba mais: http://petconexoesbaixada.blogspot.com/

    SERVIÇO
    1ª Semana da Baixada Fluminense
    De 16 a 20 de Maio.
    Local: UFRRJ/IM – Campus Nova Iguaçu
    Avenida Roberto Silveira, s/n. Centro – Nova Iguaçu
    Entrada Franca
  • Enraizados de Ponta à Ponta

    Enraizados de Ponta à Ponta

    “Enraizados de Ponta à Ponta” é uma série de videorreportagens que serão publicadas no Portal Enraizados. Estas, irão trazer à tona os mais diversos temas de toda a região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma câmera na mão e ideias loucas na mente, foi assim que eu pensei nesse projeto.

    Sabe o que é mais interessante? Você, nosso leitor, é quem define o nosso roteiro de andanças. É isso mesmo que você entendeu! Se você quer dar visibilidade para a sua região, seja para mostrar um problema, uma solução, ou qualquer que seja o acontecimento que você julgar interessante ter espaço no Portal Enraizados, basta entrar em contato por aqui.

    A nossa videorreportagem piloto já está no ar. Nessa primeira vez, eu fui a Cavalcante (Zona Norte) à convite do meu amigo e grafiteiro NexTwo para mostrar a inauguração do Espaço Cultural Brasil.

    Confira!

    Qual será o próximo destino? Você decide! Deixe seu comentário, sua opinião é muito importante para nós. E fique esperto, pois, a qualquer momento eu posso aparecer na sua área, sozinho ou acompanhado, mas com a câmera na mão.

    Enraizados de Ponta à Ponta!

    @PetterMC

  • Na Locomotiva, com MC Loco

    Na Locomotiva, com MC Loco

    Ele integrou o Manuscritos, um dos grupos percussores do Rap gospel e underground no Rio de Janeiro. Juntamente com o grupo, lançaram o primeiro disco, que teve participação de Pregador Luo. Ele é um grande representante da cena do freestyle carioca,  e em Outubro de 2010, lançou sua Mixtape, intitulada LOCO-MOTIVA, que vem trazendo boa repercussão. Confira a entrevista com o MC Loco:

    Marcão: Como foi seu envolvimento com o rap?
    Loco: Como muitos que conheço, foi através dos Racionais MC´s. Abri minha mente pra um som que em suas letras, retratava o meu cotidiano. Finalmente conseguia me ver identificado com uma ideologia.

    E o Manuscritos? Como foi sua integração ao grupo?
    Fiz parte do Manuscritos durante 4 anos, e ele surgiu em minha vida através das rodas de rima da Lapa. Em uma delas, em que eu estava participando com meus versos, eles chegaram pra rimar e a partir daí, foi Deus falando comigo pra voltar a segui-lo, uma vez que tenho criação evangélica, mas me encontrava desviado dos caminhos dele. Passei a acompanhá-los nos ensaios, me comunicar por telefone até que surgiu o convite. Pensei durante uns dois meses, pelo peso da responsabilidade, mas já estava firme na fé e pronto pra batalha espiritual que viria a enfrentar.

    Vocês foram percussores do rap gospel no RJ, em algum momento você ou o grupo se sentiram com uma grande responsabilidade?
    Pra falar a verdade, o peso dessa responsabilidade, eu sinto até hoje. Fomos percussores no underground porque grupos que faziam rap gospel, já existiam, como o R.E.P., por exemplo. Mas esse “peso” fica leve quando se tem a exata noção do seu papel nessa história: Quem aceita Jesus como salvador de sua vida sabe que está em segundo plano quando canta. A meta é semear a palavra de Deus.

    Qual foi a importância para o grupo de colocar o trampo na rua, ao lançar o CD?

    Principalmente levar a palavra de Deus a mais pessoas, chegar onde não chegávamos antes.

    O Disco teve participação do Pregador Luo. Como foi trabalhar junto com ele?
    Gratificante é a melhor palavra. Quem convive com o Luciano por uma única oportunidade, percebe que o cara é de Deus mesmo, aprendi bastante.

    Você tambem é um dos principais nomes no Freestyle no RJ, e viajou para outros lugares para participar de batalhas, como foi essa experiência?
    Desde que fui pela primeira vez a festa Zoeira Hip-Hop na Lapa, determinei que queria fazer improviso. O controle e segurança que os MC’s da época tinham pra rimar, me impressionaram. Falo de gente como Don Negrone, Marechal, Aori, Slow, Shackal, Shawlin, dentre vários outros. Me dediquei, botei a cara a tapa (e no princípio doeu), mas fui aprendendo e me envolvendo cada vez mais. Á partir daí era uma consequência que eu participasse dos eventos, porque eu sempre estava nos mesmos. Participei de muitas batalhas, muitas mesmo. Existia um circuito de batalhas em que trabalhávamos semanalmente, muitas casas noturnas se renderam ao freestyle (o filme “8 Mile” ajudou bastante). Por conta disso viajei bastante á trabalho: Belo Horizonte, São Paulo, Floripa, Guarda do Embáu (SC), Vitória, Volta Redonda, Baixada Fluminense, Niterói, São Gonçalo, interior do RJ, Juiz de Fora, Porto Alegre, Curitiba, a lista é bem grande… Doze anos depois de ver esses caras pela primeira vez quebrando tudo nos versos, eu tô aqui, falando sobre freestyle pra vocês do Portal Enraizados.

    Você lançou a “Minitape Pré-Locomotiva” e a “Mixtape LOCOMOTIVA”, como foi o processo de desenvolvimento desse projeto?
    A minitape é composta de 5 faixas que ficaram de fora da mixtape Loco-Motiva, que tem 17. Ambas foram totalmente produzidas pelo Dino T-Rex (Rapress), mixagem, produção dos beats e master, no estúdio U.V.U. Trabalhamos durante alguns meses no processo, que se resume assim: Eu ia no estúdio numa semana, ouvia a batida que o Dino tinha feito, levava pra casa e voltava na semana seguinte com a letra, pra gravarmos. O resultado tá fazendo barulho e eu insisto que é muito mais que isso: Loco-Motiva é um disco de injeção de auto-estima, força de vontade e perseverança, num mundo cada vez mais competitivo. Um disco temático que simula estações necessárias pra se chegar a última delas, a estação Glória. Participam da minitape o Ducon e o T-Rex e da mixtape, o T-Rex, Coral Soul Adorador, Jeferson Rocha e Cláudio Carvalho, com produção executiva de Orlando Filho, direção de arte do Ribah (U-Flow) e fotografia de Rodrigo Porogo (Revista Pense Skate).

    Confira o vídeo da canção “É Isso Mesmo”, do MC Loco:
    [yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=qzfNvRkoaLE’]
    Pra você, como está o cenário do Rap no Rio de Janeiro?
    Em evolução contínua. Há muito, eu vejo o rap do rio como o mais criativo do país, mas não tínhamos a visão de trabalho. Quando reconhecemos que é importante fazer nosso disco, procurar os DJ’s e locutores de rádios, investir em nossa imagem e etc., estamos valorizando nosso ofício e é exatamente o que não fazíamos. Pra muitos a coisa só funciona, se existir alguém que faça e diga: “E possível”. Pois essas pessoas foram lá e mostraram que é. E a novíssima geração já tá chegando com essa influência. Enxergo o rap do RJ sob uma perspectiva super positiva e só não citarei nomes de realizadores e destaques pra não ser injusto com alguém que eu me esqueça. Máximo respeito a todos que além de passar sua mensagem, empreendem e administram com o rap.


    Quais são os próximos projetos? Já tem algo para 2011?
    Sim temos sim. Deus me deu muita coisa nesses anos. Uma das mais importantes é a Família Alabastro Music, o selo de gravação que faço parte há alguns meses já. Toda a estrutura necessária pra trabalhar, eu tenho agora, me preocupo basicamente em compor e gravar. Isso pra quem fazia “setecentas” coisas ao mesmo tempo é um alívio, né? Assim sendo, o projeto que eu esperava lançar em 2012 já está super adiantado. Estou falando do meu primeiro disco solo oficial. Lançamos uma das faixas dele como single, a “É Isso Mesmo”, que está tendo uma repercussão muito boa junto com o vídeo da mesma. Pra esse ano ainda, com grandes participações, beatmakers renomados e a produção musical de Tiago Cabral (Alabastro Music), “Loucos Como Eu” (nome provisório) estará nas ruas, aguardem!


    Loco, muito obrigado pela entrevista, gostaria que deixasse uma mensagem aos leitores do Portal…
    Muito obrigado mesmo pelo espaço, espero que vocês tenham curtido a entrevista e que em breve eu esteja por aqui de novo respondendo mais perguntas. Peço a Deus que abençoe a vida de cada um de vocês e que vocês mantenham nele a esperança por melhores dias, acreditem em vocês mesmos e nunca desistam de seus ideais. Um agradecimento muito especial a minha família, minha noiva e a minha segunda casa, o selo Alabastro Music, toda a equipe: Tiago Cabral, meu produtor, Mari Alves, (assessoria e marketing), Laila Cabral (design), Márcio Xavier (audiovisual) além de todos os artistas do selo.

  • Finalmente o reconhecimento da Batida Perfeita de Clyde Stubblefield…

    Finalmente o reconhecimento da Batida Perfeita de Clyde Stubblefield…

    Quem um dia imaginaria que um solo de bateria de 20 segundos influenciaria toda uma geração de artistas do Pop e do Hip-Hop…?!

    Março de 1970… Chega às paradas americanas mais um clássico do inigualável “James Brown”, “Funky Drummer”. Durante a sua gravação em estúdio, em 20 de Novembro de 1969 em Cincinnati, Ohio, “Clyde Stubblefield”, baterista integrante da “The James Brown Orchestra” assina seu nome no rol da fama musical com um autêntico solo de bateria para finalizar Funky Drummer com chave de ouro. Certamente Stubblefield não imaginou que seu solo faria a cabeça de muitos nomes importantes do cenário musical como “Public Enemy”, “LL Cool J”, “Beastie Boys”, “NWA”, “Run DMC”, “Sinead O’Connor” e até mesmo “Kenny G” que explicitamente o sampleariam para a construção de seus respectivos clássicos. Mas onde está a grande polêmica neste caso…?! Durante quatro décadas esta poderosa linha de batidas de Stubblefield foi usada e abusada pelos artistas, porém, poucas vezes se teve o devido reconhecimento de sua criação, seja em créditos nos álbuns, ou o pior, por meio de royalties, o que seria mais digno neste caso. No entanto, mesmo com o esforço de obter o devido reconhecimento de sua obra, Stubblefield era impedido de receber, pois todos os créditos iam sempre para Mr. Dynamite como compositor da música.

    He stood there for a long time. Tami Joan and John desperately retreated until they reached the other side of the door, holding two sweaty bodies tightly together. The drivers hand bent into the shape of a cup, blocking the lights shone on Examtestview the street light, looked at them more carefully. Suddenly, a loud noise echoed in the air. Tameron 70-346 Exam 70-412 Exam could not help but constricted a while, and John made a short, screaming scream. Behind 210-065 test 210-065 test the driver, the air in the distance was filled with bright red and blue flame stripes instantly. Then again is a few roar and scream. The driver turns and looks up, just to see a huge, orange-red cobweb over 210-065 test the city. It was a fireworks, and Tamie remembered the news read in the newspaper. It is a gift from the host and the Secretary-General of the United Nations to the 210-065 test delegates attending the conference and welcomes them to this great city on Earth. The driver turned toward the taxi again. Pat soon, he opened the door lock, slowly opened the door. 2 As usual, the informant did not 70-346 Exam leave a name. Therefore, there is Examtestview no other way to pour back into the past to understand what the reporter said is a piece of open space. The headquarters radio said He said it was on the 37th Street near Eleventh Street. Those at the Notification Center never figured out where the exact location of the murder 70-346 Exam was. Although it is nine oclock in the morning, it has made people sweat more than 70-346 Exam hot. Emilia Shakes lay aside a tall grass thatch. She is conducting a search of light – a jargon of crime scene investigators Examtestview 210-065 test – searching for suspicious objects with an S-shaped route. Nothing at all She looked down at the intercom on the dark blue uniform shirt. Patrolman 5885 calls 70-346 Exam headquarters without any notice. Do you have any further 70-346 Exam news The dispatcher replied in a bumpy noise 5885, there 70-346 Exam is no more information about the scene of the crime at the moment, but one thing The informant said he hoped the victim was dead. Please say it again, Examtestview headquarters. The complainant said he hoped the victim was already dead. He said it would be best if so. Finished. Hopefully the victim Dead Shakes struggled across a broken barbed wire and began 210-065 test searching for another piece of open space. Still not found. She wants to leave. Just call 10-90, report that without any discovery, you can return to 210-065 test the Si Si area, it is her daily patrol area. Her knees hurt and she felt as if she had been roasted on a terrible August day. She just wanted Bestexamview to slip to the 70-346 Exam Port 70-346 Exam Bestexamview Authority and get stuck with the Little Bestexamview Furrier there and come back to a large can of Arizona iced tea. Then, at eleven thirty – just two hours now – she was able to clear the drawers in the south section of Midtown and go to the lower Bestexamview town for training. But Examtestview she finally did not do this. She can 70-412 Exam 210-065 test not leave this briefing without answering the phone 70-412 Exam call. As she continued to move Bestexamview on, she walked along the hot sidewalk through the path between the two abandoned apartments and into another covered, planted area. She slid her slender forefinger down into her flat-top hat and scratched it with irresistible restraints through layers of long, red hair Bestexamview on her head. In order to 70-346 Exam scratch more scalp, she simply Examtestview Bestexamview Examtestview faded her cap side, while crazy scratch. Sweat Bestexamview streaming down her forehead, itchy, so she fiercely 70-346 Exam blew a few brows.

    She was thinking Only the last two hours of patrolling in the street were available, and I could survive. Shakes continued. The first time she felt uneasy this morning as she walked into a bush. Someone is watching me. The hot wind blew through the dry bushes 210-065 test and made 70-412 Exam the rustling sound. A car truck ran full steam ahead of the Lincoln Tunnel. She remembered one thing the patrolmen would often think of the city was so noisy that I could not detect if someone came back to me behind me and Examtestview walked to lift me up with a knife. Or take my back as a target She turned quickly. Nothing except leaves, rusty machines and rubbish. When climbing a pile of stones, the knee pain so she could not help but shrink body. Bestexamview Emily Shakes, 31, is afflicted with joint inflammation – her mother often says youre 31 It is inherited from her grandfather, just as she inherited her mothers good figure, her fathers good looks and occupation Bestexamview as long as the red hair no one can say it. She slowly passed through a cluster of dead shrubs, a sharp pain on her knees. Thanks to her prompt closing, she did not drop a steep 210-065 test 30-foot deep slope. Below her 70-412 Exam was a gloomy gorge that cut 210-065 test deeply through the bottom of Examtestview the West End. The railroad tracks of the U.S. Railroad Passenger Transport Company run through the canyon and the 210-065 test train goes to the north. 70-412 Exam She narrowed 70-346 Exam her eyes and looked to the bottom of the canyon Examtestview not far from the tracks. what Bestexamview is that Is inserted in a circle of soil has been turned over the twigs It looks like Europe, my god The sight of her made her shiver. Bestexamview Nausea suddenly rose, burning 70-346 Exam like a flame burning her skin. For a moment she really wanted to 70-412 Exam turn around and escape, pretended nothing was seen. But 70-346 Exam she tried hard to suppress the idea in 70-412 Exam my heart. He hopes the victim is dead. This is the best. She runs to Bestexamview an iron staircase that leads from the sidewalk to the canyon. She stopped in time as she Examtestview grabbed the balustrade of the iron staircase. bad The murderer has escaped in all likelihood, and is likely 70-412 Exam to have left the ladder. If she touches the railings, she may undermine the 70-346 Exam 210-065 test mark he left behind when he ran away. Okay, then well waste something. She took Bestexamview a deep breath and held back the pain of the knee joint. She inserted the deliberately polished bright boot into the crevice of the stone on the first day of her new job and began to climb down the rock 210-065 test 70-412 Exam wall. She was still four feet off the ground and jumped straight to the place where it was buried. My God It is not a branch that extends from under the ground 70-412 Exam it is a mans hand. The body of this man was buried vertically in the earth, leaving only the arm, wrist and palm left outside. She stared at the ring finger of the hand all the muscles had been cut off, the red of the bones of the Examtestview fingers, set with a huge female diamond ring. Shakes knelt on the ground, began digging down. The soil fluttered under her hands as a dog. She 210-065 test found that 70-412 Exam those fingers that had not been 210-065 test cut were wide open, Bestexamview pointing in the direction that their fingers would not normally bend. This shows that the victim was still alive Examtestview when the last shovel of mud buried 70-412 Exam his face. Examtestview Maybe its still alive now. Shakes desperately dug soft soil, her hands were shattered by pieces of glass, dark Examtestview red blood and dark red soil mixed together. This persons hair is exposed, followed by a bluish, gray forehead due to lack of oxygen. She continued digging 70-412 Exam until she 70-412 Exam saw the dull eyes and mouth of the man. The mans mouth twisted into horrible curvature, indicating that in the last few seconds of life the victim struggled to keep his mouth through the rising black soil. This is not a woman. Despite the finger on the set of 70-412 Exam a diamond ring. He was a big man in his fifties and was as angry Bestexamview as the soil surrounding him. She took a few steps back, her gaze never leaving that person, almost tripped 70-346 Exam over by the tracks behind her. For a while, her mind was empty and could not think of anything, only knowing that a man was buried to die like this. Then she reminded herself Be strong, baby. In front of you is the scene of a homicide together, and you are the first police officer Examtestview present. You know what to do ADAPT, adapt. A is the current arrest of Arrest. D is a major eyewitness and suspect to Detain. A is Assess murder scene. P is P what is it She bowed her head towards the walkie-talkie Patrolman 5885 calls headquarters.

    Mas ao que parece, o desrespeito a brilhante criação sonora de Clyde Stubblefield está com seus dias contados. Lançado em janeiro de 2010 o documentário Copyright Criminals”, de “Benjamin Franzen” e “Benjamin Franzen” aborda com profundidade o valor criativo e comercial da amostragem musical, trazendo em suas imagens debates acerca de temas essenciais como “expressão artística”, “direito de autor” e “dinheiro”. Em Copyright Criminals, além das participações inusitadas de personalidades como “Shock G”, “DJ Q-Bert” “Bobbito García”, “Chuck D”, “De La Soul”, “Eclectic Method”, “George Clinton”, “Hank Shocklee” (The Bomb Squad) e “DJ Mix Master Mike” um dos pontos altos do documentário é nada menos que Clyde Stubblefield, creditado como um dos artistas mais sampleados de todos os tempos. Outra grande iniciativa em prol dos direitos de Clyde Stubblefield foi a edição especial contendo 2 DVDs do documentário original de Copyright Criminals, além de um LP em homenagem ao baterista, que traz o mesmo título de seu clássico, “The Funky Drummer Edition”. Em Copyright Criminals: The Funky Drummer Edition”, “Chuck D”, “Questlove” e “Black Thought”, do The Roots” e o grupo inglês de DJs  “Eclectic Method” se uniram a Clyde Stubblefield para formar a “The Copyright Criminals All Star Band”, projeto que pretende dar mais visibilidade a campanha pelos direitos autorais na música tendo Stubblefield como referência principal dessa luta e um dos beneficiários de parte dos tão sonhados royalties, traduzidos em 15% como reza a lei.

    Clyde Stubblefiel nasceu em 18 de abril de 1943, em Chattanooga, Tennessee, nos Estados Unidos e ficou mundialmente popular como baterista de James Brown ao gravar canção Funky Drummer. Ele mesmo revela que o groove sampleado surgiu numa jam session que aconteceu junto a outros músicos no estúdio enquanto Brown não chegava…  Atualmente Stubblefield vive em Madison, Wisconsin e se encontra na fila por um transplante de rins. Freqüentes eventos promovidos por músicos amigos para a captação de recursos para o tratamento do baterista, como o que obviamente está acontecendo em The Funky Drummer Edition…

  • Mais um mestre do/no Hip Hop

    Mais um mestre do/no Hip Hop

    A algum tempo atrás, cerca de seis meses se não me engano, recebi um telefonema de um cara que queria fazer uma entrevista comigo para a tese de mestrado dele. Pensei: “- Mais um pra fazer tese com a periferia e com o hip hop”. Foi quando ele me disse que o Luck, fundador do GBCR, da Rocinha (RJ), foi quem havia me indicado, aí eu realmente aceitei o convite e cedi a entrevista.

    Dias depois estava o Rociclei no Espaço Enraizados, em Morro Agudo, trocando altas idéias comigo, querendo saber de tudo, e eu, como um bom orador, falei durante horas e passei muitos contatos, assim como o Luck do GBCR fez. Um dos contatos foi o do Renan, do grupo Inquérito, inclusive mostrei algumas músicas.

    Rociclei citando o filme Mães do Hip Hop

    O Rociclei viajou para São Paulo, conversou com vááááários MCs de lá, como o próprio Renan, o Emicida e o Projota. Voltou diversas vezes no Enraizados, conversou com as meninas Re.Fem e Lisa Castro, participou da Rádio Enraizados e não parou.

    Semana passada recebi o convite para assistir a defesa de tese de mestrado desse camarada, que aconteceu no dia 24 de março, última quinta-feira, na UFRJ, na Urca (RJ), e não pude deixar de ir. Ele representou muito bem a cultura hip hop, defendeu não só a tese dele, mas o hip hop, com unhas e dentes. Citou novas pessoas, novas organizações, não caiu nas mesmices que costumamos presenciar.

    Lá, dentre as pessoas que estavam avaliando a tese – acho que é avaliando que se diz, mas não tenho certeza – estava a Ivana Bentes, pessoa que admiro muito e tive o prazer de trocar uma idéia depois, que deu umas dicas legais para o Rociclei, deixando claro que ele não poderia parar por ali.

    Sendo assim, daqui a alguns anos teremos um doutor do/no hip hop.

    GALERIA

  • Campanha Um Brinde completa um mês de bons resultados

    “Vamos brindar?” E desta vez, os resultados positivos da campanha Um Brinde, que completou dia 18, o primeiro mês e tem deixado os integrantes do grupo Inquérito bastante felizes com a repercussão.

    O videoclipe, de mesmo nome, lançado no último dia 18 de fevereiro, junto com a Semana Nacional de Combate ao Alcoolismo e se estendeu para o período pré-carnavalesco continua sendo exibido em vários locais do país e alcança, cada dia mais, diferentes públicos.

    O grupo esteve no município de Iporã – PR, onde realizou uma exibição na Casa de Cultura às 14h, seguida de um debate.

    O mesmo modelo de debate e exibição já aconteceu na cidade de Poços de Caldas – MG, em Porto Alegre – RS, em Brasília – DF e tem agenda para Cascavél e Foz do Iguaçu, no Paraná e também no Ensaiaço, no Capão Redondo.

    No entanto, a ideia vai além de meras exibições. Quando compôs os primeiros versos da música, ao observar plantações de cana e pensar sobre os trabalhadores dos “engenhos”, Renan Inquérito, vocalista do Inquérito, não imaginava que a música se tornaria um clipe e nem que chegaria a ser uma campanha em nível mundial, com exibições em cinco países como Inglaterra, Cuba, Guiné Bissau, EUA e Portugal.

    No Brasil, o clipe tem 170 pontos de exibição, o que permite chegar a um número significativo de pessoas, sem contar a internet.  Por meio do youtube, no canal oficial do diretor do clipe, Vras77, o material já atingiu mais de 20 mil exibições. Em outros canais, aleatórios e variados, soma mais de 15 mil exibições.

    Diante dos dados divulgados após o Carnaval, onde, nas estradas federais, mais de 200 pessoas morreram e boa parte delas vítimas de embriaguês ao volante, o grupo decidiu por dar sequência no projeto ao longo do ano.

    Atingindo o objetivo: conscientização

    Contudo, a campanha vai muito além e trabalha no sentimento das pessoas, como é o caso da supervisora de Comunicação, Vivian Barbara Camargo, 30 anos. Pelo twitter, ela acompanhou a divulgação da campanha, que foi feita com a tag #UmBrinde e contou a própria história, quando, há 26 anos, perdeu o pau num acidente automobilístico por conta do álcool. “Faz muito tempo, mas os danos a família foram irreversíveis”.

    De acordo com ela, até hoje, os traumas são gigantes. “Meu pai costumava beber com os amigos quando morávamos num bairro pobre em Caxias do Sul. Várias vezes fui buscar meu pai no bar, ainda bem pequena, mas lembro como se fosse hoje: numa noite ele saiu e então, durante a madrugada, recebemos uma ligação. Minha mãe, em choque, não falava nada. Nos arrumou, pegou pela mão e levou até o caixão dele. Ele estava com o rosto todo cortado. O vidro do para-brisa havia estilhaçado. Enquanto eu acariciava seu rosto e pedia para ele levantar, fui interrompida pelos gritos de pânico da minha irmã ao fecharem o caixão. Sabíamos que nunca mais o veríamos”, conta, ainda emocionada.

    O pai de Bárbara, como é conhecida, foi velado ao lado de um amigo, que estava com ele. E, na ocasião, um outro amigo estava em coma no hospital, onde ela, ainda criança, foi para visitá-lo. “Ele perdeu o olho direito e eu lembro que fui eu quem contou a ele sobre a morte de meu pai. Ele parou de beber, pois não conseguiu conviver com a culpa de ter contribuído com a morte de dois de seus melhores amigos”, lembra.

    No entanto, crescer sem pai e com as lembranças da manchete dos jornais da época deixaram marcas em Bárbara, que a cada dificuldade, sentia saudade e raiva, questionando. “Por que ele escolheu a bebida ao invés da família?”. Muitas perguntas que até hoje ela não tem a resposta, porém, não dirige e nem pega carona com quem bebe.

    Quando assistiu ao vídeo do grupo, ela conta que passou um filme pela cabeça “me lembrei do quanto minha mãe sofreu, quantas vezes nos escondemos no guarda-roupa com medo do meu pai bêbado, do rosto do meu pai no caixão, etc. O álcool me tirou toda a felicidade da infância, coisas que as propagandas não mostram. Perdi meu pai, meu amigo, o avô dos meus filhos. Apoio a campanha pois a conscientização salva vidas e famílias. Agradeço de coração ao grupo Inquérito. Só eu sei o quanto é importante”, frisa.

    Outras esferas

    E o trabalho segue, para Inaene Magalhães, 16 anos, aluna de Renan Inquérito em Artur Nogueira, a exibição do clipe na escola foi bastante importante. “Foi um material bem filmado e tem bastante informação. Algumas que chocam e fazem as pessoas pensarem melhor no que o álcool traz, se é só felicidade ou tristeza também. E quando foi lançado na escola, o Renan fez uma palestra muito interessante, explicando passo-a-passo a confecção do clipe”, diz.

    O clipe atinge esferas como saúde, educação, trânsito, prevenção, entre outros. Nas escolas, tem trazido bons resultados. Em Votuporanga, no interior de São Paulo, foi exibido a crianças por intermédio do professor Djalma Nogueira, que sempre usa do hip-hop em sala de aula, e os resultados, segundo ele, foram surpreendentes. “A escola precisa realizar além do seu papel educacional que percorre pelos livros, alertar e questionar seus alunos sobre os temas sociais que na maioria das vezes faz parte do cotidiano de nossas crianças”, salienta

    O clipe já esteve também em casas de leis, como a Câmara Municipal de Poços de Caldas, onde foi lançado. A Câmara Municipal de Nova Odessa, onde foi exibido e recebeu menção honrosa e ainda na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, onde foi objeto de um debate há uma semana.

    No próximo dia 29, será exibido na Câmara dos Vereadores de Americana, onde também deve acontecer um debate sobre o tema.

    Para o grupo, que não esperava tamanha ascensão do clipe, que se tornou uma campanha, o trabalho tem sido importante e vai continuar ao longo do ano. “Não queremos parar. Esse é um trabalho que casa com a proposta do Inquérito, principalmente neste disco, que é a de fazer mudança. Viajamos quase mil quilômetros, de carro, para fazer exibições no Paraná e vamos tentar fazer isso em todos os pontos que conseguirmos. A ideia é disseminarmos essa informação e promover algo positivo com o que sabemos fazer de melhor, que é a música”, finaliza Renan Inquérito.

    Serviço – Para organizar exibições em sua cidade, coletivo, evento, entre em contato com o grupo pelo e-mail assessoriahiphop@hotmail.com

    Próximas exibições:

    • 18/03 – Casa de Cultura Iporã – PR
    • 19/03 – Unioeste – Cascavel – PR
    • 20/03 – Foz do Iguaçu – PR
    • 25/03 – Ensaiaço – Capão Redondo – SP

    Links:

    Site Inquérito: www.grupoinquerito.com.br

    Canal do Vras 77: www.youtube.com/vras77

    Twitter: @grupoINQUERITO

  • Banca de Freestyle no Espaço Enraizados

    Banca de Freestyle no Espaço Enraizados

    Hoje, às 17h30, o Espaço Enraizados receberá manos e minas de todas as partes para participar e prestigiar a Banca de Freestyle Enraizados liderada pelo rapper e produtor Léo Da XIII.

    A Banca de Freestyle é um evento semanal e acontece às quintas-feiras. Haverá uma transferência para o sábado, e esta, será a última edição na quinta-feira.

    O intuito é reunir o maior número de pessoas, para que estas, troquem experiências e saberes relacionados a juventude e a arte. Quem é MC sobe ao palco e rima. Quem não é MC também sobe ao palco e rima. Não há restrição quanto à idade ou gênero, qualquer pessoal pode participar, seja no palco ou na platéia.

    Venha se divertir com o bonde do Movimento Enraizados. Você pode chegar por diversos meios de transporte: trem, ônibus, metrô, van, táxi, seu automóvel ou, se estiver fora do Grande Rio, pegue uma ponte aérea pra cá.

    O Espaço Enraizados está localizado à Rua Thomaz Fonseca, 508 – Morro Agudo – Nova Iguaçu, RJ

    Serviço: Banca de Freestyle Enraizados

    Quinta-feira, 10 de Março às 17h30.

    Local: Espaço Enraizados

    Rua Thomaz Fonseca, 508 – Morro Agudo/Comendador Soares – Nova Iguaçu, RJ

    Entrada franca!

  • Missão dada é missão cumprida

    Missão dada é missão cumprida

    Esse post é pra comunicar que fiz mais um vídeo e que a partir de agora tenho um canal no youtube [http://www.youtube.com/dududemorroagudo]. Calma, não sou nenhum Silvio Santos ou Roberto Marinho, apenas quero, com mais frequencia, mostrar o mundo a partir da minha ótica, o cotidiano, e creio que o audiovisual é um ótimo meio pra isso e se o youtube é de graça, porque não usá-lo?

    Tenho uns três vídeos lá no meu canal, sendo que dois são videorreportagens que aprendi a fazer quando coordenei o curso que o Alexandre de Maio ministrou aqui no Movimento Enraizados no ano passado – e que logo logo estará de volta – e o outro é um filme muito bem humorado – pelo menos eu acho – do dia em que eu e o @LCDumontt levamos minha filha e suas amigas ao shopping para comemorar o aniversário dela.

    Foi uma verdadeira odisséia, pois os pré-adolescentes de hoje em dia falam outro idioma, inclusive aprendem a fazer rap na escola rsrsrsrs, é outra geração.

    Espero que gostem do vídeo e que comentem.

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