Tag: crime

  • Autodestruição

    Autodestruição

    De um lado, cento e trinta e seis policiais mortos em 2017. Do outro, é cada vez maior o número de autos de resistência, foram 102 em 2016, em 2017, antes mesmo do meado do ano esse número já ultrapassava 200.

    O que quero dizer com isso?

    Os policiais são do povo, pobres, que escolheram essa ocupação como meio de subexistência sua e de seus familiares, semelhantemente aos bandidos, que também são do povo, pobres, e escolheram o lado oposto, entre eles estamos nós, os civis, que igualmente morrem cada vez mais.

    Acima de nós estão os governantes, intocáveis, com cordas de marionetes em mãos.

    E ainda nos culpamos!!!

  • ‘Cidade dos Meninos’ é o novo clipe do grupo Malícia Urbana

    ‘Cidade dos Meninos’ é o novo clipe do grupo Malícia Urbana

    Formado por Fael Tujaviu, Kelson da Construção e DJ 2D, o grupo Malícia Urbana, da Zona Norte do Rio de Janeiro, surgiu em 2002, a partir de uma Crew de Grafiteiros, mas o rap só rolou mesmo dois anos depois.

    Sempre com esse estilo contestador, o grupo já lançou alguns webclipes, contudo em ‘Cidade dos Meninos’ arriscaram em um videoclipe com uma mensagem bem mais forte e uma produção de primeira.

    Com a ideia de mostrar a realidade em que vivem a partir de uma ponto de vista bem particular, roteirizaram um clipe recheado de armas – réplicas segundo Fael Tujaviu, mas que com a emoção da letra e imagens bem cortadas, parecem muito armas de verdade.

    Kelson e Fael

    Contudo Fael, ao ser questionado sobre uma possível interpretação dúbia por parte do público, que poderia acusar o grupo de apologia ao crime, ele rebate: – “A gente tem essa preocupação sim, isso foi motivo de muito diálogo entre nós, poderíamos fazer um clipe diferente com certeza, porém agente resolveu botar a cara e usar as imagens pra ilustrar o que estávamos querendo dizer. Nossas crianças estão vendo armas aqui agora, porém não tem nada de arte por trás dessas armas e elas levam eles pro caminho que a nossa arte não quer que ele vá. A gente pretende passar como mensagem é que temos escolhas na vida, independente da nossa situação social, e algumas dessas escolhas nós já sabemos o destino”.

    A ideia de fazer o clipe surgiu em 2014, contudo somente esse ano conseguiram colocar em prática, foram 10 dias de gravação para transformar o roteiro elaborado pelo Coletivo CRUA em realidade, foi um roteiro feito a várias mãos. O coletivo ainda fez uma preparação que transformou os amigos próximos do dos rappers em atores, inclusive a mãe de um deles.

    O clipe tem uma história bem bolada por trás de tudo, uma letra com conteúdo e uma outra vítima que fica em primeiro plano quando o clipe acaba. A mulher. A mãe. A guerreira.

    Cena do videoclipe Cidade dos Meninos
    Cena do videoclipe Cidade dos Meninos

    “Essa é uma história real que se repete frequentemente, já vimos diversas pela cidade. A Mulher, a Mãe, que segura uma barra que ninguém pode imaginar, ela teria que ter um papel de destaque nessa história. O fato de ter muitas cabeças mexendo com o roteiro, e entre essas pessoas homens e mulheres, de experiências diferentes dentro de favela, gerou esse resultado, que o Malícia Urbana curtiu muito”, completa Fael.

    O grupo não pretende deixar o vídeo somente na internet, pois o Coletivo CRUA tem um projeto chamado “Cinegrada”, uma mostra audiovisual, e a ideia é exibir o clipe nas comunidades próximas e onde mais forem chamados.

    Vale a pena ver o vídeo diversas vezes e fazer uma reflexão. Veja e deixe um comentário abaixo.

  • Entre o crime, o futebol e o hip hop

    Entre o crime, o futebol e o hip hop

    Se você vive ou viveu em alguma comunidade periférica, sabe o quanto é difícil não se envolver com a vida do crime quando se é jovem, mesmo que tenha uma família bem estruturada.

    Eu nasci e fui criado na comunidade Zumbi dos Palmares, que fica em Morro Agudo, Nova Iguaçu, e mesmo sendo de uma família com uma boa base, em diversos momentos passou pela minha cabeça me envolver de alguma forma, mas nunca me rendi a esses pensamentos, até porque minha meta era tirar os meus amigos dessa vida, e não eram poucos, muitos eu acabei perdendo, mas os que conseguiram sair, foi através da arte ou do esporte, mais especificamente do Hip Hop ou do futebol.

    Eu costumo dizer: o que quer que seja que tire o jovem dessa vida é valido.

    Acredito que ninguém sonha em portar um fuzil, ou vender droga, a nossa vivência molda nossos sonhos, mas quando você vive em um lugar onde nada te incentiva a correr atrás dos seus sonhos, onde você é obrigado a trabalhar pra ajudar a manter a casa e onde todos de fora te apontam e te julgam, principalmente se for um jovem negro, o dinheiro se torna seu sonho. Você percebe que basta ter dinheiro pra ter o que quiser, e pra ter dinheiro vivendo numa comunidade, só estudando e se dedicando muito, ou se envolvendo com o crime. Mas como eu explico pro ‘maluco’ que o crime é nada e a vida é tudo se no final do plantão ele tirou 1 barão de lucro?

    Essa é a parte onde entra o Hip Hop, ele te inspira a correr atrás dos seus sonhos, ele te mostra que o crime não é nada, te mostra que você pode ser o que quiser e que nada pode te parar. No meu caso ele mudou minha vida, me mostrou o meu sonho, quem eu sou e tudo que posso ser. Hoje faço parte desse movimento, sou DJ, e levo essa mensagem nas minhas sessions, pois quero que todos realizem seus sonhos.

    O futebol, apesar de ser injusto com muitos, também tem esse poder de salvar vidas, no futebol foi onde aprendi que as vezes você ganha e as vezes você perde, que esforço é igual a recompensa e que pra chegar onde a maioria não chega temos que fazer o que a maioria não faz. Não é só futebol. Conheço muitos jovens que sonham em ser jogadores profissionais e muitos treinadores de comunidade que sonham junto a esses jovens. Muitos amigos não conseguiram, outros ainda estão tentando, mas agarrados a esse sonho nunca foram pra vida do crime.

    No enraizados além de tudo que fazemos com o Hip Hop temos o Caleidoloucos, onde juntamos os artistas e moradores de Morro Agudo pra uma partida de futebol toda sexta feira, às 20:00, no Morro Agudo Futebol Clube, ao lado da estação. Amanhã é dia, se quiser da um confere é só chegar cedo!

  • Pela necessidade ou pela vaidade?

    Pela necessidade ou pela vaidade?

    Quarta feira, 20:30 da noite e essa rapaziada responsa até essas horas vendendo uns lances aqui no Japeri lotado. Gente negra, gente branca, gente jovem, gente velha, homens, mulheres e até crianças.

    Criado na periferia, aqui nos prédios da CHEAB, conhecido como Pombal do IBC para os íntimos, sem a figura paterna como referencial, tendo o rap como paradigma de masculinidade e o esquerdismo como tutor político ideológico, logicamente que meu discurso sobre a criminalidade entre os pobres periféricos que convivem com o tráfico era tão previsível como de qualquer outro garoto na minha condição:
    A culpa é da necessidade.

    Será? A resposta não é tão simplista assim. Não é mesmo!

    Acontece que depois de 34 carnavais, com a responsabilidade de ser um chefe de família e com a mente muito mais arejada e liberta dos guetos ideológicos, abre-se espaço de sobra para questionamentos sinceros que são impulsionados pela realidade, sem medo das pedradas dos radicais.

    O fato é que essa Gente toda do Japeri lotado com quem convivo todos os dias, arrebenta com um monte de argumento de neguim de esquerda que paga pau e passa a mão na cabeça de quem se entrega ao crime por causa da pobreza.

    Na maioria dos casos não é a necessidade que fisga essa moleca das favelas, é a vaidade, a mãe de todos os males.

    Como cantava o MV Bill: “O Nike é armadilha pra pegar negão”.

    Não vou entrar no mérito da cultura, lazer, saúde e educação porque é chover no molhado. Todo mundo já sabe que o Estado é omisso e corrupto e que a privação desses direitos fragiliza ainda mais as pessoas em extrema pobreza, que tem a criminalidade como vizinha e aliciadora.

    Hoje, em um dia, vemos mais propaganda do que uma pessoa via em toda sua vida na década de 40. O conceito diabólico de que somos o que temos, e que o que temos é o que nos traz respeito, seduz e sequestra para o crime muito mais do que uma barriga vazia.

    Além de todos os direitos básicos que devem ser garantidos no combate a marginalidade, é preciso urgentemente à subversão do pensamento pós moderno sobre os valores.
    Pessoas valem mais do que as coisas.

  • Sobre o fim do voto secreto e a safadesa congressista encubada

    Sobre o fim do voto secreto e a safadesa congressista encubada

    Quando eu lí na Internet que os deputados federais, em votação aberta, aprovaram, na noite desta terça-feira (3), a PEC 349/01, que acaba com o voto secreto no Legislativo, eu finalmente recobrei o desejo de ser brasileiro.

    Impressionante a capacidade dos congressistas de roubarem a nossa brasilidade. Impressiona, ainda mais a capacidade deles de maracutaiar o imaracutaiável, se me permitem magriniar as palavras [referência ao um ex-ministro que inventava palavras]

    Quando eu ví o que ocorreu no congresso com a não cassação do Donadon, aí eu fiquei realmente irado, gravei vários vídeos, só que um era pior que o outro, por isso não publiquei, falei uma cára no face, mas como migrei pra fanpage não consigo receber os feedbacks que tinha no perfil dos meus amigos. Então eu me sentí meio isolado. Sei lá.

    Agora eu confesso que estou me sentindo meio vingado, ou aliviado, não sei bem ainda, apesar de saber que essa votação ainda tem que passar pelo senado em duas sessões. Agora é que a geripoca pia, se esses conservadores dos infernos não frearem o bagulho todo. A gente ganha mais essa.

    Com as manifestações juninas do Brasil, uma coisa ficou bem claro pelo menos pra eu mesmo, em minha auto-análise que faço todos os dias, a Cidade, o Estado e a Nação pertencem ao Cidadão sim, mas temos que vigiar. Lembra daquele texto bíblico do orar e vigiar? é por aí mesmo. E por falar em bíblia, aproveito para parafrasear mais um jargão religioso conservador: “Tem males que vêm para o bem”, o que eu descordo, mas que dessa vez deu certo. A absolvissão do Donadon, pelo menos serviu para por em xeque essa palhaçada de voto secreto no legislativo. Afinal, se votamos neles e se eles nos representam, como saberemos quem está realmente nos representando se eles votam secretamente?

    Primeiro roud ganho, mas não abra o champagne, espere as duas outras sessões do Senado, Estamos de olho.

    Aqui vai a minha humilde homenagem aos gerreiros do legislativo que lutaram e conquistaram mais essa vitória.

    Fim do voto secreto

  • Sobre a Polícia Adúltera

    Sobre a Polícia Adúltera

    Eu estou enganado ou só agora que a imprensa descobriu que a polícia adultera, forja provas, ou melhor, comete estes e outros crimes?

    Me lembro bem de quando eu era criança e via um helicóptero da polícia, todas as crianças da minha época se escondiam, quando víamos um carro de polícia ou um policial, todos calávam-se e se sentiam ameaçados. Nunca ninguém me explicou porque todos os meus vizinhos faziam assim, principalmente os garotos, mas confesso que até hoje eu não me sinto a vontade perto da polícia.

    Eu só fui conhecer policiais bons depois que eu comecei a trabalhar com o Enraizados e me relacionar com algumas pessoas e instituições que são referências nas áreas de segurança pública e direitos humanos, mas são tão poucos que eu poderia até citar os nomes.

    A polícia que eu conheci desde criança, SEMPRE matava os meus vizinhos, SEMPRE humilhava os meus amigos, SEMPRE se comportava de forma arrogante, SEMPRE desobedecia as Leis [porque as Leis só serviam para o cidadão comum, eles eram excessão], SEMPRE maltratava as pessoas. E eu não nascí bandido e nem os meus vizinhos o eram ou se tornaram, ao contrário, eram trabalhadores que passavam a maior parte do seu tempo longe dos filhos porque tinham que sair muito cedo de casa para o trabalho e chegavam muito tarde.

    Já ví e ouví casos absurdos de pessoas serem roubadas diante da polícia e o policial ver a cena, virar as costas e ir embora, de policiais humilharem usuários de drogas, de exigirem dinheiro pra liberar um flagrante de trânsito [já aconteceu comigo, inclusive].

    Uma vez eu trabalhava em uma lanchonete no centro de Nova Iguaçu / RJ; Essa lanchote era visitada periodicamente por policiais que comiam o que queriam e simplesmente não pagavam, viravam as costas e iam embora. Aconteceu que eu assumi a gerência da casa e o meu patrão me passou a inculbência de aumentar os lucros, foi então que eu percebi que o prejuízo da casa em sua maioria era dada pela má administração dos recursos e pela atuação da polícia. Praticamente todos os policiais de atuavam ou passavam em Nova Iguaçu comiam de graça na loja.

    Então eu tive que parar de dar lanche de graça aos policiais. Como eles não me davam chance de cobrá-los [comiam, viravam as costas e iam embora] eu simplesmente cobrava antes de dar a mercadoria, falava o preço e esperava eles pagarem; Primeiro houve o estranhamento, eles achavam que era piada, e eu permanecia imóvel esperando o dinheiro, e então a ficha deles caiam e eles tentavam usar a sua dita “autoridade” sobre mim, diziam que era pra eu seví-los que eles eram policiais e que eles me mantinham em segurança, que graças a eles eu não era roubado e que não era nada demais eu os favorecer com lanches de graça. Então eu simplesmente falava o preço de novo e dizia que eles deveriam pagar primeiro. Eles então se ofendiam e perguntavam porque só eles teriam que pagar primeiro se os outros clientes só pagavam depois que comiam. Então eu diziam que os outros clientes não eram policiais. Aí a chapa esquentava de verdade, porque eles se sentiam ofendidos por mim, me chamavam de folgado e me diziam que sabiam a hora que eu chega e saia da loja, que eu não era de ferro e que poderia acontecer alguma coisa comigo. Era nessa hora que eu pegava a caneta, um pedaço de guardanapo de papel, escrevia o nome do policial e completava com: “me ameaçou em… data e hora. Depois aparentando uma calma [que era pura encenação] eu voltava ao caixa, pendurava o papel e de lá mesmo eu falava alto para que todos ouvissem, a hora que eu abria e fechava a loja e perguntava se eles desejavam mais alguma coisa.

    Hoje eu não faria isso dessa maneira, de certa forma eu concordo com os policias que diziam que eu era muito folgado e confesso que Deus foi muito bom comigo porque logo [uns 3 meses depois de começar a agir assim]  começaram a aparecer policiais que faziam o seu pedido com a carteira na mão. Eu sempre atendia os policias pessoalmente e quando terminava de atender a esses que estavam com a carteira na mão e eles iam tiram o dinheiro da carteira eu falava: Senhor, se preferir, pode comer primeiro e pagar depois – Muito obrigado pela sua compreenção e auxílio. Com o passar do tempo eu não tive mais problemas com os maus policiais e fiquei ainda mais orgulhoso de mim e da minha coragem em enfrentá-los. Eu morria de medo, mas isso não me impedia de fazer a minha parte e exigir um posicionamento deles.

    De vez enquando eu passo em algum estabelecimento e vejo o camburão parado e alguns policiais “fazendo compras”, tenho ânsia de vômito quando vejo esses ditos “policiais” que mais parecem abutres carniceiros em cima do cidadão como se fossem suculentas carniças. Mas sei que esses cidadão deixam esses sanguessugas sugarem o seu sangue, o seu lucro, o seu dinheiro e a sua dignidade.

    Concluindo:
    Aprendi, com a vida, que só teremos uma polícia decente, quando agirmos com decência, só teremos uma polícia digna de respeito, quando agirmos com dignidade, só teremos uma polícia honesta, quando aprendermos e praticar a honestidade, mesmo quando estivermos no erro.

    A polícia que nós convivemos, não veio do espaço sideral e dominou a nossa sociedade. Ao contrário, são pessoas de nossa sociedade como eu e você, com os mesmos valores, moral e padrões de honestidade que temos, se a nossa polícia rouba, mata, humilha, é arrogante e preconceituosa, é porque, faríamos o mesmo se estivéssemos lá.

    Pense nisso!

    Trabalhe por um mundo melhor melhorando a sí mesmo primeiro!

    Fica a dica.

    Paz, sempre.

     

  • O Assassinato da Dentista, SP Crime e Lingerie para Homens

    O Assassinato da Dentista, SP Crime e Lingerie para Homens

    Três matérias chamaram a minha atenção e aguçaram a minha opinião, que também é pública, pelo menos aqui na minha coluna.

    A primeira foi sobre a violência com a dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, 47 anos, ocorrido no bairro de Jardim Hollywood, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A brutalidade do crime não foi a única coisa chocante que ví a respeito, mas a DESinteligência das pessoas em relação a violência, isso sim, me choca mais que o crime em sí.

    Os bandidos foram burros o suficientes para fazerem uma merda tão grande que agora o Estado terá que achar um culpado qualquer, mesmo que seja um bode expiatório pra justificar a sociedade o salário de merda que paga pra polícia fingir que defende o cidadão.

    O pai da vítima falou que pagava um segurança privado pra evitar coisas desse tipo porque o local é violento [dá até vontade de chingar].

    Misericórdia, haja falta de senso crítico, inteligência, discernimento, leitura de mundo, auto-avaliação, vergonha na cara, e não sei mais o que dizer sobre isso. Será que não está mais do que provado que segurança particular, grade, blindagem, colete a prova de balas, metralhadoras, armas químicas, câmeras de segurança, não são suficientes para garantir a segurança de ninguém sem uma apolítica eficiente de segurança que valorize as pessoas, elevem a autoestima do cidadão e fortaleça o acesso a educação, cultura, trabalho e renda para as classes menos favorecidas e acabe de vez com a insensibilidade dessa CLASSE MÉRDIA que insiste em pensar que segurança é armas e polícias?!… Santa ignorância!

    E ai então por causa dessa fatalidade com a dentista a imprensa agora apresenta números e mais números para provar sei lá pra quem que São Paulo é uma espécie de capital nacional do crime [mais uma palhaçada dessa nossa imprensa vendida, ops, desculpe, isenta – não é assim que se diz?!]

    A terceira matéria que eu ví hoje é a mais interessante de todas: Lingerie para homens pode ser a nova tendência. O que me surpreende é que essa parada veio da Austrália e eu sempre ví os australianos como uma espécie de crocodilo dundee. Se essa moda pegar será algo parecido com a revolução imposta pela pílula anticonsepcional e a máquina de lavar, as famílias nunca mais serão as mesmas. O lançamento foi feito no International Fashion Show, realizado em Las Vegas (EUA).

    Confiram as matérias nos links abaixo:

    http://noticias.r7.com/sao-paulo/com-medo-da-violencia-familia-de-dentista-pagava-r-35-por-vigilancia-particular-26042013

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/04/25/primeiro-trimestre-de-2013-e-o-mais-violento-em-3-anos-no-estado-de-sao-paulo-capital-lidera.htm

    http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2013/04/25/lingerie-para-homens-pode-ser-a-nova-tendencia-e-ai-topa.htm