quinta-feira, 25 julho, 2024

[27-MAI] Rio de Encontros: Como o Rio vota?

Como a mobilização da juventude, hoje, nas ruas vai impactar as urnas?

Qual será a influência das redes sociais  no processo eleitoral?

Qual é o papel dos partidos no cenário político da cidade? O perfil do eleitor do Rio está mudando?

Para conversar sobre esses temas e suas implicações, o Rio de Encontros convidou especialmente  para o papel de provocações na terceira edição de 2014, o professor do Departamento de Ciências Sociais da UERJ e coordenador geral de pesquisa  e Editoração da Fundação Biblioteca Nacional, José Eisenberg; o antropólogo e diretor do instituto de pesquisa mapear, Claudio Gama; e o jornalista de política do jornal O Globo, Alexandre Rodrigues.

 

Saiba mais:
Dia 27/05, das 9h às 12h, na Casa do Saber Rio O Globo, Av. Epitácio pessoa, 1.164 – Lagoa.

Instituto Contemporâneo de Projetos e Pesquisa
Rua da Assembléia, 10/2512, Centro
Rio de Janeiro – RJ
Tel: +55 21 2221-0018
www.oinstituto.org.br

Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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O papel da educação clandestina na formação Política

Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

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