terça-feira, 23 abril, 2024

Grupo Styllo-X se apresenta hoje no Mixtureba Enraizados

O Mixtureba Enraizados é simplesmente um grande liquidificador cultural que está movimentando o cenário artístico do Rio de Janeiro a quase um ano, e na sua oitava edição traz grandes nomes do cenário multicultural carioca.

Nesta oitava edição traremos o grupo Styllo X, Negrete e Macedo para fazer um grande barulho, mas como todos(as) sabem não é somente a música e a poesia que sustentam o Mixtureba Enraizados, para fazer esse motor girar também acrescentamos uma dose de teatro, cinema, dança e jornalismo, e tudo isso ligado a mais de mil volts.

Styllo X

Fundado na quarta feira de cinzas de 2002, entre amigos de infância no município de Nova Iguaçu com a força e a dedicação de “Dona Divina”, mãe de dois integrantes do grupo, no bairro Rancho Novo surgia no Grupo Styllo X.

Hoje com a formação: Felipe gamadinho, Rafinha, Beto Tisk, Douguinho, Felipão, Jackson e Nem, músicos que já participaram de grandes nomes do samba como Swing & Simpatia, Pique Novo, Imaginasamba e etc.

Hoje vivendo uma nova história com a direção de Cesinha do Pique Novo que acredita no nosso trabalho. Assim dando sequência produzindo nosso primeiro CD com músicas inéditas e regravações de grandes compositores e participações especiais de Juliana Diniz, Swing & Simpatia entre outros. Essa é a nossa história.

Saiba mais
O evento é gratuito
https://www.facebook.com/events/236346296432980
http://www.styllox.com.br/

Espaço Cultural Sergio Porto
Rua Humaitá, 163 – Botafogo – RJ

Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

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