quinta-feira, 18 abril, 2024

@DuduMorroAgudo (ou eu mesmo) no Conexão Futura

Na última sexta-feira, dia 30 de março, estive participando do Conexão Futura, no Canal Futura. O convite apareceu – creio eu – por conta da atuação do Movimento Enraizados com a juventude nacional, e o ponto chave do programa era juventude e o hip hop, por isso também que para fazer um contra-ponto e trazer outro ponto de vista, o Rapper Pirata, de São Paulo, foi o outro convidado.

Assim que cheguei ao prédio do Futura, encontrei meu camarada Eddi MC, que é reporter/jornalista do canal, e logo depois encontrei com o meu mano Carlos Humberto, que trabalha com articulação. O Eddi me levou até o camarim onde estava o rapper Pirata, e então tivemos tempo de trocar algumas idéias a respeito do tema proposto pelo programa. As idéias foram legais, mas é claro que temos alguns pontos de vista diferentes sobre um mesmo assunto, mas nada que nos colocasse em posições opostas.

Rapper Pirata e DMA no Canal Futura

No início do programa, meio que sem combinar previamente rolaram umas rimas, a pedido da apresentadora Lisia Palombini, que diga-se de passagem é uma pessoa muito simpática e agradável. Eu estava tão a vontade com o tema proposto, até mesmo pelo momento em que o Enraizados vive atualmente, que nem vi a hora passar, foram vinte e cinco minutos de muita troca de idéia, que você pode assistir no vídeo abaixo.

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Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

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