Males que vem para o bem

Chegamos ao fim!

Segunda feira o país volta a sua normalidade. Sem título de campeão do mundo em casa e sem grandes legados. A Copa das Copas só foi grande mesmo em sua festa, diversidade cultural e ótimos jogos de futebol.

Como já compartilhei nesse blog, carreguei uma mágoa e frustração por ter perdido a minha inocência para vibrar com a seleção brasileira depois de todos os super faturamentos para a construção da Copa do Mundo da FIFA em meu país.

Na verdade, na verdade, minha maior torcida foi pelos feriados. Sendo assim, a seleção canarinha, a meu ver, cumpriu o seu papel. Deu descanso para o proletariado sofrido, e agora, na reta final, deu um vexame digno de todas as vergonhas imposta pelo Estado ao povo brasileiro, para a realização das Copas das Copas.

A surra dada pela Alemanha virou piada: “enquanto eu “escrevo” esse texto a Alemanha faz mais um gol”.

Mas agora, acabou a comédia, porque na festa há o entorpecimento, porém, no luto, a meditação, a indignação que bem canalizada pode gerar mudanças construtivas.

Então, quero te lembrar de algo realmente importante; enquanto eu escrevo texto, mais um míssil caiu na Faixa de Gaza. As crianças de lá estão chorando porque perderam pais, irmãos e irmãs, não porque seu time perdeu. Maldita mídia que potencializa banalidades e ameniza prioridades.

Voltemos à luta, porque as batalhas não dão trégua.

Sobre Marcello Comuna

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Acho mais do que legítimo o debate entre eleitores sobre seus candidatos. O que acho chato, infantil e incoerente é acusar o partido A de corrupto como se o partido B também não fosse.

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