quinta-feira, 13 junho, 2024

Seis anos de América no Coração da Baixada

No próximo dia 17 vai rolar a festa de seis anos do programa de rádio “America no Coração da Baixada”, que acontece na Rádio Tropical Solimões. Pra quem não tá ligado(a) foi lá que nós do Movimento Enraizados tivemos um quadro chamado “Janela do Enraizados” onde apresentávamos para o público as correrias da organização.

Também passaram por lá fazedores de todas as artes: cênica, plástica, artesanal, transformistas, circense, literária, comunicação e de todos os outros segmentos. Celebraram a Consciência Negra, os movimentos em prol do bem-estar do planeta e do homem, mostraram que o bem existe nas mãos daqueles que o fazem sem olhar a quem e retrataram a história e lutas pela preservação dos patrimônios históricos da Baixada Fluminense.

Você é um convidado especial para participar da entrega do troféu “Ouvinte de Ouro 2010” (oferecido como forma de agradecimento ao ouvinte que durante o ano que passou, participou do programa com mais de 25 ligações – a escolha é realizada através de sorteio feito pela produção entre 10 ouvintes concorrentes).

SAIBA MAIS
Dia 17 de fevereiro, sábado, às 15:00h, nos estúdios da Rádio Tropical.
Rua Itacuruça, 68, Centro de Nova Iguaçu (atrás da Prefeitura)
Maiores detalhes com Mary Monteiro no cel. 9468 0610 / tel. 3276 7010 de terça a sexta-feira, à noite.

Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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O papel da educação clandestina na formação Política

Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

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