terça-feira, 28 maio, 2024

Passistas Dancy, de Minas Gerais, lançam clipe da música ‘Vamos Dançar’

Na semana passada estive em São Paulo para uma formação do Sebrae com o British Council, sobre economia criativa, e tive a honra de conhecer dois dos integrantes do grupo Passistas Dancy. O grupo é formado por cinco pessoas, sendo quatro rapazes e uma moça, contudo em Sampa estive com dois deles, que diga-se de passagem são rapazes muito animados e que emanam uma energia super positiva, além de  dançarem bem demais.

Por conta disso, logo após uma apresentação deles na Fábrica de Criatividade, no Capão Redondo, me aproximei para trocar ideia.

Vitinho, o aparentemente mais novo da dupla, me disse que lançariam o clipe da música Vamos Dançar, no Red Bull Station, ainda naquela semana, então decidi ir ao lançamento para conferir o vídeo, e posso dizer que eles literalmente levantaram a galera do Brasil inteiro, pessoas que estavam presentes no evento. Essa galera cantarolou a música durante o restante da semana.

Animado por conhecer parte do movimento do “passinho” de Minas Gerais, liguei para o Rafael Mike, do Dream Team do Passinho, para contar sobre meu achado, e quem sabe proporcionar uma aproximação entre eles, mas não coincidentemente ele já os conhecia e mandou um super salve.

Poucos dias depois e o clipe já está com mais de 15 mil visualizações no youtube, por isso escreve esta coluna/notícia, para apresentar essa molecada mineira pra vocês.

SAIBA MAIS

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Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

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