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Baixada Fluminense: Pertencimento é a palavra-chave

Por que a Baixada ainda não é um referencial no rap?

A constante ebulição de eventos locais e artistas emergentes me faz questionar: Por que a Baixada Fluminense ainda não é vista no seu todo? Sim, existem algumas exceções, alguns artistas que se destacam, mas são muito poucos para a enorme região que representam.

É muita verdade que, certas vezes, o meio cultural não abraça uma nova iniciativa de cultura local (eu já participei de um sarau, sei do que eu estou falando). Acredito muito nos coletivos e projetos individuais, cada vez mais artistas nossos tem que se destacar realmente, mas uma hora teremos que pensar em algo mais abrangente territorialmente mesmo. É muito legal o Coletivo A, o Coletivo B, mas e a Baixada?

Você se destaca, cresce como artista e de repente só faz show no Centro?

O público de lá ao menos sabe de onde você vem?

Você fala da Baixada nos seus versos?

No fim das contas é uma questão de pertencimento, essa é a palavra-chave, pertencimento e amor. Por enquanto são pequenos passos, mas já está mais do que na hora de sermos enxergados, não só individualmente, como num coletivo.

Baixada no Topo.

Coletivos organizados são tirados como panela.

Sobre Inbute

Rapper do coletivo Rxsa Gang, poeta e colunista nas horas vagas.

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