quarta-feira, 24 julho, 2024

Sempre conto os segundos pra poder ser o primeiro

Bom dia aos cúmplices e aos concorrentes (pra quem sabe ler, um pingo é letra).

Minha coluna de hoje é para falar do jogo de ontem. Não é zoação, é para narrar um fato que ao meu ver está perturbando a cabeça dos meus amigos vascaínos. Digo isso por conta dos comentários maldosos que venho lendo nas redes sociais, culpando o árbitro, que ao meu ver não tem culpa por este episódio na história de vocês. Também não temos culpa, não adianta nos culpar e ofender via xingamentos, quando a culpa disto tudo é do universo.

Todos sabiam do resultado bem antes do jogo começar, prova disso é essa mensagem que gravei para a rádio BandNews bem na hora do jogo, ouça o que digo.

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No ano passado, eu e meu amigo átomo fizemos uma música chamada “De segunda à sexta”, que a partir de hoje chamarei carinhosamente de “De vasco à sexta”, onde usamos algumas metáforas para fazer referência aos segundos. E é claro que o vasco é lembrado, assim como “a amante”, Rubens Barrichello, Suplente, etc…

Leia um trecho da letra profética:

[…] lateral direito, suplente, vice, amante
vascaíno, cheio de número dois na estante
medalha de prata, Rubens Barrichello, fevereiro
Sempre conto os segundos pra poder ser o primeiro.

Sendo assim “amigos”, não nos culpe por suas frustrações e uma boa “vasco-feira” para todos(as) vocês.

SAIBA MAIS SOBRE ESSA MÚSICA E VEJA O VÍDEO DA COMPOSIÇÃO

 

 

 

Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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