terça-feira, 23 abril, 2024
Escritora Jéssica Balbino

Literatura Marginal é destaque no Festival Literário de Poços

A Escritora Jéssica Balbino participam de palestras durante a programação da Flipoços ao lado de Ferréz e Sérgio Vaz e

Poços de Caldas, MG, 07/04/10- O retrato fiel da realidade periférica. Assim são as obras de Ferréz e da nova geração de escritores brasileiros. Ele foi um dos primeiros a esmurrar a porta do barraco da literatura do país e gritar para o mundo o que acontece do outro lado da ponte do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. Com mais de 50 mil exemplares vendidos, o homem que começou a escrever aos sete anos e até hoje não consegue se sustentar com a própria literatura, vem a Poços contar um pouco da carreira, que passou por balcões, arquivos e trabalhos como o de auxiliar-geral.

Ele sobe ao palco do Espaço Cultural da Urca pela programação da V Feira Nacional do Livro e IV Festival Literário de Poços de Caldas (Flipoços) organizada pela GSC Eventos com a questão: Literatura Periférica ou Marginal?, no próximo dia 27 de abril.
Como o próprio currículo diz, Ferréz tem prosa ágil e seca, composta com doses igualmente fortes de revolta, perplexidade e esperança. Ele reivindica voz própria e dignidade para os habitantes das periferias das grandes cidades brasileiras.

Fonte: Blog Cultura Marginal
Leia a matéria na integra: http://jessicabalbino.blogspot.com/2010/04/novidade.html

Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

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Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

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