segunda-feira, 15 abril, 2024

Já imaginou o “Mate com Angú” no Odeon?

Na próxima quinta, dia 11 de abril, o Odeon Petrobras inaugura uma nova sessão em sua programação: a Sessão Carta Branca, em que uma vez ao mês um cineclube, um cineasta ou um cinéfilo será convidado para programar a sessão. Um filme, curtas, médias: a noite é do curador!

Para a primeira edição, o Odeon Petrobras tem o prazer de receber o Cineclube Mate Com Angu que programou 15 curtas produzidos pelo grupo e de alguns realizadores parceiros.

Os filmes:

– AnguTV – 10 Anos, de Mate com Angu – 11min
– 01 Ano e 01 Dia, de Cacau Amaral, Rafael Mazza e João Xavi – 15min
– Série 01, de Pablo Pablo – 3min
– Virgínia, de Sabrina Bitencourt e Gustavo Rademacher – 12min
-Hearts Out, de Igor Cabral – 10min
– Praça do Pacificador, de Valter Filé- TV Maxabomba – 12min
– AnguTV – Parangolixo – 5min
– Batman Pobre, de Pablo Pablo – 6min
– As Aventuras do Agente 77, os Cinco Atos, de Cacau Amaral – 3min
– Cascadura, de Godot Quincas e Felipe Cataldo – 11min
– Lembra-te do dia de sábado, de Ana Carolina Berto, Diego Crespo, Eric Meireles, Hugo Meireles, Quivia Moreira, Saullo de Oliveira – 13min
– Bicho lamparão, de de Rafael Mazza e Rodrigo Folhes, 15min
– Queimado, de Igor Barradas, 19min
– Clip Slow – Baixada, de Cacau Amaral, 4min

SESSÃO CARTA BRANCA
Curadoria CINECLUBE MATE COM ANGU
Quinta, dia 11 de abril, às 21h, Odeon Petrobras
ingressos: 8,00 (meia: 4,00)

Sobre Dudu de Morro Agudo

Rapper, educador popular, produtor cultural, escritor, mestre e doutorando em Educação (UFF). Dudu de Morro Agudo lançou os discos "Rolo Compressor" (2010) e "O Dever Me Chama" (2018); é autor do livro "Enraizados: Os Híbridos Glocais"; Diretor dos documentários "Mães do Hip Hop" (2010) e "O Custo da Oportunidade" (2017). Atualmente atua como diretor geral do Instituto Enraizados; CEO da Hulle Brasil; coordenador do Curso Popular Enraizados.

Além disso, veja

O papel da educação clandestina na formação Política

Este texto reflete sobre o conceito de "Educação Clandestina", destacando sua abordagem contrária ao ensino formal. Explora as lacunas do sistema educacional brasileiro, particularmente em relação à alfabetização e ao letramento nas escolas periféricas. Descreve como movimentos sociais reúnem conhecimentos diversos, ausentes das instituições formais, promovendo uma troca que desafia o status quo. Aponta a importância da conscientização política e da ação crítica na transformação da realidade. Destaca a educação clandestina como um processo contínuo de formação política, capaz de despertar indivíduos para a realidade e capacitá-los a questionar, refletir e agir em prol da mudança social.

Deixe um comentário